landscapeurbanism

http://www.landscapeurbanism.com
Antonio Brandão / Christiane Rubio

O site landscape urbanism é composto por um jornal online, uma biblioteca de projetos e um blog. É editado e desenvolvido por uma equipe de profissionais como: arquitetos paisagistas, urbanistas, arquitetos, artistas e designers.

O formato é aberto e funciona como um canal de debate para estudantes e profissionais. O principal foco do site é a paisagem urbana, o modo de pensar sobre o projeto e funcionamento das cidades e como elas são entendidas e moldadas. O ponto positivo do site é a forma que ele interroga e abre um diálogo e a crítica na interpretação das teorias, do potencial e da configuração do ambiente urbano.

A escolha do site foi feita por se tratar de urbanismo e hoje ser um processo problemático muito presente na construção e adaptação da cidade contemporânea. A cidade precisa da arquitetura que reside não só na concepção do habitat mas também no planejamento das vias de transporte, do curso das águas pluviais e da infra-estrutura de tratamento de esgoto, e dos processos imobiliários e da concepção e construção de parques e jardins. Além da abordagem política, do design e do planejamento ecológico que visam tornar os ambientes urbanos cada vez melhores.

Assentamentos Informais

Postado por Leo Robleto Costante
Data: 28 de junho de 2012

 “Há uma estimativa de 200 mil assentamentos informais em todo o mundo. Isso significa um em cada três habitantes.”

O Urbanismo na tentativa de reformular a cidade contemporânea enfrenta o principal desafio que é definir o que é possível fazer e sair da teoria para a prática. Não vale mais a pena discutir a relevância da conceituação urbana mas o que é extremamente necessário. O trabalho visando a transformação das cidades deveria estar sendo executado no sentido de aproximar as novas áreas informais que crescem a cada dia em implementações bem sucedidas.

Crescimento da População e Projeções Cidade

Há quatro anos atrás, o mundo atingiu 3,3 bilhões de seres humanos predominantemente urbanos. Mas a importância desse marco não é apenas o numero de pessoas que vivem nas cidades, mas como vivem. Os assentamentos informais são caracterizadas como áreas pobres que ficam do lado de fora das margens de qualquer planejamento urbano legal. Este fenômeno deve ser considerado como uma das características mais relevantes do desenvolvimento urbano moderno devido não só ao impacto sobre a paisagem e sobre o ambiente mas também pelos seus componentes sociais.

Fatos e números que mostram e exigem uma consciência e responsabilidade em se desenhar estratégias de sucesso para estas áreas.

Segundo Mike Davis, autor do livro “Planet of Slums”, há mais de 200 mil favelas no mundo, e ainda estima-se que não mais de 20% das habitações nos países do Terceiro Mundo é planejada e construída legalmente. Isto significa que 80% da habitação é informal. E qual a magnitude e implicações que existem neste contexto que não para de evoluir? (social, ecológico, econômico e de infra-estrutura).

A tabela mostra o crescimento da população mundial em favelas em relação a população mundial total e uma projeção para 2030.

 

 

“Cidades dentro das cidades”

Analisando algumas cidades do Terceiro Mundo, a magnitude dos problemas encontrados são incríveis, em Nova Delhi, Índia acredita-se que a cada fim de ano 400.000 pessoas migram da zona rural para a cidade, o que significa que até o ano de 2015, a população de favelas será de 10 milhões, ou seja toda a população de Nova York vivendo em um gigante assentamento informal.

A maioria dos assentamentos informais do mundo já estão estabelecidos e em crescimento contínuo. Kibera, em Nairobi, Petare, em Caracas, Rosinha no Rio de Jaineiro, Neza na Cidade do México, Hollywood Dharavi em Mumbai são setores informais que já estão estabelecidos sócio econômicamente  dentro da massa urbana. A periferia dessas cidades, já se torna secundária aos núcleos metropolitanos. Em Nairobi , 85% do crescimento da população ocorreu em áreas informais.

Foto: Mumbai

Foto: La Moran, em Caracas, Venezuela.

A foto acima mostra Kowloon localizada na periferia de Hong Kong, considerada a maior favela vertical do mundo. Em 1987 tinha 33 mil moradores. Depois de um árduo processo de despejo, a demolição começou em 1993 e foi concluída 1994. Hoje no lugar, há um grande área verde chamada de Kowloon Walled City Park.

A necessidade de abrigo se torna mais importante do que estabelecer um diálogo entre o que é construído e onde ele é construído. Esta configuração e a forma que está sendo ignorada pode se tornar a incubadora para um grande desastre.

Como Mike Davis afirma: “Favelas começam com a geologia ruim.”

A maré “imparável” de migrantes das zonas rurais para as urbanas só tornam esses assentamentos ainda mais complexos. Por isso, o Urbanismo deve prever um crescimento ordenado para assentamentos informais, afim de melhorar a vida dos habitantes principalmente em seus aspectos sociais, incluindo espaços públicos, saúde, mobilidade e educação.

Todo esse crescimento ocorre no plano da paisagem urbana impactando ainda mais uma infra-estrutura que já é falha. Novas estratégias devem ser implantadas mas que aceite a pobreza e o crescimento contínuo dos assentamentos informais. A questão é construir sobre o que existe, proporcionando uma armadura para um crescimento, uma vez que aceitamos a dignidade e os direitos das pessoas que vivem em assentamentos informais, podemos criar intervenções, trazendo paisagem e a melhoria das condições de um mundo cada vez mais informal.

No Brasil

De acordo com fontes do texto “Metrópoles desgovernadas” da arquiteta, Erminia Maricato em 1890, 49 maiores cidades do mundo estavam no chamado Primeiro Mundo e sete no Terceiro Mundo. Em 2000, 11 estavam no Primeiro Mundo e as demais, no mundo não desenvolvido ou emergente. Essa tendência se acentua com a urbanização tardia de países da Ásia, África, China e Índia. No Brasil, ainda que a pobreza medida por indicadores nacionais diminua com a urbanização, o número absoluto de moradores de favelas cresce mais do que o crescimento da população urbana (Un-Habitat, 2010).

Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) as favelas cresceram muito mais do que a população em geral nas décadas de 1980 e 1990.

Aglomerações são verdadeiras bombas socioecológicas:

Domicílios congestionados e insalubres

Falta de água potável e esgotos

Falta de coleta de lixo

Baixa taxa de emprego

Elevados índices de violência

OBS.: O serviço de coleta de esgoto deixa muito a desejar no país – atende 52,2% dos municípios e 33,5% dos domicílios, segundo o IBGE (2000)

O Brasil tinha, em 2010, cerca de 14 metrópoles com mais de um milhão de habitantes, São Paulo com mais de 19 milhões e Rio de Janeiro com mais de 11 milhões.

80% dos brasileiros, moradores de favelas, estão nas metrópoles, segundo o IBGE (2000)

O padrão de investimentos em obras metropolitanas mostra a falta de integração entre as ações de cada município que compõem as metrópoles, e alguns governos estaduais apresentam apenas planos metropolitanos setoriais que raramente são implementados.

O cenário no município de São Paulo

• 1,2 milhão de pessoas vivendo em favelas

• 600 mil moral em cortiços

• Nas duas bacias que abrigam os reservatórios de água da cidade, a Billings e a Guarapiranga, vivem aproximadamente 1,5 milhão de pessoas. (bacias que estão “protegidas” por legislações municipais, estaduais e federais).

A metrópole cresce menos e de forma desigual e irracional, perde população nos bairros centrais e cresce a altas taxas nas periferias e nas áreas de proteção ambiental (400 mil imóveis vazios no município de São Paulo no centro expandido).

Rio de Janeiro

22% da população carioca  – cerca de 1,4 milhão vive em favelas.

Uma pesquisa da Fundação Getulio Vargas mostra que o valor dos aluguéis nas favelas cariocas subiu 6,8% mais que no resto da cidade desde a implementação das UPPs, em 2008.

Segundo Marcelo Neri, coordenador da pesquisa, esse já seria o chamado “efeito UPP”: o impacto econômico da paz trazida pela substituição do ritmo do tráfico pelo papel oficial da polícia. E há o que os especialistas chamam de “efeito olímpico”: investimentos públicos nas favelas próximas às áreas dos jogos trazem uma urbanização mais intensa e também o aumento no custo de -vida. O caso é especialmente nítido na Rocinha a luz que era gato agora é paga.

Concluímos que no processo de urbanização, o mercado imobiliário especulativo, os sistemas políticos e regimes jurídicos elitistas não têm oferecido condições adequadas de moradia para os grupos sociais pobres, provocando assim o crescimento da ocupação irregular. As cidades brasileiras são marcadas pela presença dos assentamentos informais, vilas, loteamentos clandestinos e favelas e que de acordo com a Secretaria Nacional de Programas Urbanos contabilizam 12 milhões de domicílios irregulares.

Preventivo ou retroativo: O Início de uma paisagem pós-urbanística em áreas carentes.

Postado por Leo Robleto Constante

Data: 14 de agosto de 2012

É muito difícil encontrar projetos urbanísticos em regiões carentes de cidades. Na maioria dos países de terceiro mundo, áreas carentes de cidades são ignoradas e não existe um planejamento urbano coerente para as mesmas. Na maioria das vezes, os estudos feitos para melhoria desses pontos são em sua maior parte unilateral, pois não existe um olhar apurado de toda área mas somente do problema de habitação. O olhar urbanístico e paisagístico é na maioria da vezes colocado como segundo plano. Embora não existam muitos, alguns projetos começaram a surgir em algumas cidades em países de terceiro mundo que caminham no caminho certo e que podem prosperar mancando o início de uma paisagem pós- urbanística informal.

O Brasil e a Colômbia são os dois países pioneiros em buscar soluções para áreas mais carentes de suas cidades, sejam soluções preventivas ou retroativas:

Solução preventiva: antecipa invasões no futuro, oferecendo um novo espaço público visando o desenvolvimento da área.

Solução retroativa: oferece intervenções em áreas carentes já consolidadas, de modo a promover aspectos formais (melhoria em acessos, equipamentos urbanos, transportes, etc.).

As soluções que devem ser abordadas não devem olhar somente para o ponto de vista de habitações, mas em melhorar toda a cidade com esses projetos.

Projeto Favela Bairro – Rio de Janeiro (1995)

 

Projeto paisagístico de uma escada de acesso em uma favela do Rio de Janeiro.
Fonte: www.landscapeurbanism.com/preemptive-v-retroactive/

Esse projeto é do escritório do arquiteto Jorge Mario Jauregui que utilizou nesse projeto uma solução retroativa. Um projeto pequeno que pode trazer melhorias grandiosas. Não podemos ver esse projeto como uma simples melhoria em uma escadaria, mas sim como uma tentativa maior de conectar cada vez mais a favela com a cidade.

Upgrade de Áreas Carentes – Medellín, Colômbia (2007)

 Começou em 2007 um dos maiores projetos de melhoria para áreas carentes na cidade de Medellín na Colômbia. É um projeto que envolve a cidade toda e que visa uma integração maior. O que difere o projeto de Medellín dos projetos de outras cidades é que o olhar é muito mais global em detrimento do foco das habitações sociais e elabora soluções nos bairros principalmente em sua infra-estrutura: transportes, educação e equipamentos urbanos. O projeto envolve inúmeras intervenções: Um “Metrocable” que seria um teleférico ligando vários pontos da cidades com a favela, um extenso sistema de escadarias que é necessário devido a topografia da cidade principalmente nas áreas mais carentes, uma biblioteca que deve se tornar um símbolo de prosperidade da cidade e um centro comunitário.

O PAC DE MEDELLÍN

  • INVESTIMENTO –
    • Teleféricos – US$ 480 milhões de dólares
    • 123 escolas e colégios – cerca de US$ 80 milhões
    • Biblioteca – 50 milhões (erguer cinco bibliotecas informatizadas que estão integradas a centros de apoio a pequenos empresários)
  • IMPACTO
    • 30% mais arrecadação é o resultado do projeto para regularizar trabalhadores ilegais e reduzir inadimplência, garantindo mais recursos para intervenções sociais
    • 800 mil metros quadrados de espaços públicos foram construídos.
    • Um programa foi criado para reduzir a violência,
    • 24 por 100 mil habitantes foi o índice de homicídios da cidade um ano após a consolidação dos projetos. Nos anos 90, a taxa chegou a 381 por 100 mil

Biblioteca Espanha- Medellín Colômbia (2007)

Nova biblioteca de Medellín
Fonte: www.landscapeurbanism.com/preemptive-v-retroactive/

O projeto da biblioteca faz parte de um novo plano do governo, que espera levar oportunidades econômicas e sociais para população mais carente de Medellín. O programa do edifício constitui em uma biblioteca, uma sala de treinamento e um auditório. A proposta do arquiteto Giancarlo Mazzanti foi  fragmentar o programa e criar três edifícios que são conectados em um patamar onde existe uma flexibilidade de usos. A idéia seria de criar uma área pública para a população. O volumetria criada leva em conta a topografia da região, como os aspectos montanhosos da cidade de Medellín. O projeto é notado de várias partes da cidade e tornou-se além de um ponto turístico um novo símbolo da cidade de Medellín.

Biblioteca Espanha
Fonte: www.archdaily.com/2565/espana-library-giancarlo-mazzanti/

Biblioteca Espanha
Fonte: www.archdaily.com/2565/espana-library-giancarlo-mazzanti/

Biblioteca Espanha
Fonte: www.archdaily.com/2565/espana-library-giancarlo-mazzanti/

Metrocable Medellin

Mapa do sistema de transporte de Medellin
www.medellin.travel/en/practical-information/travel-maps-medellin

Medellín Metrocable
Fonte: www.flickriver.com/photos/sabazoo82/384900441/

Teleférico Complexo do Alemão – Rio de Janeiro

Inspirado no projeto dos teleféricos de Medellín na Colômbia, o projeto foi criado no Rio visando criar mais conexões da cidade com a favela. O projeto nesse caso não se trata de habitações, mas leva melhorias para a cidade e para as áreas carentes consideradas as vezes, invisíveis como afirma Jáuregui o autor do projeto.

“Hoje, logo que o visitante chega à cidade através do aeroporto do Galeão, ou enquanto espera no hall da sala de embarque para deixar a cidade, já percebe claramente quatro estações do teleférico, que literalmente colocam no mapa o Complexo do Alemão. Antes estigmatizado e invisível para o cidadão comum, ele agora está associado a uma nova condição de cidadania, passando de área de exclusão para área de visitação”, afirma Jáuregui.
Início do projeto: 2008
Conclusão da obra: 2011
Área do terreno das estações: 24.923 m2
Área construída das estações: 21.966 m2
Arquitetura, urbanismo e paisagismo: MPU Arquitetos – Jorge Mario Jáuregui (autor); Hamilton Case, Maurício Santos e Leandro Balbio (equipe)
Construção Consórcio Rio Melhor – Odebrecht, OAS e Delta

Teleféricos Rio
Fonte: www.jauregui.arq.br/teleferico.html

Teleféricos Rio
Fonte: www.jauregui.arq.br/teleferico.html

Teleféricos Rio
Fonte: www.jauregui.arq.br/teleferico.html

Projeto Urbano Córrego Antonico – Sao Paulo, Brazil (2009)

 O projeto Córrego Antonico é do escritório MMBB de São Paulo. São Paulo é uma cidade que tem em 30% dela favelas. O projeto do MMBB é uma solução retroativa re-configurando o sistema de drenagem da área e simultaneamente criando novas possibilidades na superfície. Criando novas possibilidades evita também uma futura invasão da área.

Projeto Urbano Córrego Antonico
Fonte: www.landscapeurbanism.com/preemptive-v-retroactive/

Projeto Urbano Córrego Antonico
Fonte: www.landscapeurbanism.com/preemptive-v-retroactive/

Architecture Lab – POR ANNA CAROLINE ATTAB E FERNANDA LEMOS

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Sobre o Blog:

O objetivo do blog Arquitetura Lab, é fazer uma arquitetura mais conectada, e que reúne os arquitetos e designers de todo o mundo em busca das ultimas noticias arquitetônicas, ou que tenham a vê com isso, como projetos, produtos, eventos, entrevistas e concursos, dentre outras coisas.

O Blog começou em 2008,com o objetivo de informar os arquitetos de todo o mundo.

As seções principais existentes no blog são:

1 – Notícias : Disponibilizar  notícias sobre o meio ambiente, sobre construções, incluindo prêmios, artigos, leituras, planejamento urbano dentre outros.
2 – Projetos : desde residenciais, públicas, governamentais, escritórios de paisagismo, Hotéis .
3 – Competições e Eventos: o blog oferece as listas constantemente atualizadas de competições e eventos. 
4 – Vídeos e Entrevistas :possui entrevistas em vídeo,e vídeo também de eventos arquitetônicos. 
5 – Livros + Revistas

O Blog aparentemente é bem interessante, e atende a diversos temas envolvidos com a arquitetura e novidades do mundo hoje em dia,porém como o blog é muito diversificado neste sentido ele acaba deixando a desejar quando se quer aprofundar mais em alguma matéria postada.
O Blog oferece muitas fotos dos projetos que expõe, mas as informações sobre ele na maioria das vezes são poucas para o entendimento do projeto. Por isso ele pode ser considerado um bom blog como apenas o começo de uma pesquisa, é necessário pesquisar além dele para ter maiores informações sobre o projeto citado no blog.

Mesmo o Blog tendo essas pequenas restrições ele oferece muitas coisas interessantes, como você pode se cadastrar no blog e também publicar matérias, oferece ainda vários vídeos de entrevistas muito interessantes,  indicam livros e revistas, além de informar competições que estão acontecendo no mundo e eventos, tudo relacionado com o mundo da arquitetura.

Estúdio Schoot – Holanda

O estúdio se encontra em uma área verde na cidade de Oirschot, no sul da Holanda.

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fonte: http://architecturelab.net

Projeto feito por Paulo Diederen,realizado no ano de 2008.

A maior parte das áreas comuns do estúdio foi colocado no primeiro andar, dando então uma maior vantagem para esse local por proporcionar uma vista panorâmica direta para a torre da igreja de Oirschot, e também voltada para a frente dos campos de esporte que existe em volta.

O uso das aberturas e conexões criou-se linhas de visão muito interessantes, que enfatizam o caráter amplo do edifício.

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fonte: http://architecturelab.net

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Planta terreo

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Planta primeiro pavimento

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Planta segundo pavimento

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Corte

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fonte: http://architecturelab.net

Pode-se notar muito bem o contraste que existe nas fachadas,no sentido norte-sul e leste-oeste, é claramente visível. Nas fachadas norte e sul se da ênfase a horizontalidade, as aberturas são feitas horizontalmente e transparentes,que devido a insolação estudada pelos arquitetos podem neste lado existir uma transparência maior sem afetar a qualidade do ambiente interno,enquanto as aberturas que são pequenas também devido a esse estudo ficam nas paredes laterais nas fachadas leste e oeste, proporcionando uma privacidade entre os escritórios, e um maior conforto térmico.

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fonte: http://architecturelab.net

No interiore existe uma passarela central,no qual esse hall central corre por toda a extensão do edifício, conectando todas as atividades no prédio,e através de escadas abertas com espaços vazios em todos os lados, cria-se uma ligação para o primeiro andar.

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fonte: http://architecturelab.net

Existem ainda grandes paredes deslizantes que marcam a entrada da frente, no qual tem a função também de proteger o edifício a noite. A madeira utilizada para revestir as fachadas segundo o arquiteto com o tempo ficará cinza, proporcionando uma diálogo entre a natureza e o edifício ao longo do tempo.

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fonte: http://architecturelab.net

Sede da Eneco – Rotterdam

Localização: Marten Meesweg Rotterdam, Holanda

Tipo: Escritórios

Arquitetos: Hofman Dujardin em colaboração com Fokkema & Partners

Cliente: Eneco

Áreas: 25,000 m²

Para a construção da sede da Eneco em Rotterdam – Holanda, os arquitetos Hofman Dujardin com colaboração de Fokkema & Partners, tem em foco desempenhar a liderança em energia sustentável para praticar o que a própria Eneco prega.

O edifício sofreu uma revolução para criar o ambiente de trabalho completo e perfeito para quem iria trabalhar lá, com energia solar, luz natural, vegetação interna e uma visão ampla de sustentabilidade onde o projeto de interiores foi bem completo. O design de interiores inteligente e eficiente no escritório que permite que o funcionário possa trabalhar de uma forma flexível em um ambiente aberto e dinâmico, sustentável e saudável.

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fonte: http://architecturelab.net

O centro do edifício é de um átrio central cercado por um centro de reunião cheio de luz com a recepção, salas de reuniões, áreas de reuniões informais, lounges, restaurante e um auditório.

Há placas solares na fachada sul e no telhado para acompanhar o sol durante o dia inteiro, absorvendo a quantidade máxima de energia solar.

As áreas de trabalho são projetadas para serem como “ilhas energéticas” sob luz branca. Algumas ilhas são espaços abertos e outros fechados para a privacidade, porem todos os ambientes executados com cores vibrantes e diversos materiais.

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fonte: http://architecturelab.net

No térreo são de cor vermelho, roxo e laranja, enquanto os do primeiro andar são em diferentes tons de verde para salas de reunião, e azul para os espaços de trabalho, o que faz reduzir a monotonia do ambiente de escritório e maximiza a criatividade eo potencial de pensamento inovador.

. Os funcionários são atraídos para estas ilhas pela diversidade de cores e materiais o que dão diferentes identidades para os ambientes. Este modo inovador de design reflete em um novo conceito de hospitalidade que se adapte as generosidades e no foco nas pessoas que a Eneco prioriza.

Logo na entrada os funcionários e visitantes tem uma visão clara do bar café central que não esta tão relacionado com a cor, mais sim com o piso de carvalho que faz uma sensação relaxante e convidativa. De lá pode-se ver  através do átrio cheio de luz todo o térreo e orientar-se. Deste grande centro também se pode notar três escadas principais convidativas para o primeiro pavimento.

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fonte: http://architecturelab.net

No térreo, as ilhas de reuniões têm o piso vermelho, tapetes roxos, bege e laranja, cadeiras igualmente coloridas e com um contraste calmo, há mesas de carvalho sutis. Para aumentar a diversidade do design, a iluminação é projetada para trazer tons ricos e texturas do espaço.

Ainda no térreo há o restaurante, com o teto e bancadas num tom escuro que dão um conforto pela louça branca brilhante. Para aqueles que preferem um assento na janela, há conjuntos de mesas brancas em um andar no terraço branco ao lado do núcleo negro do restaurante.

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fonte: http://architecturelab.net

A abertura do primeiro andar mantém os funcionários em contato com o átrio central arejado e em contato também com o bar movimentado abaixo. No primeiro pavimento as cores variam entre verde e azul nas salas de reuniões e salas informais para trabalho. As escadas chegam a área que possui uma recepção e logo uma biblioteca juntamente com uma mesa de leitura. Por trás dessas salas está o auditório, projetado com tons escuros para criar um espaço tranquilo e intimista para apresentações.

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fonte: http://architecturelab.net

O design criativo e econômico interior da sede do Eneco novo satisfaz dois dos princípios fundamentais da empresa: a sustentabilidade eo bem-estar dos funcionários.

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fonte: http://architecturelab.net

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fonte: http://architecturelab.net

Cerca de 2.100 funcionários que trabalhavam em outros lugares da rede Eneco foram reunidas para trabalhar neste edifício sede. Aqueles funcionários que precisarem viajar a negócios poderão fazer uso de carros elétricos disponíveis na garagem para redução de carbono. Além disso, os materiais dos moveis são ecológicos e carregam um selo sustentável.

O lixo é coletado separadamente para a reciclagem e descarte eficiente e a iluminação usa lâmpadas de energia LED em todo o edifício economizando uma grande quantidade de energia.

Há um estimulo para os funcionários irem trabalhar de bicicleta por ter um conjunto de chuveiros e bicicletário, e também o edifício é próximo a uma linha ferroviária, que pode ser então feito o uso de transporte publico.

Além de todo interior do edifício, nas paredes externas há o uso de muros verdes, o que traz o conforto térmico, purifica o ar e esta parede traz o mundo natural para o mundo construído, tendo paredes verdes no interior também.

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fonte: http://architecturelab.net

Ensaios Fragmentados – Priscila Morrone e Thais Zicatti

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Blog criado por amigos, jovens arquitetos que contém assuntos referentes à arte, arquitetura, urbanismo, design entre outros.

Autores:

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Colaboradores:

Cecile Cartaut – Arquiteta e com Máster pela Faculdade de Arquitetura Val de Seine – Paris.

Fabiano Bonafé – Arquiteto pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – Mackenzie.

– Felipe Canelas – Arquiteto pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – Mackenzie.Cursando especialização em Arquitetura Contemporanea na Universidade Presbiteriana Mackenzie.

– Fernando Tonon – Arquiteto pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – Mackenzie. Mestrando pelo Instituto de Urbanismo de Paris.

– Gabriel Eberhardt – Arquiteto pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – Mackenzie.

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Página Inicial do Blog, com uma imagem da semana e a opção no canto direito em cima de procura por palavras chaves.

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Na página inicial, tem matérias em ordem cronológica das mais recentes para as mais antigas.  Cada matéria possui uma foto ou tabela, o título e um pequeno texto inicial.

Do lado direito da tela, existem links que podem ser clicados contendo, na ordem: Imagens da Semana, Seguidores, Parceiros, Picture, Sites e Blogs Interessantes, Arquivo do Blog (divide as matérias por ano, 2012, 2011 e 2010), marcadores (seriam como palavras chaves), Subscribe (para mandar e-mails).

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No final das matérias, vem escrita a fonte e por quem foi postado (somente os autores do blog postam). As pessoas podem comentar sobre o assunto, portanto é aberto ao público.Image

Ao clicar em uma matéria, uma janela se sobressai, de modo a aparecer somente a matéria e uma propaganda ao lado direito da tela.

Para esse seminário escolhemos matéria referente ao planejamento urbano e urbanismo.

SP 2040 – Projeto desenha a capital paulista ideal para daqui a 28 anos

  • Rios Vivos

Integrar os rios às paisagens da cidade. Como fazer isso? E o custo?
Despoluindo todos os cursos d’água da cidade e criar parques lineares para que a população mude sua relação com os rios (aproveita-los como se fazia antigamente e não os utilizando como lixo). O custo de tudo é estimado em R$16,4bilhões.

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  • Comunidades:

Melhorar a qualidade de vida nas favelas. Como?
Obras de urbanização, recuperação do espaço público e eliminação das áreas de risco. Custo de aproximadamente R$62,6bilhões

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  • Parques Urbanos:

Cada morador deve ter uma área verde há pelo menos 15 minutos de sua casa. Como?
Ampliando a construção e a recuperação de praças e parques. Custo? Aproximadamente R$2bilhões

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  • Polos de oportunidade:

Desenvolver polos de negócios em diferentes regiões da cidade para diminuir a desigualdade da relação emprego/habitante, que é maior no centro e menor na periferia, o que resulta num grande deslocamento de pessoas. Custo? Aproximadamente R$22bilhões.

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  • Cidade aberta:

Consolidar São Paulo na rede internacional de finanças. Como?

Atrair eventos (Copa do Mundo e Olimpíadas, por exemplo), centros de pesquisa, universidades. Para isso é necessário qualificar a mão de obra local. Custo?  R$32,6bilhões.

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  • Cidade de 30 minutos:

Garantir que em média o morador leve 30 minutos no trajeto casa/trabalho. Como? Aumentar a rede de transporte coletivo, incentivar o uso deste e diminuir o uso do carro. Custo? R$178,9bilhões.

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Essa é a São Paulo ideal, que começou a ser planejada em dezembro de 2010 com a participação de 25 mil pessoas, sete consultores internacionais, 40 especialistas da USP e 81 técnicos da prefeitura –o projeto custou R$ 2,97 milhões.

O grupo concluiu que é possível chegar a essa nova cidade em 2040. O custo para isso: R$ 314,5 bilhões, ou quase oito vezes o orçamento total da prefeitura.

O maior investimento previsto é a expansão da rede de trens e metrô, que já está sendo feita pelo governo do Estado –R$ 149,8 bilhões até 2040.
A melhoria das condições de moradia vai consumir outros R$ 62,6 bilhões. As obras são gerenciadas, em sua maioria, pela prefeitura, mas boa parte dos recursos pode vir do governo federal.

Bucalem (secretario do desenvolvimento urbano de São Paulo) afirma que, se dinheiro não é o problema, o que pode inviabilizar o projeto é a falta de apoio. “A cidade precisa assumir esse plano como sendo dela”, diz.

A proposta ainda precisa ser entregue para o prefeito eleito Fernando Haddad (PT), que pode simplesmente ignorá-la.

Segundo o artigo “Arquiteto será o novo secretário de desenvolvimento urbano de São Paulo”, o que se espera é que o novo secretário de desenvolvimento urbano de São Paulo nomeado por Haddad, Fernando de Mello Franco (sócio do escritório MMBB que atua na área de urbanismo) continue com esse projeto.

A ficha caiu na China em 10 anos. E no Brasil?

A terceira maior cidade da China, Guangzhou (a antiga Cantão), decidiu limitar o número de novos carros nas ruas. Desde o início de julho, só permitirá o licenciamento de 120 mil novos carros em um período-teste de um ano.

Guangzhou já é a terceira cidade do país a colocar limites ao emplacamento de carros, depois de Xangai e de Pequim. Pequim agora só permite 200 mil carros novos por ano e Xangai, com quase 20 milhões de habitantes, tem 2 milhões de carros (as políticas de contenção começaram há quatro anos). São Paulo, menor que Xangai, tem 7 milhões de carros.

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imagem de transito em Pequim na China antes da política de contenção.

Guangzhou já tem 2,4 milhões de carros. Até 2000, carro era um artigo raro nas ruas chinesas, que eram dominadas pelas bicicletas, porém o governo chinês viu o carro como progresso e investiu pesado em montadoras que produzissem carros nacionais e criassem empregos (muitos deles já exportados ao Brasil) e todos ficariam felizes.

Desde os anos 50 (e até hoje), o Brasil acha que carro é progresso e precisa ser estimulado. Na China, virou dor de cabeça em dez anos e por isso, as três cidades criariam enormes sistemas de metrô. O de Xangai, iniciado em 1995, já tem o tamanho de Londres, o de Pequim é quatro vezes o de São Paulo e o de Guangzhou, o triplo.

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imagem de transito na Av. Paulista, São Paulo.

No Brasil, fala-se que só se pode colocar obstáculos aos carros quando houver transporte público bom e suficiente. Mas não seria o contrário? Que governo vai investir em transporte público enquanto as classes altas e médias preferem túneis, viadutos e asfalto novo? Bem, no dia em que algum governo priorizar os serviços essenciais e quase exclusivos das camadas mais pobres da população e não só os da classe média e alta, talvez isso mude.

Plataforma Arquitectura – Daniel Cunha e Paulo Kehl


(http://www.plataformaarquitectura.cl/)

O Site

Plataforma Arquitectura é a versão hispano-americana do ArchDaily. Com base no Chile, é produzido por uma equipe de quatorze pessoas, incluindo os dois diretores/fundadores David Assael e David Basulto. A equipe conta principalmente com estudantes de arquitetura nos cargos de editores e colaboradores e é comandada por quatro arquitetos nos cargos de diretores, editor-chefe e editor de conteúdos.

Atualmente com uma média de 10 a 20 postagens por dia, o blog está na rede há quase sete anos. As postagens não seguem um critério muito rígido, variando do design de produto ao desenho urbano, passando por concursos, entrevistas e eventos dos mais diversos. Com o grande volume de postagens, o site consegue abranger as grandes e pequenas obras de arquitetos mais ou menos famosos.

Na página inicial vemos os artigos em destaque por número de acessos no canto superior direito, logo abaixo do logotipo estão as seções destacadas pela redação seguidas pelas postagens em ordem cronológica decrescente. Na coluna central estão o campo de busca (que funciona muito bem, por sinal), o campo de inscrição no newsletter por e-mail, as últimas postagens por seção, as avaliações de produtos e materiais e outras seções. Na coluna da direita ficam os anunciantes.


A seção mais diferente do blog é a Plataforma Emergente, onde são entrevistados os “jovens arquitetos com trajetória interessante”, segundo o próprio site. Ali, novos arquitetos têm a oportunidade de expor seu trabalho, atingindo um grande público em pouco tempo e sem passar pelo filtro editorial das grandes revistas. Esta seção é recente e até agora têm sido entrevistados apenas jovens arquitetos chilenos.


Outra função interessante do site é a possibilidade de criar um perfil online para marcar seus artigos e produtos preferidos e seguir suas discussões com a comunidade do blog. Essa função é interligada com o ArchDaily, portanto é possível marcar projetos das quatro versões do site: a internacional (archdaily.com, em inglês), a mexicana (archdaily.com.mx), a brasileira (archdaily.com.br) e a hispano-americana (plataformaarquitectura.com.cl).


Quanto a apresentação de projetos, o blog deixa um pouco a desejar. O conteúdo fotográfico é geralmente extenso, mas muitas vezes todo ele pode ser encontrado no site do arquiteto. Os desenhos são escassos e geralmente em péssima resolução, o que atrapalha a plena compreensão dos projetos.

Galaxy Soho / Zaha Hadid Architects


Área: 332857.0 metros

Ano: 2012

Arquiteto: Zaha Hadid & Patrik Schumacher

O Galaxy SOHO localizado no centro de Beijing é uma obra de 330000 m² composta por um programa misto que inclui salas de escritório, lojas e principalmente entretenimento. Este imenso complexo espera integrar rapidamente com seu entorno urbano. É composto por cinco volumes separados que se conectam através de passarelas, gerando uma óptica panorâmica totalmente fluida.



O interior reflete traços da arquitetura tradicional chinesa, na qual os pátios criam espaços interiores. Neste projeto, a arquitetura não está composta por blocos rígidos e sim por volumes que geram fluidez e movimento entre cada um. Plataformas que variam para gerar diferentes sensações de dimensões. À medida que os usuários entram no edifício, descobrem os espaços íntimos que seguem a mesma coerência formal da continuidade curvilínea.

        

Os três níveis mais baixos do Galaxy SOHO são espaços públicos para lojas, serviços e entretenimento. Os níveis superiores integram espaços de escritório. Os andares acima contêm bares, restaurantes e cafés que oferecem as melhores vistas para a cidade. Estas diferentes funcionalidades estão interconectadas através de espaços interiores que estão sempre se relacionando com a cidade, ajudando a estabelecer o Galaxy SOHO como um importante ponto para Beijing.




Busan Opera House / Snøhetta


Arquiteto: Snøhetta

Localização: Coreia do Sul

Fotografias: Cortesia do Snøhetta

Snøhetta foi recentemente selecionado como o ganhador do concurso de Busan Opera House na Coreia do Sul com seu conceito “desempacotando a caixa”. Sua proposta não é concebida como música, mas como um instrumento que podemos tocar. Este instrumento não é um cubo branco e também não é um quadro negro vazio e carente de expressão. Este edifício expressa os valores e o espírito do lugar.


A Busan Opera House já não é um lugar para ver e ser visto e sim um lugar para se reunir. Um lugar de encontro para unir o contexto cultural comum do país. Um lugar para estar sozinho ou para um se reunir com amigos e familiares.


A Opera está situada no ponto de onde a montanha se encontra com o mar e a fachada é voltada para o horizonte. As quarto esquinas do edifício conectam a cidade a um espaço de interesse cultural.



Os acessos estão vinculados em um espaço público contínuo, que flui ao redor da Opera ligando o espaço interno com a área externa do complexo.


INHABITAT – Pedro Senna e Priscila Sato

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– Objetivo

            O blog, em termos gerais, pretende se desvencilhar do gosto popular e atingir o modo de vida das pessoas, criando conexões diretas com os leitores para que se integrem mais aos assuntos abordados, possibilitando levá-los à prática. “Bom design não é cor, estilo ou tendências, deve considerar o usuário, a experiência, os contextos social e cultural e o impacto do objeto no ambiente que o cerca”. – Blog Inhabitat.

 

– Funcionamento e opções

            O blog inhabitat é muito diversificado e possui dezenas de ramificações a partir de dez temas principais, são eles: arquitetura; interiores; produtos; tecnologia; energia; transporte; moda; arte; crianças; concursos.

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A página inicial do website apresenta as últimas publicações realizadas, englobando cada uma das dez principais categorias. Há um espaço para a pesquisa de notícias por categoria ou data de publicação, juntamente com a opção “feeds”, entre outros sistemas por onde o usuário interessado pode receber notícias instantâneas do inhabitat através do celular ou redes sociais.

Ainda na página de apresentação do blog há campos separados para: comentários recentes; publicações recentes; tendência de tópicos; matérias mais populares e comentadas; leitura recomendada; filmes recomendados e publicidade, em geral relacionada a produtos ambientalmente corretos.

Quadros em maior destaque apresentam vídeos feitos pelos próprios autores do blog nos quais fornecem dicas sobre como melhorar a eficiência energética das casas, diminuição de gastos, economia de água, produtos, entre outros. São métodos e soluções caseiras que podem ser praticadas por qualquer pessoa, devendo levar em consideração os aspectos culturais e ambientais do local onde mora, realizando as devidas adaptações.

Um campo chamado “lista telefônica” proporciona facilidades ao usuário, onde o mesmo pode escrever o que procura (por exemplo, placas solares, isolamento térmico etc.) e completar a pesquisa com seu código postal, assim, são listados profissionais ou empresas especializadas no assunto procurado que se encontram mais próximos do usuário (com alcance apenas para os Estados Unidos da América).

O “Guia NYC”, apresenta opções de restaurantes, destinos, eventos, compras, serviços, entre outras, que estão disponíveis na cidade de Nova York, juntamente com o “calendário”, onde há uma lista de eventos a serem realizados durante um determinado mês, eventos esses, em sua maioria, de cunho social e ambiental.

Ao escolher uma categoria e, portanto, uma publicação, ao fim da leitura há links para outros três projetos que estão relacionados de alguma forma com o primeiro. As publicações são breves e valorizam imagens, porém, ao longo do texto, há palavras-chave em forma de links que levam o leitor a outros sites, proporcionando mais informações sobre o projeto ou elementos a ele agregados.

– Como publicar

            O blog inhabitat é livre quanto à publicação de projetos por seus usuários, desde que sejam devidamente cadastrados. Porém, há um filtro dos autores originais do blog quanto ao assunto que determinado usuário pretende publicar. Os interessados devem, previamente, escrever um breve resumo da matéria com algumas imagens para que os autores originais analisem e vejam se o assunto está de acordo com o perfil, com o foco e as propostas do site. Passada por essa aprovação, o dado usuário envia a matéria completa, passando por um segundo filtro dos autores, onde analisam novamente o conteúdo e a ortografia, caso esteja tudo correto, o projeto é publicado, caso contrário, se o texto estiver mal escrito, por exemplo, os autores simplesmente não o publicarão, não o reescrevendo de maneira alguma.

– Considerações sobre o blog

            Inhabitat se mostra um blog organizado, de fácil navegação, objetivo e extremamente diversificado, onde o aprofundamento em suas ramificações, sempre coerentes, evita do usuário se perder em sua própria pesquisa. As diferentes abordagens de assuntos por diferentes meios, como textos, vídeos ou entrevistas e o envolvimento que o blog cria com o usuário contribuem como pontos positivos para a estrutura do site. Sua diversidade tem um preço (que poderia não ser pago), os projetos são abordados de maneira muito superficial e acabam por frustrar o leitor, já que os assuntos são muito interessantes, por se relacionarem diretamente com problemas da atualidade. Muitos dos projetos apresentados recentemente no blog e por nós abordados são considerados conceituais, pesquisas como ponto de partida para um maior desenvolvimento futuro para a solução de questões ambientais.

– Alguns dos projetos postados

Fúria e Fragilidade 

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A cidade litorânea de Ishinomaki no norte do Japão, após ser afetada pelo tsunami de 2011, recebeu um projeto para 2013 da estudante Nadia Kasko da Universidade de Oregon (EUA). O projeto chamado de “Fury and Fragility” consiste em uma reconstrução da cidade com quatro objetivos principais: maior resistência ao Tsunami, sustentabilidade, revitalização econômica e social.

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Dando ênfase para a questão da segurança contra o Tsunami a proposta tem como base o conceito de “usar a natureza para proteger-se da mesma”. Assim foi desenvolvido o “sistema de multi-amortecedor”, quanto mais fricção e obstáculos para a onda atravessar, mais de sua energia será dissipada. O projeto inclui sete amortecedores, como no esquema abaixo:

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O primeiro amortecedor está restauração da costa, onde através de reentranças a onda dissipará parte da energia. O segundo consiste na recuperação das dunas de areia que criaram mais friccção. O terceiro apresenta a abertura de um canal paralelo a onda de entrada. O quarto, utiliza da vegetação existente e na implantação de vegetação alta, criando um parque/memorial. O quinto é a elevação do terreno à 3 metros de altura, uma zona com uso misto de comércio e onde situará o centro de desenvolvimento de pesquisa. Por fim, o sexto amortecedor é a elevação de 4,5 metros do terreno, onde será implantado jardins misturados com residências, além de fornecer estruturas e construções de escape como pontes para áreas mais altas da cidade.

Através desse projeto de proteção e resistência, está presente o aspecto da comunidade sustentável por desenvolver sua própria energia com um centro de distribuição CHP (gera eletricidade a partir da captura de calor), permitindo a eliminação do uso de energia nuclear. A área ecológica abordará os parques e jardins próximos à restaurantes e residências,onde produzirão seus próprios vegetais. O tratamento de água será reconstruído com a tecnologia MBR (Biorreator de Membrana), onde a água será filtrada através de micro-organismo.

Simultaneamente com a questão da infraestrutura está a relação fundamental entre o projeto e a sociedade que será fortemente incentivada à inovação, educação, artesanato, turismo, pesquisa e desenvolvimento de negócios. Enquanto o projeto for implantado, obterá um efeito secundário como a geração de empregos e dinamizar o fluxo econômico, como também a criação de espaços verdes, parques, jardins incentivando pontos de encontros, resultando em uma comunidade mais unida para proteger e conservar a cidade proposta.

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Salter Sink – bomba impulsionada pela força das ondas

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Para evitar a formação de supertempestades, como a que deu origem ao furacão Sandy, o professor da Universidade de Edimburgo (Escócia) Stephen Salter elaborou uma pesquisa na qual encontra nos pneus descartados de automóveis uma utilização benéfica contra o aumento da temperatura das águas do mar. Sua invenção recebeu o nome de “Salter Sink”, que consiste em um anel cujo tamanho pode variar de 10 a 100 metros de diâmetro formado por pneus conectados entre si preenchidos com um material flutuante, como o betão celular. As ondas (água quente superficial) passam para dentro do anel constantemente, o que faz com que essa água quente desça cada vez mais, até se encontrar com águas mais frias, misturando-se a elas e, assim, resfriando gradativamente a temperatura superficial, onde apenas 1°C pode fazer a diferença entre um furação categoria 4 e outro de categoria 5. 

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As ondas, a uma temperatura de aproximadamente 26°C aumentam o nível da água no interior do anel, então, por gravidade, essa água quente acaba descendo, onde encontra águas a uma temperatura de aproximadamente 10°C. O grau de evaporação das águas superficiais diminui, evitando a formação de baixa pressão na atmosfera, diminuindo os ventos e as fortes tempestades. A distância entre os anéis deverão ser de mais ou menos 3km.

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            Equipados com um radar, os dispositivos não atrapalharão as embarcações, porém, ainda estudos devem ser realizados para se analisar como eles irão interagir com a vida animal e com os grandes ecossistemas, já que centenas deles seriam necessários somente para o Golfo do México. Podendo um Salter Sink sozinho produzir um giga watt de energia térmica, o pesquisador espera pela resposta do governo britânico, em conjunto com a comunidade científica, para que o programa, após ser analisado, possa ser viabilizado, amplamente desenvolvido e, talvez, implantado. 

Infraestruturas leves para a proteção de Nova York contra futuras tempestades

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Após o furacão Sandy em Nova York, arquitetos em busca de soluções, obtiveram pesquisas e conclusões como o arquiteto Yarinsky ao dizer “Em vez de um muro entorno do litoral, que custaria milhões de dólares, propusemos uma infraestrutura ecológica que permite uma melhor integração com a água”, uma continuidade de terra e água seria o conceito desse projeto.

O objetivo com essa continuidade seria a criação de ilhas e pântanos ao longo do litoral fazendo com que absorvesse a força das tempestades e prever ruas com pavimentação porosa para evitar a inundação da cidade. Gás, energia elétrica, esgoto seriam transferidos para dutos à prova d’água debaixo da calçada. Estradas e edifícios seriam renovados para possuir mais vegetação e assim armazenar mais água pluvial.

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O período de implantação levaria em consideração a interdição de ruas, para tornar porosas além de mudar os dutos de infraestrutura da cidade para serem aprovas d’água e a renovação dos edifícios. Assim o projeto necessitaria de um longo tempo e grande investimento financeiro para se torna viável.

Proposta de malha para a proteção de Manhatan contra a elevação do nível do mar

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O aquecimento global simultaneamente com a elevação do nível do mar, ameaça à ilha de Manhatan, com ênfase na cidade de Nova York que após o furacão Sandy se tornou área de estudo para a busca de soluções contra esse tipo de efeito natural. Incentivando arquitetos e estudantes como Tingwei Xu e Zhang Xie da Universidade da Pensilvânia, propondo a elaboração de uma malha com um sistema membranoso, envolvendo a base dos edifícios e possibilitando o fluxo de pessoas sobre essa grelha.

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O material da malha é considerado eficaz por Xu e Xie, pois irá absorver e desviar a água para fora da superfície, como também permite a plantação de árvores e outras vegetações por sua porosidade.

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O projeto dos estudantes apesar da inviabilidade serve como pesquisa para os arquitetos já que o plástico é mais apto para acomodar as marés e desviá-las.

 

ARKTETONIX – Pâmela Gadelha e Rúbia Dutra

–        História do blog:

 Teve início com a ideia de arquivar trabalhos e pesquisas de faculdade de André Higuti, estudante de arquitetura e atual fundador e editor-chefe do blog. O conteúdo reunido aliado a sua vontade de criar um blog, resultou no blog Arktetonix, cujo nome é a junção da palavra Architektur (Arquitetura em alemão) e mix (mistura de ideias e informações no campo das artes).

Com o tempo e indicações o blog foi crescendo e se tornou um canal de divulgação de projetos, curiosidades, arte, design, produtos e tudo que cerca universo da arquitetura. Em pouco mais de um ano de existência, o blog ganhou Top2 – Casa e Decoração – Juri Acadêmico no evento TopBlog2011 e finalista no Top 100 do Top Blog.

 –        Organizado, fácil leitura e navegação;

–        Organizado em temas: Arquitetura, Design , Arte e subtemas: Urbano, Projeto, Casa e decoração, belíssimas casas, Arquitetura e reflexão, grandes arquitetos;

–        Equipe formada por jovens arquitetos e estudantes de arquitetura;

–        Oportunidade aos internautas em postar comentários, matérias ou serem futuros colunistas;

–        Mídia/ divulgação: Página no Facebook e Twitter. (23.800 pessoas curtem o blog e 947 seguidores no twitter);

–        Pesquisa Arktetonix: perfil do internauta

–        Há apenas um pequeno espaço reservado para publicidade.

Ame-Lot / Stephane Malka

Henrique Barsaglini, 16 de Julho de 2012.

Ame-Lot é um novo material desenvolvido pelo escritório francês Malka que será primeiramente utilizado em uma residência estudantil em Paris, em que paletes de madeira reutilizadas serão utilizadas na fachada e instaladas na estrutura existente. Além de criar uma aparência única ao edificio, o material evita a demolição e a utilização de novos materiais e consequentemente a emissão do gás carbônico.

O projeto consiste em uma fachada modular composta de centenas de paletes de madeira amarrados juntos com dobradiças, que os tornam articuláveis. Assim, é possível que os usuários ajustem a fachada de acordo com suas necessidades, controlando a incidência solar dentro do edifício e a ventilação. A placa quando totalmente aberta possui 2.40m de altura e 1.05 m de largura e 22.5cm de espessura.

Projetado para a rua Amelot em Paris, a área possui aproximadamente 450 metros quadrados e o custo está por volta de 417.000 dólares, sendo um projeto financeiramente viável e com potencial em futuros planos urbanos.

Afirmando que “arquitetura não pode existir em um sistema unilateral”, Malka acredita que AME-LOT é a solução sustentável.

Ano: 2011
Cidade: PARIS
Cliente: Privé
Área: 450m ²
Orçamento: 290 000 €
Equipe: Alice Barrois Architecte, Tristan Spella Infographiste
Entrega: Résidence Etudiante

VM Houses / PLOT = BIG + JDS

 André Higuti, 8 de agosto de 2012

O projeto é do escritório PLOT, fechado em 2001 e divididos em BIG (Bjarke Ingels Group) e JDS Architects. Consiste em um tetris tridimensional formado por mais de 80 tipologias de apartamentos.

Se todos somos diferentes, porque a maioria dos apartamentos são iguais? Esse é o conceito que do conjunto habitacional das VM Houses, construído em Ørestad, o novo bairro de Copenhague na capital da Dinamarca, o conjunto habitacional possui o formato das letras V e M quando observados em planta.

Esta forma surgiu da configuração inicial proposta para o local de construção. O terreno era quadrado sendo delimitado por dois canais. Um retângulo foi posto em cada extremidade com um espaço central para um pátio. Para garantir a vista dos apartamentos para a paisagem e tirar proveito da luz do sol da manhã, os arquitetos modificaram o ângulo do primeiro edifício o que condicionou a alteração do segundo bloco. Rompendo assim com a malha ortogonal de residências do entorno, eliminando as vistas entre os apartamentos e aproveitando ao máximo os limites das leis de zoneamento. O bloco eleva-se a 12 andares no sentido da nova cidade a oeste.

Baseando se na vida contemporânea, os apartamentos não possuem parede, são formados por um grande e único espaço, geralmente as tipologias são duplex ou triplex, formados por mais de 80 tipologias diferentes de plantas. Esses diferentes tipos de apartamentos entrelaçam-se em complexas composições na fachada, transformando o exterior das VM Houses num tetris tridimensional.

V-house foi concebida como apartamentos com varandas. O volume do edifício proporciona melhor luz, ventilação e vista para o entorno e ao sul possui varandas externas em balanço.

O acesso aos apartamentos acontece através de uma passagem exterior conectada a três torres de escada e elevadores, colocados em cada extremidade e um na parte central do V, conduzindo aos terraços.


Desenvolvimento de volumetria

M-house foi projetada como uma unidade habitacional, cuja lógica da laje diagonal utilizada na V-house é dividida em pequenas porções para a M-house. Neste projeto os corredores centrais, ligando todos os andares e apartamentos, são curtos e obtém luz natural de ambos os lados. Os terraços individuais estão ao sul e são alcançados a partir dos corredores centrais.

© Peter Guthrie

© Wojtek Gurak

Desenvolvimento da volumetria


Volumétrico da M-House


Volumétrico da V-House

OKA- Isay Weinfeld

Henrique Barsaglini, 22 de Julho de 2012.

Incorporado pela Idea!Zarvos, o projeto residencial de Isay Weinfeld está localizado no bairro da Vila Madalena e implantado entre as ruas Girassol e rua Senador César Lacerda Vergueiro em uma encosta de 19 metros. A topografia íngreme aliado a solicitação da construtora que o edifício contemplasse diferentes programas, direcionou o arquiteto em conceber uma construção escalonada.

Com apenas 8 unidades residenciais, os apartamentos variam de 360m2 a 550m2 e há andares que ora estão para frente, para trás, direita ou esquerda. O acesso é feito pela rua no ponto mais alto do terreno e acima deste nível serão oito pavimentos, sendo cinco apartamentos, um por andar (420m2), e um triplex. Abaixo do nível adotado como térreo, foram previstas duas unidades duplex (520m2) que dividem o pavimento com as garagens. E, por fim, dois andares abaixo foram destinados para espaços de lazer do edifício (academia, quadra de esportes, piscina, sauna e vestiários), além de um espaço comercial com acesso em nível pela rua de baixo (150m2) – o ponto mais baixo do terreno e a rua com movimento mais intenso.

O resultado final é um edifício que segue não só a topografia, mas dá continuidade à linguagem das casas escalonadas do entorno, aproveitando ao máximo à vista privilegiada e a arborização da região.

Entre 143 concorrentes ao redor do mundo, OKA recebeu o Mipim AR Future Projects Awards de melhor projeto residencial em 2011, prêmio oferecido pela revista inglesa Architecture Review desde 1896. É a segunda vez que Weinfeld conquista prêmio para a incorporadora Idea!Zarvos.

ARQ!BACANA – GIOVANNA PISTOIA E NICOLLI CARILLO

O Blog:

O Blog é bem dividido e bem informado, tem bastante imagens, plantas, vídeos, entre outros. Achamos interessante que em todas as matérias o site disponibiliza as fontes.

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O blog é dividido como mostra a imagem a cima, entre essas categorias, selecionamos as que achamos mais interessantes:

FÓRUM

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O tag FORUM serve para internautas discutirem ideias, trabalhos, as pessoas compartilham plantas, desenhos, informações, indicam revistas,palestras, entre outros. É uma troca de informações.

EVENTOS

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O tag EVENTOS é dividido em 2 partes:

-ARQ!TOUR            

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O ARQ!TUOR além de dar dicas de lugares com arquitetura interessante, ele te leva junto, basta acompanhar os dias e horários no site.

-ARQ!PALESTRA

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O ARQ!PALESTRA promove palestras com o objetivo de aprofundar a discussão sobre as questões arquitetônicas e urbanísticas da cidade de São Paulo e do Brasil.

Arq!Jobs

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No tag Arq!Jobs o internauta pode procurar um trabalho, o site mostra também quantas vagas tem disponível, além disso é dividido em: estagiário, arquiteto Junior, arquiteto pleno e arquiteto sênior, urbanista, paisagista, designer, engenheiro, projetista, vitinistra, cenografista, topografo, fotografo de arquitetura, entre outos. Além disso tem a opção de selecionar o estado que a pessoa deseja trabalhar.

Nesse tag você pode anunciar vagas também.

ARRANHA-CÉU

Os arranha-céus surgem na América por causa da ausência de tradição, é um país de desenvolvimento e prático, dispostos a inovações em diversos campos, e na arquitetura não foi diferente.

No lote há a possibilidade de multiplicar e com a invenção de Otis, o elevador, tudo fica mais fácil, há possibilidade de criar alguns pavimentos.

EDIFÍCIO A NOITE – RJ

Primeiro arranha-céu da América Latina aguarda reforma no Rio

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Considerado o primeiro arranha-céu da América Latina, com 102 metros de altura e 83 anos de história, o emblemático edifício carioca “A Noite” aguarda reformas após suspensão de três licitações. Escondido por uma tela de proteção, o prédio que recebeu intelectuais, celebridades e turistas, hoje convive com a degradação de sua fachada, fiações expostas e piso solto. Segundo o INPI – Instituto Nacional de Propriedade Intelectual, que administra o edifício, no primeiro semestre de 2013 será lançado novo edital para definir o “retrofit”

Do terraço, se vê a cratera pela qual a Prefeitura do Rio realiza obras de revitalização da zona portuária. No 22º andar, fotos de Emilinha Borba, Cauby Peixoto e Luiz Gonzaga ainda adornam os corredores da Rádio Nacional. Mas uma tela de proteção esconde da rua o primeiro arranha-céu da América Latina.

Em posição privilegiada na região em obras, o edifício A Noite aguarda reforma há anos. A tela que o esconde compõe aparalixo (andaime de proteção) para evitar que reboco da fachada caia nos pedestres. Os corredores têm fiações expostas e piso solto.

O prédio, inaugurado em 1929, marcou a história da engenharia e do rádio no país, e a virada no crescimento urbano da cidade.

Projetado pelos arquitetos francês Joseph Gire e brasileiro Elisiário da Cunha Bahiana em estilo art déco -sob encomenda do jornal “A Noite”, que instalou ali sua sede e lhe emprestou o nome-, o prédio foi o primeiro arranha-céu da América Latina. Foi superado anos depois pelo edifício Martinelli, em São Paulo.

O edifício está voltado para a baía de Guanabara, no coração urbano da zona portuária revitalizada. Em sua volta surgirão dois museus. A praça Mauá, à sua frente, se tornará um calçadão de 44 mil metros quadrados.

“Todo o esforço da prefeitura no processo de revitalização na região faz com que essas ambiências particulares ganhem nova vida. O MAR [Museu de Arte do Rio], o Museu do Amanhã, e a modernização do edifício A Noite permitirão que a praça Mauá retorne ao seu período de relevância”, disse Washington Fajardo, presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade, da prefeitura.

Três licitações para reforma do edifício já foram suspensas em 2012. De acordo com o INPI (Instituto Nacional de Propriedade Intelectual), que administra o prédio, será lançado no primeiro semestre de 2013 novo edital para definir o “retrofit”.

O atraso, diz o órgão, se deve a processo de tombamento no Iphan, que motivou alterações exigidas pela CGU (Controladoria Geral da União). O edifício já é preservado por decreto municipal.

A construção do prédio foi um marco na engenharia. Num cenário dominado por sobrados, a obra de 102 metros se tornou ponto turístico.

“Cada vez que colocavam uma laje, o pessoal festejava, batia palma”, disse o artista plástico Roberto Cabot, bisneto de Gire que prepara livro sobre as obras do francês.

Erguido em concreto armado, formou engenheiros que depois atuariam na construção de prédios na cidade. O principal nome é Emílio Baumgart, que participaria anos depois da obra do Palácio Gustavo Capanema.

“Foi uma grande escola tecnológica para a cidade do Rio. [Descobrir] como levar água para os andares mais altos… Nosso sistema de abastecimento não tinha força suficiente para levar água numa caixa d’água naquela altura”, afirmou o arquiteto e historiador Nireu Cavalcanti.

O edifício influenciou o Código de Obras na cidade. Com a sua conclusão, a segurança e viabilidade de edifícios altos foram aceitas, verticalizando as moradias.

O terraço se tornou um dos principais mirantes da cidade. Combinado com o movimento no porto, local de chegada de estrangeiros, fez a praça Mauá viver seu auge entre as décadas de 1930 e 1950.

O prédio também guarda a história do rádio do país. Nos últimos andares se instalou a Rádio Nacional.

“Os programas de Manoel Barcelos, Paulo Gracindo e Cesar de Alencar provocavam filas em volta do edifício. Todos ficavam encantados com a velocidade do elevador”, contou o locutor Gerdal dos Santos, funcionário da rádio há quase 60 anos.

A decadência da praça Mauá na década de 70, em razão das atividades portuárias, arrastou o edifício. O novo projeto de revitalização da região, com investimento de R$ 8 bilhões, atraiu interesse do setor hoteleiro no prédio.

Mas o INPI afirma que a intenção é manter a ocupação atual do imóvel, com dois andares destinados à Rádio Nacional. O prédio está sendo esvaziado sob expectativa da reforma. A rádio desocupou seu espaço.

“É importante que [a reforma] não perca o ‘timing’ das transformações que acontecem ali”, disse Fajardo.

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Fachada do edifício A Noite, comproteção para que o reboco não caia nos pedestres

EDIFÍCIO MARTINELLI – SP

Martinelli começa a resgatar o rosa original da década de 1920

 

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O primeiro arranha-céu da América Latina, o Edifício Martinelli, em obras de restauro desde 2008, terá o rosa original da sua fachada recuperado. 
            
 Localizado no Centro de São Paulo, entre as ruas São Bento, Líbero Badaró e a avenida São João, o prédio é um dos principais símbolos arquitetônicos do Brasil. O Edifício foi projetado em 1924 pelo seu idealizador, o italiano Giuseppe Martinelli, e inaugurado em 1929, com 20 andares. A construção foi alvo de polêmicas, pois, na época, as edificações com mais de 10 andares eram consideradas muito altas.

A visita ao Edifício Martinelli faz parte do roteiro ARQ!TOUR.

EDIFÍCIO PIRATINIGA SÃO PAULO

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Como num movimento em queda de peças de dominó enfileiradas, o escritório de arquitetura português OODA propôs unir dois blocos distintos num único volume para desenvolver o projeto do edifício Piratininga São Paulo, com 40 andares, que integre apartamentos de luxo, um hotel, espaços comuns, jardins e grandes varandas com vistas para a cidade de São Paulo.

Para desenvolver o projeto, os arquitetos pensaram em dois volumes com alturas diferentes encostados um ao outro, num formato que lembra uma pirâmide cortada ao meio. A sua forma orgânica, com lajes em balanço feitas de concreto armado aliadas a elementos translúcidos, cria diferentes pés direitos numa brincadeira visual entre cheios e vazios da fachada.

A sua estrutura permite a entrada de luz natural aos ambientes e direciona a ventilação para traduzir um melhor conforto térmico. O novo arranha-céu possui três diferentes componentes divididos por grandes vãos de áreas verdes.

Localizado numa área nobre, na zona sul da cidade de SP, o projeto procura fundir uma unidade destinada a apartamentos de alto padrão e a outra para abrigar uma área destinada ao turismo, ligados por espaços comuns, áreas permeáveis e destacar diferentes vistas da cidade.

O projeto tem previsão para iniciar as obras no ano de 2013 e para ficar pronta em 2017.

EDIFÍCIO PIRATINIGA SÃO PAULO
Arquitetura

OODA – Diogo Brito, Rodrigo Vilas-Boas, Francisco Lencastre, Duarte Fontes, Francisca Santos, Vania Coelho 

Data 2017
Área 70.000 m²
Local São Paulo, SP

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 Como num movimento de queda de peças de dominó enfileiradas, o escritório OODA propôs unir dois blocos distintos num único volume

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O projeto do edifício Piratininga São Paulo, com 40 andares, integra apartamentos de luxo, um hotel, espaços comuns, jardins e grandes varandas com vistas para SP

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O arranha-céu é estruturado por lajes em balanço feitas de concreto armado aliadas a elementos translúcidos

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A sua forma orgânica cria diferentes pés direitos numa brincadeira visual entre cheios e vazios da fachada

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O projeto foi iniciado no ano de 2012 e a obra tem previsão para ficar pronta em 2017

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A sua estrutura permite a entrada de luz natural aos ambientes e direciona a ventilação para traduzir um melhor conforto térmico

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O projeto funde um bloco de apartamentos de alto padrão a outro destinado ao turismo, ligados por espaços comuns, áreas permeáveis e destacar diferentes vistas da cidade

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O escritório português se inspirou em grandes obras arquitetônicas da cidade de São Paulo

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Estudo de volumetria

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Perspectiva ilustrada

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Perspectiva ilustrada

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Os arquitetos pensaram em dois volumes com alturas diferentes encostados um ao outro, num formato que lembra uma pirâmide cortada ao meio

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Corte

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Planta

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Planta

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Planta

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Planta

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O projeto está localizado numa área nobre, na zona sul da cidade de SP

 

Scrap Skyscraper

Arquitetos curitibanos do Projeto Coletivo apresentam proposta de arranha-céu feito de material reciclado

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Na beira dos rios Tietê e Pinheiros, um projeto traz diferentes tipos de arranha-céus modulares que se tornam marco urbano na cidade de São Paulo. Detalhe: a estrutura será construída através de material recolhido no lixo, é auto-sustentável e abrigará moradores de rua. Intrigante? Essa é a intenção dos arquitetos curitibanos do escritório Projeto Coletivo na proposta apresentada para o concurso internacional de ideias “2012 Skyscraper Competition”.

 
A concepção foi inspirada no estudo do arquiteto e urbanista da Universidade de São Paulo, Alexandre Delijaicov, que defende a proposta de uma São Paulo fluvial repleta de barcos transportando cargas até ecoportos com usinas de reciclagem de lixo, por meio de um anel hidroviário de 600 km de extensão.

Com os problemas latentes de uma grande metrópole, tais como desigualdade social, poluição e tráfego intenso de veículos, o projeto procura uma solução que irá afetar todos estes problemas através do lixo.

Segundo um dos idealizadores do projeto, arquiteto Giovanni Medeiros, o arranha-céu toma forma de protesto perante o descaso do uso da reciclagem. “Recebemos algumas críticas, alguns até acharam que seria uma favela verticalizada, mas nossa intenção é provar o contrário, mostrando que a reutilização de materiais pode criar muitas coisas”, disse.

Na proposta, a torre de uso misto terá moradias em seu corpo e uma espécie de usina de reaproveitamento de lixo na parte inferior. O objetivo é abrigar as pessoas que trabalham na fábrica, focados no perfil dos sem-tetos que vivem da coleta de lixo pela cidade.

O tronco central será a base para o crescimento vertical do arranha-céu, para o acesso aos pavimentos e da instalação do fornecimento de energia e água. Através dele, diferentes módulos habitacionais são acoplados e intercalam a volumetria da fachada, com alguns pontos em balanço em meio a um sistema estrutural de aço externo (exoesqueleto). 

A estrutura é constituída de peças abandonadas ou descartadas por antigas instalações industriais. Cada peça é catalogada e alimenta por um software que as organiza. O programa, baseado em algoritmos genéticos com retorno estrutural, encontra a combinação de peças disponíveis para formar a estrutura que melhor explora a verticalidade.

O módulo habitacional é feito de materiais pelo conceito upcycled – utiliza o que foi descartado e desperdiça o mínimo de energia – como pára-brisas, portas de carros ou geladeiras, que determinam a exclusividade da forma de cada edifício.

Scrap Skyscraper
Arquitetura
Projeto Coletivo – Giovanni Medeiros, Guilherme de Macedo, Rafael Ferraz, Rodolfo Parolin Hardy e Thiago Augustus Prenholato Alves

 

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A torre de uso misto terá moradias em seu corpo e uma espécie de usina de reaproveitamento de lixo na parte inferior

 

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A estrutura é constituída de peças abandonadas ou descartadas por antigas instalações industriais, cada peça é catalogada por um software que as organiza

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O programa encontra a combinação de peças disponíveis para formar a estrutura que melhor explora a verticalidade

 

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O tronco central será a base para o crescimento vertical do arranha-céu, para o acesso aos pavimentos e da instalação do fornecimento de energia e água

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O módulo habitacional é feito de materiais pelo conceito upcycled como pára-brisas, portas de carros ou geladeiras, que determinam a exclusividade da forma de cada edifício

Architizer – Caroline Lima e Marina Nicolino

“No Architizer, acreditamos que a internet pode transformar a forma como os arquitetos fazem negócios.”

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Ano de Inicio: 2009

Architizer conecta arquitetos a uma rede de colegas, fãs e potenciais clientes,e  se tornou o maior banco de dados e de mais rápido crescimento em linha de arquitetura.

No Blog  é executado  concursos , lista de empregos , e anunciado  eventos em todo o mundo. “Nosso blog publica o conteúdo de design mais relevante na web, atraindo um público de milhões de pessoas que discutem e partilham suas ideias e pensamentos através da mídia social.”

“Envie o seu trabalho para Architizer e apresentar sua empresa para a web social.”

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Na tag HOME encontramos os post mais recentes, e correndo a barra de tarefas  temos outras opções:

Continuação – Architizer – Caroline Lima e Marina Nicolino

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View All que contém todos os novos projetos postados.

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House.

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Apartamento.

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Interiores.

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Torres.

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Opção Mais: com restaurantes, Parques, Lojas, Escritórios, Banheiros e Museus.

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Na Tag Projeto: está composta pelos projetos mais recentes postados, e se você é cadastrado no site , você também pode adicionar o seu projeto.

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Pessoas de todo o mundo podem se conectar e postar os projetos que mais chamaram a atenção.

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O Blog faz uma lista de empresa existente no decorrer do Mundo, desde empresas e escritórios de arquitetos.

Continuação – Architizer – Caroline Lima e Marina Nicolino

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Na Parte News, é onde os usuários postam os projetos que foram de seus maior interesse, são apenas rápidas chamadas, e muitas vezes os projetos não possuem plantas ou cortes.

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Na área Jobs, estão as procuras de trabalho, com o nome da loja e localização.

 

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Na Parte Competição, estão todos os concursos que estão ocorrendo no decorrer do mundo para quem demonstrar interesse.

 

PROJETOS

 

Arquitetura de Noé: Os desenhos futuristas que vai nos salvar da próxima

Postado: 31 de outubro de 2012

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Coral Vincent Callebaut Reef Island, uma proposta para o Haiti. 

Nós certamente estamos observando que os níveis do mar estão aumentando com o passar dos anos, e quando se trata de projetos visionários para o futuro do ambiente construído,  os cenários de inundações dominam o projeto.

No nosso imaginário coletivo de arquitetura, o século seguinte parece um resort fantasioso em que os aeroportos e aldeias flutuantes dominam nossa imaginação, assim como mergulhar em piscinas e em rios que flutuam, e mobiliar os complexos de apartamentos flutuantes.

E agora que o pós-ciclone tropical Sandy  onde os túneis do metro de Nova York inundaram, não parece tão absurdo imaginar que uma frota de gôndolas passem por baixo da  Broadway.

Então para a preparação dos cenários de desastres, o desenho Futurista de Coral Vicent Callebaut Reef Island  mostra uma proposta para o Haiti. 

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O arquiteto e agricultor Belga, planejou no Haiti, uma arquitetura orgânica de recifes de coral. Sua proposta prevê um recife modular construído em cima de um cais artificial no Caribe. Na proposta ele prevê duas colinas onduladas de módulos de madeira, com um vale central, com terraços construídos, com grandes jardins. Os módulos formam casas passivas que poderia abrigar mais de mil famílias haitianas para a próxima catástrofe.

Caixas empilháveis ​​- Habitação de Estudantes

Arquitetos OIF

Postado: 06 de novembro de 2012

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Edifício: Apartamento CESTA

Arquiteto: Arquitetos OIF

Localização: Paris, França

Este conjunto habitacional, que funciona como dormitórios de estudantes, situa-se em um local de longo e estreito em um novo corredor urbano norte de Paris Parc de la Vilette. O desenho consiste em três conjuntos de deslocamento do tipo caixa de módulos, ligados um ao outro por pontes fechadas. O piso térreo correndo ao longo do norte a sul é programado com espaços coletivos de estudantes, incluindo lounges, espaços de trabalho, galerias, pátios e até verdes. Olhando para cima, cada um dos volumes cúbicos ou “cestas” são orientadas aleatoriamente para vistas diferentes, um dispositivo formal que ajuda a quebrar a imensidão do projeto.  o complexo de 11 andares é sustentada por uma estrutura, que encerra corredores profundos Com duplo espaço coletivo. O teto de cada cluster é coberto com painéis fotovoltaicos-300m ² em toda parte onde gera eletricidade, enquanto que a água da chuva é coletada para regar os espaços verdes em todo o edifício. 

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Grandes planos de “Torres de dança” para Coconut Grove

 

Postado: 31 de outubro de 2012

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BIG está de volta, e com um novo projeto. A empresa lançou uma tonelada de representações de seu esquema de Coconut Grove de condomínio para o “Grove no Grand Bay” – projeto de desenvolvimento. O plano, que será situado na parte de”prestígio” da cidade, com fácil acesso a uma marina, centros culturais, e, naturalmente escolas privadas, tem vindo a fazer ondas para os dois “Waltzing” torres que ficam bem no meio dele. 

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O par de 20 andares de torres irá pairar sobre Bay Veleiro, enfrentando centro de Miami à distância. O edifício será levantado numa grande riqueza botânica em um parque ajardinado, projetado por Raymond Jungles.

O arquiteto diz que por causa da maneira como as torres responde uns aos outros e ao seu contexto urbano, ou seja, a criação de novos espaços públicos e poços de luz entre seus suportes, o programa vai ajudar a trazer o “condomínio de Miami ao seu estado mais evoluído”. ele deve ter falado sobre o carro na garagem clandestina, piscinas na cobertura múltiplos, eo animal de estimação-sauna há um para ocupantes humanos do edifício, também, e um que é um bom naquele complexo irá oferecer. Por outro lado, se ele quer dizer a altura integral dos painéis de janela de correr, que abrem as residências para o Grand Vista do mar.

Apenas 96 unidades serão disponibilizados para compra, fazendo deste um dos endereços mais exclusivos de Miami.

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Gang Estúdio – Torre High Line

Postado: 01 de novembro de 2012

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Gang Jeanne está prestes a fazer sua estréia em Nova York, como o arquiteto baseada em Chicago, acaba de lançar o mais recente projeto planejado para a fronteira de Nova York’s amado High Line. A torre de escritórios de 180.000 metros quadrados, com varejo do nível do solo irá substituir uma já existente, planta frigorífica em desuso ao longo da Avenida 10 entre as ruas 13 e 14. Ele contará com uma fachada de vidro, que é inteligente forma de evitar a interrupção do ar, luz e vista do High Line.

 

Apelidado de Carve Solar Tower, o arranha-estrutura está aguardando a aprovação da cidade e está previsto para ser concluído em 2015.

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Resolução de Nova York Zoneamento de 1916, que exigia que arranha-céus ser afastado da rua à medida que sobem para cima, foi a primeira lei americana para abordar a relação do edifício alto para o espaço da cidade. Ao colocar as regras em vigor para garantir o direito do público à luz do sol e ar fresco sem explicitamente limitar a altura do highrise, planejadores iniciais e funcionários eleitos foram capazes de priorizar benefício público sobre os interesses particulares de área útil ilimitada e granel. Knowles Ralph, um professor da Universidade do Sul da Califórnia na década de 1980, ampliou o conceito de acesso solar como um princípio de zoneamento, introduzindo “o envelope solar”, como um guia para a formação formulário edifício. Quando um novo edifício cumpre os limites desenvolvidos pela pesquisa Knowles, o acesso solar para propriedades vizinhas é mantido durante as principais de energia que recebem momentos do dia e da temporada. A luz solar é tratado como um recurso valioso, e direito de todos à colheita é garantido.

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Enquanto essas ordenanças e envelopes são específicos para latitudes e horas do dia, em cada cidade, no entanto, produz espaços que desafiam sua lógica. Em Nova York, que o espaço é o High Line. Aberto ao público no Verão de 2009, o High Line é o resultado fortuito de um esforço de base para salvar uma linha de trem abandonada elevada em Lower Manhattan e da vegetação que espontaneamente overgrew-lo. Agora convertido em um parque popular linear, o High Line é um fenômeno público que não está no reino da rua, mas no centro da estrutura da cidade bloco. Enquanto esta condição única torna um espaço urbano extraordinário verde, isso também significa que ela está em perigo, em vez de protegidos pelas normas de zoneamento revés.

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Nosso Solar Carve Torre emprega uma reviravolta surpreendente para a lógica tradicional de zoneamento para resolver esta situação. Projetado para um site que faz fronteira com o High Line, a leste com a abertura grande da Décima Avenida, a Estrada de Lincoln, e do Rio Hudson para o oeste, o projeto propõe a luz invertendo e retrocessos de ar da rua já bem exposta ao High Line, a fim de priorizar o parque de centro de bloco. Relações geométricas entre um prédio e caminho do sol, bem como a viewshed entre o parque eo Hudson, orientar a barba e dar forma da torre. O resultado é uma fachada jóia-como a que mostra o potencial interessante de arquitetura de noções expandidas de energia solar-driven-zoneamento e um arranha-céu que aumenta a vida pública da cidade de maneiras que um ícone independente não pode.

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