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Nova intervenção no East River Greenway

O Rio Greenway, entre a rua 38, e a rua 60, em Manhattan, tera um novo projeto, com o objetivo de fazer ciclovias, passeios para pedestres, tornando um espaço agradável para as pessoas fazerem esportes.

O trabalho tera que ser feito em 3 fases, devido a verba obtida para esse projeto, o preço total desse intervenção é aproximadamente U$ 200 milhões, com a perspectiva que o projeto ira demorar mais de uma década para ficar pronto,  a primeira etapa do projeto custara U$ 70 milhões, que sera conectar uma ponte de pedestres que ocorre na Rua 51, ao projeto.

Ao mesmo tempo estara em andamento uma intervenção no pier Con Ed, que fica entre a rua 38 e 41, que sera transformado em um parque publico.

Durante a realização da primeira fase, projetos ainda estarão sendo feitos, e para isso tudo de conectar, e realmente acontecer vai demorar muito tempo.

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O impressionante renascimento do ciclismo.

por Daniel Jacobsen, 13 de Outubro de 2011

Berlin é uma enorme metrópole que usufrui notavelmente do ciclismo, normalmente amortecida pelas realizações de Amsterdam e Copenhagen. Nas últimas duas décadas Berlin experimentou o que é talvez o mais impressionante renascimento do ciclismo no mundo. A cada dia, mais viagens são feitas por bicicleta, se comparado às outras cidades da Europa.

Apesar disso, Berlin não se encaixa numa típica cidade para bicicletas. A metrópole possui 3,5 milhões de habitantes, numa expansão igual a de Los Angeles. Em contraste com Amsterdam e Copenhagen, Berlin ostenta um abundante sistema viário, o mínimo de congestionamento e um sistema de metrô que abrange toda a cidade. Possui clima quente e úmido no verão e longos e gelados invernos. Na capital conhecida por abrigas fábricas da Mercedes, Volkswagen, BMW, bem como estradas de primeira qualidade, não era esperado que o ciclismo floresceria. Ainda, desde sua reunificação em 1990, Berlin vêem sofrendo uma revolução no ciclismo.

Segundo Berlin’s 2010 Mobility Report, berlinenses fizeram aproximadamente 1,4 milhões de viagens de bicicleta por dia em 2008, numa porcentagem de 13% de todas as viagens feitas na cidade. Esses valores dobraram desde 1990. Em 2015 a estimativa é de que 15% das viagens por dia sejam feitas com a bicicleta.

Em comparação, Amsterdã e Copenhagen possuem aproximadamente 35% de todas as viagens feitas com a bicicleta. Em Portland, a maior das cidades americanas, o ciclismo atinge de 6 a 8% das viagens. Para uma cidade com o tamanho de Berlin, 13% é substancial, considerando que 30% das viagens já são feitas a pé, e 26% por transporte público.

As realizações de Berlin são ainda mais excelentes analisando seus distritos. Substancialmente maior que Amsterdã ( 780 mil habitantes), Copenhagen (541 mil habitantes), e Portland ( 583 mil habitantes), Berlin engloba uma ampla série de tipos de bairros, de densidade urbana alta, a singulares famílias nos subúrbios. Distritos periféricos como Spandau e Steglitz se assemelham com Portland ou Boulder, com porcentagens de uso da bicicleta entre 6-12% de todas viagens. Enquanto isso, na alta densidade de Berlin, como Mitte, Tiergarten, Kreuzberg, Prenzlauer Berg, Schoneberg e Fredrichshain, em uma área de 695 mil habitantes, com uma densidade populacional 50% maior que San Francisco, o uso da bicicleta chega a 20% de todas as viagens, um percentual excelente.

Berlin deve o sucesso por equilibrar o uso da bicicleta tanto culturalmente, como na sua infra-estrutura. A cultura ao uso da bicicleta começa desde cedo, todos berlinenses devem fazer um teste de segurança ao uso da bicicleta na escola elementar. Essa cultura desde cedo ajuda também nas leis de transito, motoristas respeitam os ciclistas, e ciclistas obedecem as leis do transito. Demograficamente, Berlin é a cidade alemã com o maior número de escolas e universidades, possui 135 mil alunos universitários, e ainda centenas de milhares de adolescentes europeus que migram para Berlin após se formar. Ainda que o uso da bicicleta não seja restrito as adolescentes. A implantação das ciclovias e outras facilidades tornam o ciclismo uma atração para as crianças e idosos.

A cidade vem investindo cada vez mais no uso da bicicleta, com um investimento de aproximadamente 5 a 7 milhões de euros anualmente. Considerando que as cidades de São Francisco e Seattle vêem brincando com a demanda de bicicletas, Berlin planejou para suceder mesmo quando a demanda ainda não era grande. A frase, “Se você construir, eles virão” parece ser verdadeira.

O que vem acontecendo em Berlin encoraja e dá esperança a outras metrópoles do mundo. Há 20 anos atras Berlin encarou os mesmo problemas que incontáveis cidades enfrentam hoje em dia. O uso da bicicleta era um pensamento atrasado de um transporte apenas para estudantes e hippies. No entanto, a cidade sustentável se comprometeu a longo prazo aos 5 E’s da bicicleta (Engenharia, Educação, Encorajamento, Evolução, Execução e Planejamento) e vemos hoje em dia um renascimento que empurra o ciclismo como corrente principal. Enquanto Nova Iorque, Chicago, ou Los Angeles são muito grandes para ser a próxima Amsterdam ou Copenhagen, elas podem ser a próxima Berlin.

Lei para garagem de bicicletas.

O governo de Manhattan após 2 anos, aprovou a lei que permite acesso de bicicleta em garagens publicas,  devido ao pouco espaço para bicicletas em garagens, a lei consiste em manter o numero de estacionamentos existentes, e neles diminuir vagas de carro, para colocar vagas de bicicletas.

A lei criou no total 16.378 vagas, mas por dia sao usadas em media somente 27,7 vagas, tornando um grande prejuízo aos estacionamentos, que perderam suas vagas de carro para as bicicletas, para quase nao serem utilizadas.

Então na semana passada saiu uma nova lei para as vagas de bicicletas em estacionamentos , que consiste em garagens com mais de 50 vagas, 1 vaga de bicicleta para cada 10 carros. O tamanho e a localização de vagas foram estudados para que as bicicletas nao atrapalhem as manobras dos carros, e vice versa.

Com a criação das vagas para bicicleta, o numero de pessoas que andam de bicicleta ira aumentar, pois se torna mais seguro guardar as bicicletas quando necessário. Caroline Samponaro, diretora da defesa da bicicleta, tem como solução também criar parques de estacionamentos somente de bicicletas.

O custo de parar a bicicleta na garagem é uma grande preocupação, porem nao esta sendo dirigido pelo governo, então cada estacionamento estabelece o preço que escolher, o estacionamento Edison cobra 1 dolar por bicicleta no dia inteiro, enquanto outros estacionamentos estabeleceram preços inviáveis de se pagar.

INHABITAT ARQUITETURA SUSTENTÁVEL

 GREEN ROOFED.

O Green Roofed projetado pelo escritório Off Architecture, na França é uma arquitetura viva, ecológica, sustentável, saudável e dinâmica. O conceito é construir de forma sustentável através de obras de baixo impacto ambiental, em completa harmonia com o meio ambiente, priorizando a saúde e o bem estar de seus usuários.

Os dois complexos estão fortemente cercados por verde, o telhado todo de grama densamente plantado amplia a área verde do parque, moradores podem usá-lo como uma área adicional do quintal, criado para possibilitar uma maneira mais saudável de viver e interagir com a natureza, proporcionando qualidade de vida e felicidade.

O telhado verde caracteriza-se por um jardim de substrato raso nas coberturas das construções, sejam elas telhados ou lajes. Garante o conforto térmico dos ambientes internos, devido a alta inércia térmica, abolindo muitas vezes o uso do ar condicionado. Possui ainda a capacidade de reduzir a temperatura local, aumentar o conteúdo do oxigênio e umidade do ar, diminuir a poluição sonora, absorver poeiras e poluentes, melhorando a qualidade do ar em toda a área, alem de ser excelente filtro natural para captação de água de chuva e uma excelente qualidade estética.

O edifício possui um olhar encantador que se assemelham a ruínas, e estas estão cobertas por vegetação a cada centímetro do local. A idéia central é que a comunidade que ali habita, gire em torno de espaços verdes.

 

ARENA BILBAO- ESPANHA

A idéia principal do projeto é reduzir o consumo de energia, já que arenas esportivas tendem a consumir grandes quantidades de energia.

A Arena Bilbao, se encontra na Espanha e a fachada foi a responsável por regular a energia. Diferentes folhas coloridas, abrindo e fechando, possibilitam a entrada de luz natural e ar, assim corredores largos não precisam do uso do ar condicionado, o que diminui uma quantidade considerável de energia do edifício como um todo.

Alem do potencial incrível do design de diminuir significativamente o consumo de energia da arena, este possui uma infra estrutura capaz de aproveitar as águas pluviais, dispensando águas adicionais para a irrigação.

 

 

Work Live Home ( Loft Em Syracuse NY)

       Projetada pelos arquitetos do escritório Cook+Fox’s, o Loft que fica localizado Em Syracuse em NY, o Work Live Home é uma inovação da arquitetura sustentável, criada para diversas necessidades que podem mudar ao longo dos anos. O projeto ganhou a competição do Group Up e também ganhou pelo presidente da USGBC, Rick Fedrizzi o certificado LEED Platinum.

 

         Graças a sua flexibilidade de portas deslizantes e partições móveis, o loft pode ser dividido de varias maneiras diferentes.  A idéia da casa é obter o Maximo de luz natural possível, utilizando linha de tubos clarabóia no telhado, e janelas grandes que permitem a entrada de muita luz.

 

         O loft é “embrulhado” por uma pele perfurada em seu exterior que filtra a luz natural não deixando passar o calor do sol. O loft também possui um sistema de calefação que aquece seu interior. Foram utilizados materiais sustentáveis para garantir a qualidade do ar interior, com madeiras recuperadas, que foram utilizadas na marcenaria, e barris de chuva estão instalados para manutenção de águas pluviais.

 

         O Home Work Live é um espaço flexível o qual o layout pode servir tanto para um espaço de escritórios, um centro de reuniões para bairro, quanto para um loft para casais, e alem de tudo possui um custo eficiente para bairros de baixa renda.

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COMENTARIOS FINAIS

O Site Inhabitat aborda assuntos relacionados a sustentabilidade, o que é um assunto muito atual e pertinente hoje em dia. Ele não só fala de arquitetura como também dicas de refeições, tecnologias, energia sustentáveis, moda, arte interiores entre outros, porem todos eles relacionados com o meio ambiente a saúde o bem estar,  e a sustentabilidade.

  Os projetos que escolhemos abordam conceitos de economia de energia utilizando energias diversificadas, tetos verdes que estão virando até moda nos dias de hoje, e outras questões como ventilação natural, calefação, tudo que possa ser o mais sustentável agredindo cada vez menos o ambiente.

  Todos possuem um projeto diversificado para cada necessidade,  que re relaciona direta ou indiretamente com o meio ambiente, proporcionando uma melhor qualidade de vida.

Plataforma Arquitectura

por Caio Rivera e Marina Pelosi

Plataforma arquitectura é um site chileno bem conceituado no mundo da arquitetura. Ele procura apresentar as novidades da área, abrangendo vários temas e conteúdos. À primeira vista, pode apresentar muitas informações e parecer bagunçado, porém não é. Logo no começo da página existem cinco subtítulos que organizam o site.  No canto direito superior, encontram-se os destaques, e ao rolar a página para baixo surgem as subcategorias à direita e os últimos posts à esquerda.

Detre os milhares de projetos apresentados no site escolhemos abranger várias categorias sobre o tema arquitetura, incluindo uma exposição, uma obra de arte propriamente dita e um projeto público. Estes foram alguns dos mais expressivos, seguindo a linha de arquitetura experimental com um toque de cunho social.

Se entrega (a) domicilio

Em setembro de 2008, o MOMA de Nova York, apresentou uma exposição chamada HOME DELIVERY, (“casa à domicílio”, em português) sobre a arquitetura pré fabricada relacionada às novas condições de entrega da era digital. As ideias para essa amostra foram basicamente duas: a abundância de pontos de vista do discurso sobre a fabricação de arquitetura criativa e a indústria inovadora; e a disponibilidade de um espaço amplo no centro de Manhattan.

Esse espaço destinado para a exposição, que é o mesmo usado pelo museu para organizar suas longas filas de acesso, tornou possível a escala real dos projetos apresentados. As cinco casas escolhidas se justapõem aos novos desenhos que experimentam a fundo a fabricação digital.

A segunda parte da amostra aconteceu no sexto andar do MOMA, com a revisão do Modernismo pré-fabricado ao longo dos últimos cem anos.

Barry Bergdoll e Peter Christensen – os curadores da exposição – comentam que “con la reciente explosión investigativa sobre fabricación digital en todas las escalas, y particularmente en varias Escuelas de Arquitectura (MIT, Princeton, Columbia y la Universidad de Pennsylvania), se puede considerar este como un momento propicio para el aumento de la investigación tanto de edificios completos prefabricados así como de nuevos componentes y sistemas de construcción”.

Ésta no es una Casa

Esta já não é uma casa, como sugere o nome do artigo publicado “ésta no es una casa”. Criada pelo escritório E Architecture & Human Rights, o projeto é um abrigo para os sem-teto de Copenhagen, na Dinamarca. Este abrigo independe de qualquer burocracia e a administração do prédio é oculta. Eles acreditam que esta foi a causa do grande sucesso do projeto.

“Decidimos entonces, crear un lugar abierto y sin administración reconocida. No se exige ninguna formalidad ni papeles para usar este espacio. Esa fue la clave del éxito del proyecto”

A montagem foi muito simples: são quatro containers justapostos, com um pátio interno e uma estrutura metálica envolvida por um plástico. São apenas 50m², mas possui um apelo social muito forte.

O problema é que toda obra arquitetônica dinamarquesa deve ser regularizada de acordo com normas e seria impossível construir a baixo custo. Por isso o abrigo não se apresentou como arquitetura e sim como uma obra de arte, e recebeu o nome “THIS IS NOT A HOME”, parafraseando Marcel Duchamp com o famoso: “THIS IS NOT A TOILET…” (New York, 1917). Infelizmente, uma obra de arte é temporária, e esta está pensada só para o inverno escandinavo. Daí a ideia de usar containers que tem uma montagem fácil, de apenas dois dias. A obra de arte se instalou no jardim do museu Den Frie que aceitou o desafio.

Teleférico del “Complexo do Alemão”

O teleférico no Complexo do Alemão demonstra o estado crítico de uma evolução sem controle. Analisando o contexto histórico, uma arquitetura quase impossível de se desenvolver, demonstra a capacidade de adaptação do Homem, capaz de suprir necessidades existentes. Esse projeto é um exemplo claro de que a geografia montanhosa, presente em algumas cidades do Brasil e da América do Sul, podem ser introduzidas nas partes planas das cidades sem ficarem isoladas ou serem motivo de preconceito por possuir uma classe mais baixa de habitantes. Essa conexão de ambas as partes, tem sido muito trabalhada, como se vê no projeto estudado.

O projeto de Jorge Mario Jàuregui representa uma nova forma de paisagem e de uso em cima do morro. Localizado em frente ao aeroporto, 4 estações de teleférico, modificam e colorem a imagem que uma favela possui.

Com uma extensão de 3,5 Km, as estações funcionam como um mirante 360° sobre as montanhas e o mar característico do Rio de Janeiro.

O projeto para o Complexo foi encomendado pelo governo do Rio, depois de uma visita do governador Sergio Cabral a cidade de Medellín, Colombia, e que possui um sistema parecido. Medellín foi a primeira cidade da América Latina a implantar um sistema de transporte de massa à cabo, conectado à uma rede de metro.

No Complexo, o teleférico garante uma nova e eficaz conexão com o centro da cidade. Este se conecta as redes de trem metropolitano que atendem a Zona Norte da cidade. O projeto conta com cinco estações, no alto do morro, e uma outra, localizada numa parte térrea da cidade,  sendo uma ligação com trem (Bom Sucesso). Esta estação térrea simboliza um importante centro intermodal de transporte entre trem, teleférico, ônibus, moto-taxi e bicicleta.

As estações possuem funções diferenciadas, algumas contam com biblioteca pública, comércio, agencia bancária, academias, além de halls de acesso com capacidade para eventos comunitários.

As estações foram pensadas como “estações verdes”, com os edifícios protegidos por uma “cortina verde”, utilizando água de chuva para irrigação de jardins exteriores, captando energia solar para iluminação interna, além de ter edifícios com ventilação cruzada nos ambientes.

O projeto é tratado como uma forma de atração para a vinda do Papa em 2013,  para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Porém, o mais importante seja o fato de permitir uma interconexão entre os morros do Complexo, reduzindo esforço físico e o tempo de locomoção de um lado ao outro. Essa facilidade de locomoção estão beneficiando os moradores de pontos mais extremos dos morros.

Desta maneira, o teleférico do Complexo do Alemão se torna uma nova referência , ao mesmo tempo real e simbólica para a articulação da cidade  e da desigualdade social.

Veja mais em:

Optativa Contemporânea – Calendário dos Seminários 2o. bimestre

A partir de 9 de Novembro iniciaremos a segunda parte de nosso curso.  Cada dupla tem uma sugestão de página de internet para pesquisar, que pode ser alterada em comum acordo com os demais colegas. Não serão aceitos seminários sobre a mesma página. Todos os trabalhos deverão citar as fontes colocando o nome e o endereço da página pesquisada. As fotografias também devem ter seus autores citados. Todos os trabalhos deverão ser publicados no blog da disciplina www.arquiteturascontemporaneas.wordpress.com

9 de novembro

Saruê/ Rosy  www.ciclovivo.com.br

Carvalho/ I. Homem

www.dezeen.com

16 de novembro

Lieselotte

http://coolboom.net/

L. Lopes/ Stephanie

http://www.archdaily.com/

23 de novembro

Caio/ Pelosi

http://www.plataformaarquitectura.cl/

Gabriela/ Natacha

http://inhabitat.com/

30 de novembro

Dantas/ Nardozza

http://www.streetsblog.org/

Crego/ Renata

http://abduzeedo.com/

7 de dezembro

Duda/ Pedrinho

http://www.thecoolhunter.net/

Palma/ Amanda

http://www.designboom.com/eng/

Mara/ Milena

http://www.urbanism.org/