REVISTA AU – Lorena e Rafael

Estrutura da Revista:

1. jornal de arquitetura= Noticias de arquitetos e seus novos projetos no inicio da revista, de forma resumida (interessante para deixar o leitor por dentro do mundo da arquitetura)

2. “fato e opinião”= opinião de arquitetos e outros ligados no assunto sobre determinado tema (interessante porque tem também a opinião de outros que mesmo não sendo arquitetos são afetados pelo determinado assunto

3. “design”- legal sair um pouco do foco mais urbanista, afinal arquitetura tb eh um pouco de design e decoração, mas podia ter uma relação maior com o assuntos tratados na edição da revista (janeiro)

Grande foco para a sustentabilidade e gentilezas urbanas  = conscientizar a população (no exemplo de 10 bicicletas para cada carro, como mostra na revista edição especial sobre ciclismo)

4. “arquitetura”- projetos com histórico, explicação da funcionalidade, materiais utilizados, fotos, plantas, cortes, implantação. E tudo bem detalhado

5. Cada edição, apesar da mesma estrutura, se difere bastante nos assuntos

6. Projetos nacionais e internacionais – espaços públicos e privados, de pequeno a grande porte

7. “urbanização”  = intervenção nas cidades, projetos urbanísticos pelo mundo – fotos, croquis, plantas, cortes, mostrando o antes e o depois

8. Mostra diversas opiniões sobre os assuntos e em alguns casos propostas diferentes para um mesmo projeto = ponto alto

9. “interiores” = também faz parte da arquitetura e muita gente se interessa = também detalha bastante

10. Entrevistas debate com grupo de arquitetos = perguntas amplas, abrangendo diversos assuntos

11. Sempre fala a história de um arquiteto

12. Tecnologia e matérias = dicas do que usar e oq fazer e nao fazer num projeto.

ARTIGOS

As cidades brasileiras podem, um dia, privilegiar pedestres e ciclistas?

Cidades Ciclaveis

•É uma necessidade para melhorar a mobilidade = melhoria nas áreas de saúde, transporte e lazer
• Lei de Diretrizes da Politica Nacional de Mobilidade Urbana (2012): prioriza os modos de transporte não motorizados sobre os motorizados
•Grande desafio: oferecer condicões seguras para estimular o ciclismo = pessoas tem o direito de circular com conforto e seguranca a pé e de bicicleta nas cidades
•Deve haver planejamento, pois sem ele:

R.: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1002611-confusao-marca-estreia-de-ciclofaixa-em-moema-zona-sul-de-sp.shtml

Conscientização da População

•Car bike port – Londres, 2010, Anthony Lau
•1 carro, 10 bicicletas
•Paraciclo que transmite a mensagem: onde cabe um carro, cabem 10 bicicletas
•Cores e forma lúdica do equipamento também atraem as criancas
•Hoje esta presente em países como Inglaterra, Suécia, Irlanda, Portugal e Luxemburgo
Incentivo
•Bicycle Transit Center, 2005/2009, Washington
•Estacionamento e locacão de bicicletas +  vestiário + venda de acessório para ciclistas + oficina + guarda-volumes = 162m  2
•Integra a estacão intermodal Union Station (maior centro intemodal de transporte público da zona metropolitana de Washington)
• Idéia de que o BTC se torne um catalisador de incentivos ao uso da bicicleta como meio de transporte na cidade
•Desafio para a arquitetura: trazer o novo sem desrespeitar ícones históricos e seu léxico, mantendo a integridade do complexo
•Integracão do bloco ao entorno
•Forma: elegância e eficiência de uma roda de bicicleta; grande olho posicionado em relacão a incidência solar
•Materiais: tubos estruturais de aco arqueados, cobertos por vidro, atuando como pele termofuncional; comprimento alongado por tubos metalicos longitudinais arqueados em equilibrio com outros componentes metálicos transversais
•A leste, o olho se abre para a Union Station com vidro transparente (receve luz solar mínima durante as manhãs); a oeste, a pele de vidro é mais opaca e protegida (contra a incidência do sol vespertino)
•Aberturas horizontais que servem à passagem de ar = aproveita a ventilacão natural e produz efeito chaminé
Pioneirismo
•Portland = Cidade de 20 minutos = tempo máximo que se leva o trajeto casa-trabalho
•Cerca de 15 mil pessoas locomovem-se exclusivamente de bicicleta
•SW Moody Avenue, 2009/2012, Portland
•Portland investe em intermobilidade e transforma região degradada em área valorizada
•O projeto reconstruiu aproximadamente 1,5km da avenida para promover a conexão intermodal – ciclovia vai do centro da cidade até o Quadrante de Inovacão
•Inclui faixas de tráfego de veiculos compartilhados com trilhos de VTL, calçadas para pedestres de ambos os lados da avenida e ciclovia de 3 a 5 metros de largura = une 4 tipos de transporte
•Incentivo: separação entre via expressa e ciclovia = afasta os ciclistas do perigo do carro e os deixa a salvo do barulho e poluição
•“A meta é que em 2030, 25% dos deslocamentos na cidade sejam feitos de bicicleta” – prevê implantar ciclorrotas e ciclovias com baixo nível de stres e bicicletários ou paraciclos.
•Vantagens econômicas: o dinheiro economizado em combustível e em seguro de um carro é aplicado de outras maneiras estimulando a economia; transporte em bicicleta mantém as pessoas mais saudáveis e mais produtivas.
•“ O desenvolvimento de transporte e econômico estão fortemente ligados no planejamento a longo prazo da cidade. Esforçamo-nos para crescer, mas sem aumentar o nível de emissão de gases que causam o efeito estufa.”
Metrópole Multimodal
•Os moradores de NY estão no máximo à 10 minutos, de bicicleta, de uma estação de trem ou metrô.
•PlaNYC (Plano de Sustentabilidade ): plantio de árvores, redução da emissão de CO2 e criação de políticas para espaço público
•Programas de de desevolvimento: Projeto Rua Completa, Programa Pça Pública e Ruas Seguras

Prospect Park West, 2009/2011, NY:

•Remoção de uma das três faixas de transito ao longo de 2,8km da avenida; inserção de uma ciclovia mão dupla de 2,4m de largura protegida por uma área destinada a estacionamento de igual medida; canteiro fictício entre ciclovia e estacionamento; ilhas pavimentadas juntos às faixas de pedestre; “rumble stripes”
•Resultado: volume do tráfego não se alterou, mas o abuso da velocidade na avenida teve grande redução; número de ciclistas mais que triplicou; acesso ao parque mais seguro para ciclistas e pedestres; melhora da conectividade em toda a área
•Aposta para viabilizar a qualidade dos grandes centros: ampla gama de opções para o deslocamento dos cidadãos
•Oportunidades para que caminhar, pedalar, conduzir, tomar um trem, um metrô ou um bonde sejam alternativas viáveis, mais eficientes e agradáveis
Brasil X Cidade do México
•Problemas: escassez de água, tráfego colossal e assentamentos urbanos precários e periféricos
•Concentração da infraestrutura urbana e serviços e postos de trabalho nos bairros mais centrais da cidade = sofrimento diário dos moradores com o deslocamento centro-periferia

Plano Estratégico de Mobilidade (Cidade do México): Sistema de Transporte Individual Ecobici

•Implantação de infraestrutura para bicicleta em toda a cidade; acessibilidade ao uso de bicicletas para toda a população; fomento à  intermodalidade e a criação de uma cultura de socialização do uso da bicicleta
•Ciclovias, bicicletários, paraciclo e serviço de empréstimo
•Princípio: conectividade com o sistema público de transporte existente e que está sendo adaptado para receber as bicicletas
•“área de convivência modal”: intalação de ciclovias nos principais corredores e sinalização horizontal e individual
O SUSTENTAR SIMPLES
ARQUITETO GIANCARLO MAZZANT : A cidade da Alegria

Timayui é um dos mais pobres bairros da cidade costeira de Santa Marta, na Colômbia.

Assinado pelo arquiteto colombiano Giancarlo Mazzanti, o jardim de infancia de 8mil m² para crianças de 0 a 5 anos.

Com arquitetura modular, ventilação e iluminação naturais, sistema para reúso de água e técnicas construtivistas inovadoras.

Seu grande diferencial, esta na relação amigável que estabelece com a comunidade com iniciativas de interação e inclusão.

Desenvolver projetos em contexto urbanos degradados capazes de gerar inclusão social é um desafio – e que não reside apenas em implantar os projetos, mas na capacidade de ativar novas formas de uso, apropriação, pertencimento e orgulho do lado das comunidades.

•Na estrutura da construção, foi produzido um módulo construtivo tipo, que gera uma produção em série das peças que o conformam, com montagem industrializada.
•Os módulos são painéis de poliuretano expandido que, após serem montados de acordo com o projeto, recebem uma malha metálica e uma cobertura de concreto.
•O sistema de painéis de poliuretano expandido que, após serem montados de acordo com o projeto, recebm uma malha metálica e uma cobertura de concreto

Luz Solar (Conforto)

•Paredes com isolação térmica
•Usa a ventilação natural por meio de portas/janelas e seus domos.
De modo em que entra o ar frio pelas portas/janelas e sai o ar quente pelos seus domos.
Sistema de MODULOS
•Módulos em forma de triângulo implantam-se como flores de três pétalas interconectadas e transformam a escola infantil em um símbolo do bairro onde está inserida, funcionando como aglutinador para moradores de todas as idades.
•E entre essas “pétalas” estão o sistema de coleta de água
•O conjunto dos módulos também aproveita para coletar a água, tendo também um sistema de tratamento de água, para depois, seu reúso pela comunidado ao redor.
Orientação Solar
A orientação do edifício é contínua e opaca no sentido leste-oeste para evitar o sol direto. A cobertura de formato triangular permite o rápido escoamento da água das chuvas, armazenada em tanques – quando há excedentes, a água de resíduos pode ser utilizada pela comunidade do entorno.

The architectural review (Ivaldo Gromwell e Priscila Ribeiro)

The Arquitectural Review

Volumes 230, 231 e 232 (dezembro de 2011 a fevereiro de 2012)

230: Vencedores do Prêmio ar+d 2011 para Arquitetura Emergente

231: Materiais alternativos com função sustentável

232: Arquitetura de escolas

 

  • O funcionamento e abordagem da revista

A arquitetura é um organismo vivo que evolui junto com a sociedade e, dependendo do local onde esteja inserida, reflete seus costumes, cultura, desenvolvimento científico e, até, a falta deste. Por isso falar de arquitetura é entender história, é ser crítico, é ser artista e, além de tudo, ser humano.

Partindo deste pressuposto, a revista mensal inglesa The Architectural Review aborda como princípio estes requisitos básicos de se entender a arquitetura. O próprio Editorial View (visão editorial), faz uma introdução do que será abordado ao longo da revista e, instiga os leitores a não se resumirem a este estado de leitura, mas de compartilhar seus conhecimentos, reflexões sobre o tema e, principalmente, força-o a pensar que tipo de problemas estamos vivendo e quais soluções temos para melhorar o futuro do planeta (papel crítico, artístico e, sobretudo, social).

Levanta temas sustentáveis como: o progresso é linear e não se pode chocar com o local onde está sendo aplicado e subjugar a natureza. Em contrapartida ao legado tecnológico, tudo isso deve acontecer, porém não somente com dependência perigosa e não sustentável dos combustíveis fósseis.

Atravessa pensamentos históricos, técnicos, sociológicos, filosóficos, mesclando de forma bem harmônica diversos tipos de ciência, como se observa na menção dos descobrimentos científicos que fizeram emergir novos conceitos, repaginando alguns assuntos formais. E, como diria Newton, o universo é um mecanismo vivo, orgânico e complexo que não será completamente entendido  e, de fato, nunca será. Essa mudança (descobrimentos) foi mostrada em Broader View (visão mais ampla) da edição 232.

Ainda sobre a edição 232: as certezas da era industrial e das informações estão dando lugar à incerteza da conceitual, onde a ênfase é na criatividade e empatia. Essa terceira revolução industrial aborda novas energias utilizáveis,  comunicações e o poder do corporativismo. Mudando a especulação da arquitetura em relação à humanidade e o planeta. Devem ser redescobertas as noções do esforço comum, compromissos de longo prazo e sustentabilidade genuína.

Por isso fica a pergunta: como nós podemos responder a essa mudança de paisagem? Envolver-se com a responsabilidade social inclui outros subsistemas, como: economia, política, mídia de massa e ciência. Dentro dessa co-evolução a arquitetura será como um catalisador para o progresso econômico e terá força cultural.

  •  Overview – Visão global

É algo como “Aconteceu” e destaca assuntos relevantes sobre algo que tem acontecido no mundo. A nova geração de estudantes ingleses abaixo da média, o projeto social residencial de Brad Pitt que tem falhado no seu objetivo, a morte de Ricardo Logorreta etc.

  • Broader view – Visão mais ampla

Libertação do materialismo, explicação sobre o que é realidade material e física. Como originou a mudança em relação conhecimento e desenvolvimento do homem.Religião (fé) x materialismo; Materialismo x física. A descoberta da genética, importância do reconhecimento da natureza, dos sistemas dos organismos: átomos, moléculas, cristais, células, organismos e sociedade de organismo.  Importância dos organismos e não dos mecanismos. O universo inteiro é um organismo em desenvolvimento. Por isso a arquitetura reflete a sociedade a qual pertence e a mudança no ponto de vista científico no mundo sugere conseqüências a longo prazo. Assim que os cientistas se libertarem do materialismo para onde será conduzida a sociedade, a economia e arquitetura?

Em filosofia, materialismo é o tipo de fisicalismo que sustenta que a única coisa da qual se pode afirmar a existência é a matéria; que, fundamentalmente, todas as coisas são compostas de matéria e todos os fenômenos são o resultado de interações materiais; que a matéria é a única substância. Como teoria, o materialismo pertence à classe da ontologia monista. Assim, é diferente de teorias ontológicas baseadas no dualismo ou pluralismo. Em termos de explicações da realidade dos fenômenos, o materialismo está em franca oposição ao idealismo e ao metaficismo, deixando bem claro que o materialismo pode sim se co-relacionar com o idealismo e vice-versa em alguns casos, mas o real oposto da materialidade é mesmo o sentido da metafisicidade.

  •  View From – Cairo, Atenas, Suzhou

Rebeilão para uma arquitetura sustentável e exemplo do cotidiano que adaptam a questão sustentável num local de arquitetura desafasada.

“Pão, liberdade e justiça social”

Pão como sinônimo de abrigo decente (que os egípcios não tem), não de provisão diária.

Não existe um código nacional de construção e arquitetos que se preocupam com a questão ambiental.

Mamdouh Hamza, Shahira Fahmy, Emad Farid são alguns dos arquitetos ou engenheiros que se preocupam com as questões ambientais, como: práticas sustentáveis.

A revolução não pode ser apenas de cunho social… os rebeldes arquitetos também devem levantar a bandeira da sustentabilidade e para a comunidade entender e seguir.

A China sempre cunhou sua evolução na produção e negligenciou a sustentabilidade (assim como o ocidente em grande parte da história), onde está a mudança? Reconhecer é preciso e deve ser usado como parâmetro para o futuro e estimulado.

  • Viewpoints:

A marcha de progresso tem colocado em detrimento a arte de desenhar?

Peter Cook

A despeito de toda a evolução o computador tem criado um mundo muito lógico à produção.

Uma geração que trabalha com photoshop, maya e que coloca em detrimento a arte do desenhar.

  •  Your views:

Crítica dos leitores sobre os projetos e temas abordados.

  •  Projetos: Escolas

 1.Casares-Doisneau , escola

Paris, France – AAVP

Como uma nova arquitetura pode fazer grandes mudanças num local onde era um antigo centro de indústrias

Riqueza de detalhamentos

Painéis de policarbonato que deixam a luz passar e dão efeito de papel de parede luminosa, véus em malha lembram rendas metálica.  

 Plantas bem elucidadas, grandes, com exemplificação das áreas, locação, fotos, maquetes eletrônicas, detalhamento de esquadrias, fachadas, cortes, comparação de projetos, interiores, iluminação, detalhes de acabamento etc

 2.Sandal Magna Community Primary School, Wakefield, UK

Sarah Wigglesworth Architects

 

 

 

 

 

Requalificação de local urbano que possuía morfologia industrial.

 3.Spa School, London

Agents of Change

 

 Como transformar um local com perda de identidade num local com ocupação? Reafirmação da fachada foi o pressuposto deste projeto

 4.Topology Quaterly Schools: Fala da história das escolas

 

Citando projetos de Walter Gropius, Aldo Rossi, Herman Hertzberger

Escolas refletem o estágio de desenvolvimento da sociedade

Como era o método de ensino e interação dos conhecimentos entre os alunos e autonomia dos professores no passado e agora. O que a revolução industrial ajudou em relação ao conhecimento

Como a tipologia das escolas mudou.

As salas ficaram as claras, espaçosas e homens e mulheres são tratados com igualdade; existe maior interatividade

Por isso a interatividade e a figura de uma pessoa central é importante

 

 5.Leutschenbach School

Zurich, Switzerland

 

Projeto escolar que cresce para o alto e suas estruturas são feitas em malha metálica, as amarrações de diferem de andar para andar e permitem layouts diferentes. Tudo isso dá uma vivacidade importante e um signo muito forte para este projeto em relação à vizinhança. Salas no segundo, terceiro e quarto andar, ginásio no quinto e o primeiro andar é o acesso, local de interação dos alunos e possui uma estreita relação com o exterior.

 6.SKILL: Habilidade

 Bamboo

 

Projeto de uma escola em bambu: forte, leve e sustentável, muito versátil, abundante, comparação com o concreto, quebra do paradigma que é utilizado por nações pobres em madeira, “PANYADEN SCHOOL” em Chiang Mai, Thailandia. Escola bilíngüe para os primeiros estudantes de línguas.

Tem a filosofia budista, com respeito a natureza e organizada ao redor de uma via de árvores.

 7. REVISIT:

Falam de uma reportagem feita em 2002 sobre uma escola no sul da France feita com critérios tecnológicos

  •  Campaing:

The big rethink: Farewell to modernism (O grande repensar : Despedida do modernismo)

Faz comparação das vilas de Le Corbusier, a dependência dos combustíveis fósseis, o problema de mobilidade, fala da qualidade de vida e não do modo de vida, o ganho humanitário ao invés do ganho em modernidade chegando à era conceitual (terceira revolução industrial)

  •  Reputation:

 Mies van de Rohe, Imre Makovecz, Os Smithsons

 

 

 

Arquitectura Viva – Edições 137,138 e 139 – Ariane Name e Lahis Chaim

ESTRUTURA DA REVISTA ARQUITECTURA VIVA

Abrange 3 temas principais

Obras/projetos

cultura/arte

técnica construtiva

Além dos principais temas acima, a estrutura da revista conta com os seguintes assuntos:

• Breves- Noticias rápidas de projetos

• Historietas- Humor (Charges)

•Livros- indicações

•Edição bimestral

 

Os temas abordados pelas edições analisadas foram: Madeira, Casas lejanas (casas fora do cenário da cidade) e Mosaico Colômbia que faz uma retomada da situação do país e como a arquitetura contribui para o crescimento e a “reconstrução” deste.

 

Conclusão :  Ao analisar a revista percebemos que ela traz o diferencial ao debater sobre um tem central que relaciona as  suas sessões.  Diferente de algumas revistas com conteúdo inferior que estabelecem seu tema a partir dos projetos selecionados e seus respectivos arquitetos.

Outro aspecto interessante é a sessão de Técnicas Construtivas, onde, além de explicar o produto e seu fornecedor, ela mostra imagens do funcionamento do produto e obras que o utilizaram.

Enfim, dentre todas as revistas expostas em sala esta foi considerada por nós a melhor, com melhor divisão , melhores assuntos e a fato de ser considerada mais que uma revista. Ter perfil de livro, que chama atenção para que seja colecionada porque as edições se relacionam e uma acaba dependendo da outra.

 

 

Revista Summa+ Zahoul e Ometto

Revista Summa+

 

Summa+ é originaria da Argentina, vendida em outros países, principalmente no Brasil, no qual começou a ser comercializada em português no ano passado.

A revista trata de assuntos contemporâneos, não se restringindo somente a um local, mas mostra projetos de diferentes países. Distribuída bimestralmente, aborda assuntos urbanísticos, habitacionais, institucionais, entre outros, normalmente com projetos conceituais.

Análise das edições:

116 (O luxo é a paisagem),

117 (Topografias construídas) e

118 (Por uma arquitetura sustentável)

Como primeira impressão mostra-se serena, instigando sua leitura, pelo fato da qualidade empregada nos materiais e seu tamanho.

Durante a análise observamos erros gramaticais, redundâncias e falta de aprofundamento de certos assuntos pelos redatores.

Por ser uma revista de boa qualidade, há uma preocupação evidente em mostrar os projetos através de um registro fotográfico bem elaborado, porém, fica evidente a falta de informação técnica na leitura de projeto, como por exemplo, plantas sem informações e tamanhos que impossibilitam a visualização.

Sempre inicia-se uma matéria com um texto de introdução elaborado, informando o local e transmitindo o conceito, mas não mostram a funcionalidade e como realmente o projeto se comunica com o espaço, focando em assuntos não pertinentes à parte da arquitetura.

Seus projetos são conceituais e temáticos, suas discussões não se aprofundam em problemas e soluções, os quais são habituais na arquitetura, mostrando-se imparcial e superficial, preocupando-se exclusivamente com a estética final.

A revista apresenta projetos diferenciados, que trazem conceitos inovadores, porém, implícitos, deixando a necessidade de investigação e aprofundamento por parte do leitor.

Por ser uma revista direcionada aos arquitetos, poderia trazer informações técnicas e soluções projetuais para a matéria em pauta.

 

 

Sprawl I (“tradução livre”)

Sprawl I ( tradução: Felipe )

Took a drive, into the sprawl
To find the house where we used to stay
Couldn’t read, the number in the dark
You said, let’s save it for another day

Took a drive, into the sprawl
To find the places we used to play
It was the loneliest day of my life
You’re talking at me but I’m still far away

Let’s take a drive, through the sprawl
To these towns, they built to change
And then you said, the emotions are dead
It’s no wonder that you feel so strange

Cops shone their lights, on the reflectors of our bikes
Said, do you kids know what time it is?
Well sir, it’s the first time I felt like something was mine
Like I have something to give

The last defender, of the sprawl
Said, well where do you kids live?
Well sir, if you only knew what the answer is worth
Been searching, every corner, of the earth

 

 

Passeei pela cidade

No subúrbio onde a gente morava

Porém, no escuro, eu não enxergava

Os números, as casas, as ruas…

E deixamos pra outro dia

 

Passeei pela cidade

Procurando onde  a gente brincava

Foi então que me senti sozinho

E, na verdade, estava longe enquanto você falava

 

Vamos passear pelo subúrbio

Dessas cidades construídas para mudar

Você disse que tudo aquilo estava morto

Que não estranhasse meu estranhamento

 

Os policias com suas luzes

Nos reprimiram: – Já é tarde!

E senti, pela primeira vez, que aquilo era meu

Que eu tinha algo a dar

 

O último protetor do subúrbio disse:

–         Onde é que vocês moram, crianças?

–         Senhor, se você soubesse o quanto vale essa resposta… ando procurando por cada canto desse mundo.

Traduções: We Used to Wait e Sprawl I

We Used to Wait ( tradução: Felipe )

I used to write,

Eu escrevia

I used to write letters

Eu escrevia cartas

I used to sign my name

Eu assinava meu nome

I used to sleep at night

Eu dormia à noite

Before the flashing lights

Antes das luzes piscantes

Settled deep in my brain

Se assentarem no fundo de minha cabeça

But by the time we met

Mas quando nos conhecemos

By the time we met

Quando nos conhecemos

The times had already changed

Os tempos já haviam mudado

So I never wrote a letter

Então eu nunca escrevi uma carta

I never took my true heart, I never wrote it down

Eu nunca coloquei meu coração numa carta

So when the lights cut out

Então quando as luzes se apagaram

I was left standing in the Wilderness downtown

Eu fiquei no centro vazio da cidade

Now our lives are changing fast

Agora nossas vidas mudam rapidamente

Now our lives are changing fast

Agora nossas vidas mudam rapidamente

Hope that something pure can last

Espero que sobre qualquer pureza

Hope that something pure can last

Espero que sobre qualquer pureza

It seems strange

Parece estranho

How we used to wait

Como esperávamos

For letters to arrive

Pela chegada das cartas

But what’s stranger still

Mas o que é ainda estranho

Is how something so small

É como algo tão pequeno

Can keep you alive

Pode nos manter vivos

We used to wait

Nós esperávamos

We used to waste

Nós desperdiçávamos

Hours just walking around

Horas flanando

We used to wait

Nós esperávamos

All those wasted lives in

Todas aquelas vidas desperdiçadas

The wilderness downtown

Na desertidão do centro da cidade

Ooooh we used to wait

Ó , nós esperávamos

Ooooh we used to wait

Ó , nós esperávamos

Ooooh we used to wait

Ó , nós esperávamos

Sometimes it never came

Algumas vezes nunca chegava

(ooooh we used to wait)

Sometimes it never came

Algumas vezes nunca chegava

(ooooh we used to wait)

Still moving through the pain

Ainda se movendo em meio à dor

(oooooooooooh)

I’m gonna write a letter

Eu escreverei uma carta

To my true love

Para meu verdadeiro amor

I’m gonna sign my name

Vou assinar meu nome

Like a patient on a table

Como um paciente numa mesa

I wanna walk again

Voltarei a andar

Gonna move through the pain

Vou me mover em meio à dor

Now our lives are changing fast

Agora nossas vidas mudam rapidamente

Now our lives are changing fast

Agora nossas vidas mudam rapidamente

Hope that something pure can last

Espero que sobre qualquer pureza

Hope that something pure can last

Espero que sobre qualquer pureza

Ooooh we used to wait

Ó , nós esperávamos

Ooooh we used to wait

Ó , nós esperávamos

Ooooh we used to wait

Ó , nós esperávamos

Sometimes it never came

Algumas vezes nunca chegava

(ooooh we used to wait)

Sometimes it never came

Algumas vezes nunca chegava

(ooooh we used to wait)

Still moving through the pain

Ainda se movendo em meio à dor

(oooooooooooh)

We used to wait for it

Nós esperávamos por isso

We used to wait for it

Nós esperávamos por isso

Now we’re screaming

Agora estamos gritando

Sing the chorus again

Cante o refrão novamente

We used to wait for it

Nós esperávamos por isso

We used to wait for it

Nós esperávamos por isso

Now we’re screaming

Agora estamos gritando

Sing the chorus again

Cante o refrão novamente

I used to wait for it

Eu esperava por isso

I used to wait for it

Eu esperava por isso

Hear my voice screaming

Ouvir meu grito

Sing the chorus again

Cante o refrão novamente

 

 

Arcade Fire – SPRAWL 2 -Letra e Tradução

They heard me singing and they told me to stop
(Eles me ouviram cantar e me disseram para parar)
Quit these pretentious things and just punch the clock
(Desista dessas coisas pretensiosas e apenas faça amor)
These days my life, I feel it has no purpose
(Nestes dias a minha vida, sinto que não tem nenhuma finalidade)
But late at night the feelings swim to the surface
(Mas à noite os sentimentos nadam até a superfície)

‘Cause on the surface the city lights shine
(Porque na superfície as luzes da cidade brilham)
They’re calling at me, come and find your kind
(Elas estão me chamando, venha e descubra o seu tipo)
Sometimes I wonder if the World’s so small
(Às vezes me pergunto se o mundo é tão pequeno)
That we can never get away from the sprawl
(Que nunca podemos fugir da expansão urbana)

Living in the sprawl
(Vivendo na expansão urbana)
Dead shopping malls rise
(Shoppings mortos se levantam)
Like mountains beyond mountains
(Como montanhas atrás de montanhas)
And there’s no end in sight
(E não há fim à vista)
I need the darkness, someone please cut the lights
(Eu preciso da escuridão, alguém por favor apague a luz)

We rode our bikes to the nearest park
(Nós andamos em nossas bicicletas até o parque mais próximo)
Sat under the swings and kissed in the dark
(Sentamo-nos sob os balanços e nos beijamos no escuro)
We shield our eyes from the police lights
(Nós protegemos nossos olhos das luzes da polícia)
We run away, but we don’t know why
(Nós fugimos, mas não sabemos porquê)

On the black river, the city lights shine
(No rio negro, as luzes da cidade brilham)
They’re screaming at us, we don’t need your kind
(Elas estão gritando para nós, não precisamos de sua espécie)
Sometimes I wonder if the world’s so small
(Às vezes me pergunto se o mundo é tão pequeno)
That we can never get away from the sprawl
(Que nunca podemos fugir da expansão urbana)

Living in the sprawl
(Viver na expansão urbana)
Dead shopping malls rise
(Shoppings mortos se levantam)

Like mountains beyond mountains
(Como montanhas atrás de montanhas)
And there’s no end in sight
(E não há fim à vista)
I need the darkness, someone please cut the lights
(Eu preciso da escuridão, alguém por favor apague a luz)

They heard me singing and they told me to stop
(Eles me ouviram cantar e eles me disseram para parar)
Quit these pretentious things and just punch the clock
(Desista dessas coisas pretensiosas e apenas faça amor)
Sometimes I wonder if the world’s so small
(Às vezes me pergunto se o mundo é tão pequeno)
Can we ever get away from the sprawl?
(Será que podemos fugir da expansão urbana?)
Living in the sprawl
(Vivendo na expansão urbana)
Dead shopping malls rise
(Shoppings mortos se levantam)
Like mountains beyond mountains
(Como montanhas atrás de montanhas)
And there’s no end in sight
(E não há fim à vista)
I need the darkness, someone please cut the lights
(Eu preciso da escuridão, alguém por favor apague a luz)
I need the darkness, someone please cut the lights
(Eu preciso da escuridão, alguém por favor apague a luz)

Fonte: http://www.vagalume.com.br/the-arcade-fire/sprawl-ii-mountains-beyond-mountains-traducao.html#ixzz1oO1fXUCx

Com as devidas modificações, claro.

Ivaldo Gromwell

The Suburbs (continued) – Arcade Fire – Ariane e Lahis

If I could have it back  

All the time that we wasted, I’d only waste it again  

 If I could have it back  

I know I would love to waste it again

 Waste it again and again and again  

But I forgot to ask

Sometimes I can’t believe it  

 I’m moving past the feeling again  

 Sometimes I can’t believe it  

 I’m moving past the feeling again

Sometimes I can’t believe it

  I’m moving past the feeling again  

 Sometimes I can’t believe it  

 I’m moving past the feeling again

 
 
Tradução
Se eu pudesse ter de volta
Todo o tempo que perdemos, eu só perderia de novo
Se eu pudesse ter de volta
Eu sei que eu gostaria de desperdiçá-lo novamente
Desperdiçá-lo novamente e novamente e novamente
Mas eu esqueci de pedir
Às vezes eu não consigo acreditar
Eu estou movendo além do sentimento de novo
Às vezes eu não consigo acreditar
Eu estou movendo além do sentimento de novo
Às vezes eu não consigo acreditar
Eu estou movendo além do sentimento de novo
Às vezes eu não consigo acreditar
Eu estou movendo além do sentimento de novo