The Architectural Review

REVISTA ARCHITECTURAL REVIEW POR ANNA CAROLINE ATTAB E FERNANDA LEMOS.

 

Sobre  a Revista Architectural Review:  Image

É uma revista de arquitetura, internacional,e publicada mensalmente em Londres,desde 1896.
A revista aborda como princípio, requisitos com intuito de abordar temas que tenham a ver com a arquitetura,dependendo do local aonde esteja inserida,fala sobre cultura em geral,refletindo seus costumes,e até mesmo sobre desenvolvimento científico.
A própria revista possui um Editorial View(visão editorial),no qual faz uma introdução para o leitor do que será abordado ao longo da revista,instigando os leitores a não se resumirem apenas a este estado de leitura,mas também de ir além disso,compartilhar seus conhecimentos,reflexões dentre outras coisas.

A revista ainda levanta temas como sustentabilidade,e mostra projetos no qual são construídos em locais que acabam nos surpreendendo,e não nos deixando julgar por isso e nem subjulgar a natureza.

A Architectural Review possui ainda ao longo da revista algumas paginas com textos diferentes que abordam alguns temas como:

  • Overview – Visão global

É algo como “Aconteceu” e destaca assuntos relevantes sobre algo que tem acontecido no mundo.

  • Broader view – Visão mais ampla

Libertação do materialismo, explicação sobre o que é realidade material e física. Como originou a mudança em relação conhecimento e desenvolvimento do homem.

  • ViewFrom – Vista de

Fala sobre uma arquitetura sustentável e exemplo do cotidiano que adaptam a questão sustentável num local de arquitetura defasada

  • Viewpoints: – Ponto de vista

Ponto de vista de arquitetos, urbanistas e designers sobre vários assuntos e criticas a aspectos variados.

  •  Your views: – Suas visões

Crítica dos leitores sobre os projetos e temas abordados.

  •  Editorial View – Visão Editorial

Introdução da capa mensal, do que será abordado na revista ao todo.

LEUTSCHENBACH SCHOOL – ZURIQUE, SUÍÇA

Edição fevereiro 2012

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fonte: google.com

Arquiteto: Christian Kerez

Tipo: Educação – Escola de nível ensino pré escola, primário e secundário. Ensino fundamental.

Estrutura: Aço estrutural em 6 pontos.

Local: Localizado no norte, tranquilo subúrbio da região metropolitana da cidade de Zurique – Suíça. A cidade esta se transformando, da zona antiga de industrialização para um uso misto, bairro de classe média com muita área verde. Há conjuntos habitacionais e algumas fábricas restantes á alguns quarteirões ao norte.

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fonte: google.com

A iniciativa para a mudança em Zurique começou em meados da década de 1990. A mudança sugeria reformas educacionais com novas diretrizes para a construção de escolas, enfatizando a necessidade de mais espaços flexíveis, que podem acomodar o sustentável ​​atual e necessidades de instrução como aprendizagem em grupo, ensino em equipe.

Quatro escolas foram construídas e mais 15 reformados ou ampliados desde 1998.

Christian Kerez encara várias questões urbanas pensando sobre o diagrama que iria seguir para esta escola, lembra-se do espírito de Petersschule Hannes Meyer em sua escola ao ar livre, lembrando de pontos básicos como o moderno, contemporâneo e uma nova arquitetura para novas necessidades.

Kerez é um arquiteto que em suas obras ainda manifesta o interesse na estrutura aparente como proposta, transparência, no que se diz uma lembrança inconsciente de Mies van der Rohe. Faz uso também do uso de rotas fixas como as escadas externas.

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fonte: architectural-review.com

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fonte: architectural-review.com

Na escola de Leutschenbach, o programa é empilhado de forma, onde deixa a maior parte do terreno livre e verde, a extravagância da estrutura é contrariada pelo volume compacto do edifício.

 A estrutura feita permite 2,5m de varandas externas e bem como um brise também, pois todas as paredes são de vidro, inclusive as internas, onde é utilizado vidro opaco para separação das salas. A escola possui uma escada central ampla, um local de encontro e como um hall comum, com 5 andares contando com o ginásio no ultimo andar, no quarto andar há o auditório, biblioteca e apoio, do primeiro ao terceiro andar estão as salas de aula, cada pavimento tem 9 salas de aula, no porão também há mais 6 salas de aula extras, que recebem luz natural através de tiras no chão do pavimento térreo.

Vemos algumas funções colocadas próximas como o ginásio, biblioteca e auditório. Kerez diz estarem ligados a um nível de organização.

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As vigas treliçadas que circundam a zona de sala de aula em três níveis estão suspensas a partir de oito suportes no quarto andar. Estes suportes são posicionados nas extremidades das vigas treliçadas que passam para a direita através do edifício, duas longitudinais e duas transversais, um acima do outro. As vigas treliçadas no ginásio são apoiadas sobre as duas vigas treliçadas transversais superiores. A estrutura não é completamente simétrica, como mostra a secção do telhado, porque a biblioteca e auditório exigiram áreas diferentes. As vigas treliçadas foram monitoradas continuamente durante a construção para permitir a deformação do edifício para ser confiavelmente previsto as paredes envidraçadas.

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fonte: Revista architectural review

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fonte: archrecord.construction.com

Leutschenbach sugere um modelo para as escolas urbanas, em um futuro de maiores densidades do centro da cidade.

Crítica por Bob Barton – engenheiro:

“…este tipo de atividade é decadente e um desperdício…”

Barton diz que a estrutura, além da planta livre no chão, não serve para nada, é um grande desperdício. Este edifício exala estrutura.

Seis pares de colunas que sustentam toda a estrutura, estas colunas dão suporte a duas treliças internas que se estendem o comprimento do edifício, que por sua vez suportam quatro treliças em torno do perímetro. Seis treliças, a cada três andares de altura, suportando todo o edifício fora as seis colunas do andar térreo. Mais em cima, quatro treliças sentado em cima dos seis anteriores, e finalmente em cima disto, temos o espaço ginásio delimitada por mais quatro de altura completa treliças que sustentam o telhado.

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fonte: Revista architectural review

A escola não é tão apertada no terreno, mas simplesmente, a fim de conservar o máximo aberto espaço verde quanto possível, como uma “escola parque” para as crianças brincarem dentro e fora.

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fonte: archrecord.construction.com

PERKINS+WILL’S UNIVERSITY CAMPUS – LUANDA, ANGOLA

Edição abril 2012

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fonte: Revista architectural review

A independência de Angola veio tarde,a mistura de diamantes,petróleo e a geopolítica da Guerra Fria deram poucas chances de evitar as armadilhas do pós colonialismo.O Conflito Civil trouxe uma relação de superpotência que assolaram o país,numa geração que foi após a saída dos Português em 1975.O país nesse época possuía pouca chance de se desenvolver na questão das instituições civis,de uma sociedade moderna que precisava das sementes deixadas pelo poder colonial até o colapso quase simultâneo da União Soviética e do apartheid na vizinha África do Sul.

A partir disso, já havia um projeto para fazer um novo campus para a Universidade,nos arredores de Luanda,capital angolana.Porém essa universidade era ainda considerada pequena e com poucas chances de satisfazer uma população tão grande,não conseguindo satisfazer as necessidades de todos,e de uma população crescente em tamanho e também expectativa,e riqueza.
Graças ao seu grande tamanho e sua localização foi possível desenvolver uma identidade clara para a universidade através de um campus que iria crescer fora do clima e do contexto.

Em Angola as pessoas que se interessavam naquela época por um ensino superior tinham de ir para o exterior para conseguir isso,funcionários da Universidade da Índia vendo essa grande demanda de angolanos,aconselharam então o governo daquele país sobre as formas de melhorar o seu sistema de universidade,Em 1999,eles sugeriram justamente a contratação de Perkins + Will,que é uma empresa conhecida por projetar edifícios acadêmicos,e possuem uma meticulosa atenção para a sustentabilidade.

Em 2001 foi quando Perkins + Will Ralph Johnson visitou pela primeira vez o local do novo campus da Universidade Agostinho Neto,e tiveram que ao longo desses 12 anos irem muitas vezes para lá.Agora a universidade esta começando a se mover em seu novo campus,a primeira fase compreende 350.000 pés quadrados para as faculdades de matemática,física,química e também computação,e podendo acomodar 3.000 estudantes.

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Perkins + Will estavam determinados a criar um campus que mesmo antes de atingir sua forma final como uma instituição,iria acomodar 40.000 alunos.Eles fizeram isso com uma estrada de anel elíptico que ajuda a definir uma aldeia acadêmica e um plano mestre que organiza edifícios em torno de uma seria de pátios e caminhos ortogonais.A primeira fase se concentra prédios no centro do plano,com as faculdades adicionais para crescer ao longo de seus braços.Moradia estudantil e pessoal será adicionado ao redor da aldeia acadêmica.

A primeira fase inclui quatro salas de aula e uma biblioteca central – este último com uma estrutura em forma de R, a maioria dos que levantou quatro andares acima do solo para permitir a brisa refrescante ,que chega nos blocos de sala de aula em seu lado de sotavento.  A biblioteca é o único edifício que tem ar-condicionado; outras estruturas dependem de refrigeração no engenho do arquitetos em limitar o ganho solar e fluxo de ar estimulante.

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fonte: Revista architectural review

Para reduzir o consumo de energia, os arquitetos fizeram com que os prédios acadêmicos tivessem um simples esquema de barras lineares, com curtas fachadas no lado leste e oeste,e longas no norte e sul, (ajustado 19 graus para aumentar sombras e dar ventos predominantes) Uma variedade de dispositivos, incluindo os filtros solares de alumínio pintado, permitem a luz nos edifícios, enquanto minimiza o ganho solar. (Porque Luanda está perto do equador, o sol pode brilhar de norte ou sul, dependendo da época do ano.) Corredores também amortecer salas de aula a partir de muita luz solar direta, uma vez que um corredor quente é menos de um impedimento à educação do que uma sala de aula quente.

Mas as características dos edifícios mais distintos podem ser seus telhados, em ângulo para servir como aerofólios. Quando o vento sopra, as superfícies em zigue-zague de aço galvanizado e pintado reduzem a pressão do ar acima dos edifícios. A diminuição da pressão puxa o ar quente para cima e para fora das salas de aula através de grelhas operáveis. As persianas, diz Johnson, permitir que o ar passar, mantendo poeira.

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fonte: Revista architectural review

Desde o início Johnson e seus clientes estavam determinados a garantir que o campus ‘core’ inicial seria capaz de funcionar como uma instituição. Incluindo uma biblioteca central como parte dessa estratégia.

A grande qualidade da Universidade é o modo em que se encontrou um padrão de suas contrapartes ocidentais,mesmo estando localizado num país onde as condições climáticas,econômicas e sociais se tornam particularmente difícil.

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As grandes particular idas dessa universidade são as questão do clima onde esta localizado e a sua construção.Angola fica no sul da linha do Equador.A corrente fria da Benguela,que vem da Antártida mantém Namíbia para o árido sul,mas fora de angola se mistura com climas mais quentes,águas tropicais,havendo precipitações,criando uma savana que eventualmente,se funde com a floresta tropical.
Devido a existência de minas terrestres, Johnson foi adi vertido para tomar cuidado com isso,Perkins + Will trabalharam com engenheiros então para encontrar uma maneira de tornar o clima nessa parte da universidade e a paisagem mais agradável,trabalhando as duas coisas juntas,para que o ambiente no campus,finalmente em suas construções de edifícios que atendam os objetivos simbólicos e funcionais da universidade para que seja sustentável ao longo prazo.

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fonte: Revista architectural review

O campus possui então uma forma oval feito um bom ajuste dentro de um sistema de leitos de rios que são inicialmente secos,mas na estação de chuva acabam por inundar esses rios,dando-lhes uma vegetação relativamente rica,ajudando a dar um caráter ao campus dentro do desenvolvimento geral.Um anel de floresta entre os leitos de rios e estradas do anel oval circundam o campus real que fortalece a identidade da universidade,e da estratégia de regenerar e melhorar a paisagem natural.

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fonte: Revista architectural review

A etapa seguinte foi estabelecer uma orientação para os edifícios. Johnson veio rapidamente com a forma pinwheel para os prédios, o que evita a hierarquia explícita de Beaux-Arts de inspiração simetria axial, e também teve características promissoras para trabalhar com a paisagem para criar um microclima confortável por meios passivos. Estar bem nos trópicos, o sol pode vir de norte ou sul sugerindo uma orientação leste-oeste, mas o vento vem do resfriamento para o sul-oeste para maximizar o seu benefício a orientação campus final é 19 graus fora do eixo norte-sul.

A forma de cata-vento se adapta a  essas características naturais. Isso resulta em quatro pátios, cada um com uma condição distinta microclimática. Um tem uma série de formas lineares convergentes que captam o vento, dando direção e acelerando para aumentar os seus efeitos naturais. Dois são entregues à horticultura, um viveiro de uma planta e outra para a pesquisa botânica, simbolizando de forma pequena, como a arquitetura altera as condições naturais para servir a ambição intelectual. 

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fonte: Revista architectural review

A construção foi realizada por uma sucessão de empresas incluindo até mesmo empreiteiros da África do Sul,Portugal,e, em última a China,que tem feito muitos negócios em Angola.

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Meio século atrás arquitetos souberam como fazer um edifício pode aumentar o fluxo de ar, e como o tratamento das fachadas podem melhorar o conforto interno. Mas aqui a posição e forma de cada construção foi modelada para melhorar e unir as vantagens de diversos efeitos diferentes. Os telhados são anguladas para usar a direção predominante do vento para criar a pressão de ar diferencial e para evitar a acumulação de ar quente estagnada -, bem como para fornecer o sombreamento. Cada fachada tem precisamente calibrado porosidade que pode ser alterada por palhetas que se podem abrir para tirar vantagem da turbulência. Esta linguagem formal também prontamente incorpora triagem e prateleiras para controlar a luz solar. Os edifícios são geralmente uma sala de profundidade, com o corredor oferecendo proteção do sol: se o corredor é quente é simplesmente desconfortável,mas seria pior ainda que as salas de aula fossem quentes,porque aí seriam inutilizáveis.

O resultado é extremamente edificante, que lembra a sensação otimista da primeira geração do pós-colonial arquitetura, designers como Jane Drew, Fry Max e acima de tudo, Le Corbusier. Mas raramente entendido os efeitos a longo prazo dos dispositivos formais, materiais e técnicas que tão habilmente apropriados. 

RINGSTABEKK SKOLE – NORUEGA

Edição fevereiro 2012

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Arquiteto: DIV.A escritório

Tipo: Educação – escola secundária, de 12-15 anos.

Local: Oeste de Oslo – Noruega

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fonte: Revista architectural review

A escola esta localizada a 20 minutos do centro de Oslo e 10 minutos da estação de trem, estando a curta distancia do transporte publico, também é viável para ir de bicicleta. Esta em uma área residencial, que é uma das melhores áreas da cidade.

Este novo edifício ocupa o local da escola anterior, construído em 1972. Que devido a extensos problemas técnicos, não foi considerada viável, tecnicamente nem economicamente, para expandir e renovar, pois havia a necessidade de outras diretrizes para a escola, arquitetura moderna e novos métodos pedagógicos. A demolição e a reconstrução posterior levaram cerca de 18 meses.

A solução do projeto foi flexível, um edifício escola oficina, onde facilmente acomodaria o desenvolvimento da educação, um local que estimula a criatividade e a curiosidade. O edifício da escola inclui uma variedade de espaços, tanto na natureza e artes.

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fonte: www.ringstabekk.net

A escola é cuidadosamente posicionada para tirar o máximo de um terreno pequeno. As áreas ao ar livre são projetadas para acomodar e aprender com a paisagem. O edifício compacto foi desenvolvido com vista para eficiência energética e sustentabilidade, além de sua organização e métodos alternativos.

O prédio de dois andares é um espaço organizado muito compacto e no meio são as grandes áreas comuns como refeitório, auditório, biblioteca. Devido sua localização, no meio de uma área residencial, a escola tem duas entradas, que são o conjunto de zona envidraçada grande central, claramente identificável. 

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A escola Ringstabekk é construída em dois andares. Estruturalmente dividida em três zonas: duas longitudinais ao longo das paredes exteriores, e uma central. As zonas ao longo das paredes exteriores estão a zona de aprendizagem, áreas de administração e departamento pessoal. Na zona central contém as áreas comuns e qualquer área de aprendizagem especializada.

A área de aprendizagem no prédio da escola é composta por três unidades de trabalho, biblioteca, oficinas, área de música e um departamento de esportes.
A escola é construída com uma alça flexível principal com uma grade técnica de 3,5 m x 3,5 m de altura livre extra. O edifício pode, portanto, ser alterado internamente para atender às novas necessidades sem ter que fazer trabalho estrutural importante. 

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A fachada é principalmente de alumínio, vidro, concreto, branco e lariço siberiano. Dentro e fora, dominada por madeira e vidro como material de superfície. Os pisos do 2º andar. são, basicamente, em que a borracha, o que contribui para uma boa acústica nas áreas abertas. O edifício é ventilado mecanicamente.

– Para enfatizar a estrutura do edifício de volume

– Para alcançar contrastes de materiais na fachada

– Como um material sólido, amigo do ambiente e de fácil manutenção.

O edifício tem uma laje de concreto e colunas, combinado com colunas de aço pré-fabricadas e lajes de concreto na área central e no ginásio.

Auditórios e ginásios têm estrutura do telhado de aço, enquanto o teto do edifício e os orifícios de ventilação são elementos de capa.

Meio ambiente e sustentabilidade

O material é feito a partir de uma perspectiva sustentável, enfatizando a resistência e materiais reutilizáveis. Módulo estrutural oferece uma grande flexibilidade com a sua eficiência área potencial. Todas as áreas têm boa luz do dia. É escolhido aquecimento de piso hidrônico todo o chão da floresta. Isso proporciona flexibilidade grande energia.

A escola de Ringstabekk ganhou em 2005 Prêmio Betongelement premiado “para uma arquitetura inovadora que promove a curiosidade ea criatividade.” O prêmio de Betongelement é concedido anualmente como uma recompensa por boas construções estéticas e funcionais. O júri é composto por representantes Arquitetos da Noruega, a Associação de Conselheiros e Sociedade Betongelement.

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