REVISTA AU – Lorena e Rafael

Estrutura da Revista:

1. jornal de arquitetura= Noticias de arquitetos e seus novos projetos no inicio da revista, de forma resumida (interessante para deixar o leitor por dentro do mundo da arquitetura)

2. “fato e opinião”= opinião de arquitetos e outros ligados no assunto sobre determinado tema (interessante porque tem também a opinião de outros que mesmo não sendo arquitetos são afetados pelo determinado assunto

3. “design”- legal sair um pouco do foco mais urbanista, afinal arquitetura tb eh um pouco de design e decoração, mas podia ter uma relação maior com o assuntos tratados na edição da revista (janeiro)

Grande foco para a sustentabilidade e gentilezas urbanas  = conscientizar a população (no exemplo de 10 bicicletas para cada carro, como mostra na revista edição especial sobre ciclismo)

4. “arquitetura”- projetos com histórico, explicação da funcionalidade, materiais utilizados, fotos, plantas, cortes, implantação. E tudo bem detalhado

5. Cada edição, apesar da mesma estrutura, se difere bastante nos assuntos

6. Projetos nacionais e internacionais – espaços públicos e privados, de pequeno a grande porte

7. “urbanização”  = intervenção nas cidades, projetos urbanísticos pelo mundo – fotos, croquis, plantas, cortes, mostrando o antes e o depois

8. Mostra diversas opiniões sobre os assuntos e em alguns casos propostas diferentes para um mesmo projeto = ponto alto

9. “interiores” = também faz parte da arquitetura e muita gente se interessa = também detalha bastante

10. Entrevistas debate com grupo de arquitetos = perguntas amplas, abrangendo diversos assuntos

11. Sempre fala a história de um arquiteto

12. Tecnologia e matérias = dicas do que usar e oq fazer e nao fazer num projeto.

ARTIGOS

As cidades brasileiras podem, um dia, privilegiar pedestres e ciclistas?

Cidades Ciclaveis

•É uma necessidade para melhorar a mobilidade = melhoria nas áreas de saúde, transporte e lazer
• Lei de Diretrizes da Politica Nacional de Mobilidade Urbana (2012): prioriza os modos de transporte não motorizados sobre os motorizados
•Grande desafio: oferecer condicões seguras para estimular o ciclismo = pessoas tem o direito de circular com conforto e seguranca a pé e de bicicleta nas cidades
•Deve haver planejamento, pois sem ele:

R.: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1002611-confusao-marca-estreia-de-ciclofaixa-em-moema-zona-sul-de-sp.shtml

Conscientização da População

•Car bike port – Londres, 2010, Anthony Lau
•1 carro, 10 bicicletas
•Paraciclo que transmite a mensagem: onde cabe um carro, cabem 10 bicicletas
•Cores e forma lúdica do equipamento também atraem as criancas
•Hoje esta presente em países como Inglaterra, Suécia, Irlanda, Portugal e Luxemburgo
Incentivo
•Bicycle Transit Center, 2005/2009, Washington
•Estacionamento e locacão de bicicletas +  vestiário + venda de acessório para ciclistas + oficina + guarda-volumes = 162m  2
•Integra a estacão intermodal Union Station (maior centro intemodal de transporte público da zona metropolitana de Washington)
• Idéia de que o BTC se torne um catalisador de incentivos ao uso da bicicleta como meio de transporte na cidade
•Desafio para a arquitetura: trazer o novo sem desrespeitar ícones históricos e seu léxico, mantendo a integridade do complexo
•Integracão do bloco ao entorno
•Forma: elegância e eficiência de uma roda de bicicleta; grande olho posicionado em relacão a incidência solar
•Materiais: tubos estruturais de aco arqueados, cobertos por vidro, atuando como pele termofuncional; comprimento alongado por tubos metalicos longitudinais arqueados em equilibrio com outros componentes metálicos transversais
•A leste, o olho se abre para a Union Station com vidro transparente (receve luz solar mínima durante as manhãs); a oeste, a pele de vidro é mais opaca e protegida (contra a incidência do sol vespertino)
•Aberturas horizontais que servem à passagem de ar = aproveita a ventilacão natural e produz efeito chaminé
Pioneirismo
•Portland = Cidade de 20 minutos = tempo máximo que se leva o trajeto casa-trabalho
•Cerca de 15 mil pessoas locomovem-se exclusivamente de bicicleta
•SW Moody Avenue, 2009/2012, Portland
•Portland investe em intermobilidade e transforma região degradada em área valorizada
•O projeto reconstruiu aproximadamente 1,5km da avenida para promover a conexão intermodal – ciclovia vai do centro da cidade até o Quadrante de Inovacão
•Inclui faixas de tráfego de veiculos compartilhados com trilhos de VTL, calçadas para pedestres de ambos os lados da avenida e ciclovia de 3 a 5 metros de largura = une 4 tipos de transporte
•Incentivo: separação entre via expressa e ciclovia = afasta os ciclistas do perigo do carro e os deixa a salvo do barulho e poluição
•“A meta é que em 2030, 25% dos deslocamentos na cidade sejam feitos de bicicleta” – prevê implantar ciclorrotas e ciclovias com baixo nível de stres e bicicletários ou paraciclos.
•Vantagens econômicas: o dinheiro economizado em combustível e em seguro de um carro é aplicado de outras maneiras estimulando a economia; transporte em bicicleta mantém as pessoas mais saudáveis e mais produtivas.
•“ O desenvolvimento de transporte e econômico estão fortemente ligados no planejamento a longo prazo da cidade. Esforçamo-nos para crescer, mas sem aumentar o nível de emissão de gases que causam o efeito estufa.”
Metrópole Multimodal
•Os moradores de NY estão no máximo à 10 minutos, de bicicleta, de uma estação de trem ou metrô.
•PlaNYC (Plano de Sustentabilidade ): plantio de árvores, redução da emissão de CO2 e criação de políticas para espaço público
•Programas de de desevolvimento: Projeto Rua Completa, Programa Pça Pública e Ruas Seguras

Prospect Park West, 2009/2011, NY:

•Remoção de uma das três faixas de transito ao longo de 2,8km da avenida; inserção de uma ciclovia mão dupla de 2,4m de largura protegida por uma área destinada a estacionamento de igual medida; canteiro fictício entre ciclovia e estacionamento; ilhas pavimentadas juntos às faixas de pedestre; “rumble stripes”
•Resultado: volume do tráfego não se alterou, mas o abuso da velocidade na avenida teve grande redução; número de ciclistas mais que triplicou; acesso ao parque mais seguro para ciclistas e pedestres; melhora da conectividade em toda a área
•Aposta para viabilizar a qualidade dos grandes centros: ampla gama de opções para o deslocamento dos cidadãos
•Oportunidades para que caminhar, pedalar, conduzir, tomar um trem, um metrô ou um bonde sejam alternativas viáveis, mais eficientes e agradáveis
Brasil X Cidade do México
•Problemas: escassez de água, tráfego colossal e assentamentos urbanos precários e periféricos
•Concentração da infraestrutura urbana e serviços e postos de trabalho nos bairros mais centrais da cidade = sofrimento diário dos moradores com o deslocamento centro-periferia

Plano Estratégico de Mobilidade (Cidade do México): Sistema de Transporte Individual Ecobici

•Implantação de infraestrutura para bicicleta em toda a cidade; acessibilidade ao uso de bicicletas para toda a população; fomento à  intermodalidade e a criação de uma cultura de socialização do uso da bicicleta
•Ciclovias, bicicletários, paraciclo e serviço de empréstimo
•Princípio: conectividade com o sistema público de transporte existente e que está sendo adaptado para receber as bicicletas
•“área de convivência modal”: intalação de ciclovias nos principais corredores e sinalização horizontal e individual
O SUSTENTAR SIMPLES
ARQUITETO GIANCARLO MAZZANT : A cidade da Alegria

Timayui é um dos mais pobres bairros da cidade costeira de Santa Marta, na Colômbia.

Assinado pelo arquiteto colombiano Giancarlo Mazzanti, o jardim de infancia de 8mil m² para crianças de 0 a 5 anos.

Com arquitetura modular, ventilação e iluminação naturais, sistema para reúso de água e técnicas construtivistas inovadoras.

Seu grande diferencial, esta na relação amigável que estabelece com a comunidade com iniciativas de interação e inclusão.

Desenvolver projetos em contexto urbanos degradados capazes de gerar inclusão social é um desafio – e que não reside apenas em implantar os projetos, mas na capacidade de ativar novas formas de uso, apropriação, pertencimento e orgulho do lado das comunidades.

•Na estrutura da construção, foi produzido um módulo construtivo tipo, que gera uma produção em série das peças que o conformam, com montagem industrializada.
•Os módulos são painéis de poliuretano expandido que, após serem montados de acordo com o projeto, recebem uma malha metálica e uma cobertura de concreto.
•O sistema de painéis de poliuretano expandido que, após serem montados de acordo com o projeto, recebm uma malha metálica e uma cobertura de concreto

Luz Solar (Conforto)

•Paredes com isolação térmica
•Usa a ventilação natural por meio de portas/janelas e seus domos.
De modo em que entra o ar frio pelas portas/janelas e sai o ar quente pelos seus domos.
Sistema de MODULOS
•Módulos em forma de triângulo implantam-se como flores de três pétalas interconectadas e transformam a escola infantil em um símbolo do bairro onde está inserida, funcionando como aglutinador para moradores de todas as idades.
•E entre essas “pétalas” estão o sistema de coleta de água
•O conjunto dos módulos também aproveita para coletar a água, tendo também um sistema de tratamento de água, para depois, seu reúso pela comunidado ao redor.
Orientação Solar
A orientação do edifício é contínua e opaca no sentido leste-oeste para evitar o sol direto. A cobertura de formato triangular permite o rápido escoamento da água das chuvas, armazenada em tanques – quando há excedentes, a água de resíduos pode ser utilizada pela comunidade do entorno.

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