ARQ!BACANA – GIOVANNA PISTOIA E NICOLLI CARILLO

O Blog:

O Blog é bem dividido e bem informado, tem bastante imagens, plantas, vídeos, entre outros. Achamos interessante que em todas as matérias o site disponibiliza as fontes.

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O blog é dividido como mostra a imagem a cima, entre essas categorias, selecionamos as que achamos mais interessantes:

FÓRUM

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O tag FORUM serve para internautas discutirem ideias, trabalhos, as pessoas compartilham plantas, desenhos, informações, indicam revistas,palestras, entre outros. É uma troca de informações.

EVENTOS

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O tag EVENTOS é dividido em 2 partes:

-ARQ!TOUR            

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O ARQ!TUOR além de dar dicas de lugares com arquitetura interessante, ele te leva junto, basta acompanhar os dias e horários no site.

-ARQ!PALESTRA

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O ARQ!PALESTRA promove palestras com o objetivo de aprofundar a discussão sobre as questões arquitetônicas e urbanísticas da cidade de São Paulo e do Brasil.

Arq!Jobs

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No tag Arq!Jobs o internauta pode procurar um trabalho, o site mostra também quantas vagas tem disponível, além disso é dividido em: estagiário, arquiteto Junior, arquiteto pleno e arquiteto sênior, urbanista, paisagista, designer, engenheiro, projetista, vitinistra, cenografista, topografo, fotografo de arquitetura, entre outos. Além disso tem a opção de selecionar o estado que a pessoa deseja trabalhar.

Nesse tag você pode anunciar vagas também.

ARRANHA-CÉU

Os arranha-céus surgem na América por causa da ausência de tradição, é um país de desenvolvimento e prático, dispostos a inovações em diversos campos, e na arquitetura não foi diferente.

No lote há a possibilidade de multiplicar e com a invenção de Otis, o elevador, tudo fica mais fácil, há possibilidade de criar alguns pavimentos.

EDIFÍCIO A NOITE – RJ

Primeiro arranha-céu da América Latina aguarda reforma no Rio

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Considerado o primeiro arranha-céu da América Latina, com 102 metros de altura e 83 anos de história, o emblemático edifício carioca “A Noite” aguarda reformas após suspensão de três licitações. Escondido por uma tela de proteção, o prédio que recebeu intelectuais, celebridades e turistas, hoje convive com a degradação de sua fachada, fiações expostas e piso solto. Segundo o INPI – Instituto Nacional de Propriedade Intelectual, que administra o edifício, no primeiro semestre de 2013 será lançado novo edital para definir o “retrofit”

Do terraço, se vê a cratera pela qual a Prefeitura do Rio realiza obras de revitalização da zona portuária. No 22º andar, fotos de Emilinha Borba, Cauby Peixoto e Luiz Gonzaga ainda adornam os corredores da Rádio Nacional. Mas uma tela de proteção esconde da rua o primeiro arranha-céu da América Latina.

Em posição privilegiada na região em obras, o edifício A Noite aguarda reforma há anos. A tela que o esconde compõe aparalixo (andaime de proteção) para evitar que reboco da fachada caia nos pedestres. Os corredores têm fiações expostas e piso solto.

O prédio, inaugurado em 1929, marcou a história da engenharia e do rádio no país, e a virada no crescimento urbano da cidade.

Projetado pelos arquitetos francês Joseph Gire e brasileiro Elisiário da Cunha Bahiana em estilo art déco -sob encomenda do jornal “A Noite”, que instalou ali sua sede e lhe emprestou o nome-, o prédio foi o primeiro arranha-céu da América Latina. Foi superado anos depois pelo edifício Martinelli, em São Paulo.

O edifício está voltado para a baía de Guanabara, no coração urbano da zona portuária revitalizada. Em sua volta surgirão dois museus. A praça Mauá, à sua frente, se tornará um calçadão de 44 mil metros quadrados.

“Todo o esforço da prefeitura no processo de revitalização na região faz com que essas ambiências particulares ganhem nova vida. O MAR [Museu de Arte do Rio], o Museu do Amanhã, e a modernização do edifício A Noite permitirão que a praça Mauá retorne ao seu período de relevância”, disse Washington Fajardo, presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade, da prefeitura.

Três licitações para reforma do edifício já foram suspensas em 2012. De acordo com o INPI (Instituto Nacional de Propriedade Intelectual), que administra o prédio, será lançado no primeiro semestre de 2013 novo edital para definir o “retrofit”.

O atraso, diz o órgão, se deve a processo de tombamento no Iphan, que motivou alterações exigidas pela CGU (Controladoria Geral da União). O edifício já é preservado por decreto municipal.

A construção do prédio foi um marco na engenharia. Num cenário dominado por sobrados, a obra de 102 metros se tornou ponto turístico.

“Cada vez que colocavam uma laje, o pessoal festejava, batia palma”, disse o artista plástico Roberto Cabot, bisneto de Gire que prepara livro sobre as obras do francês.

Erguido em concreto armado, formou engenheiros que depois atuariam na construção de prédios na cidade. O principal nome é Emílio Baumgart, que participaria anos depois da obra do Palácio Gustavo Capanema.

“Foi uma grande escola tecnológica para a cidade do Rio. [Descobrir] como levar água para os andares mais altos… Nosso sistema de abastecimento não tinha força suficiente para levar água numa caixa d’água naquela altura”, afirmou o arquiteto e historiador Nireu Cavalcanti.

O edifício influenciou o Código de Obras na cidade. Com a sua conclusão, a segurança e viabilidade de edifícios altos foram aceitas, verticalizando as moradias.

O terraço se tornou um dos principais mirantes da cidade. Combinado com o movimento no porto, local de chegada de estrangeiros, fez a praça Mauá viver seu auge entre as décadas de 1930 e 1950.

O prédio também guarda a história do rádio do país. Nos últimos andares se instalou a Rádio Nacional.

“Os programas de Manoel Barcelos, Paulo Gracindo e Cesar de Alencar provocavam filas em volta do edifício. Todos ficavam encantados com a velocidade do elevador”, contou o locutor Gerdal dos Santos, funcionário da rádio há quase 60 anos.

A decadência da praça Mauá na década de 70, em razão das atividades portuárias, arrastou o edifício. O novo projeto de revitalização da região, com investimento de R$ 8 bilhões, atraiu interesse do setor hoteleiro no prédio.

Mas o INPI afirma que a intenção é manter a ocupação atual do imóvel, com dois andares destinados à Rádio Nacional. O prédio está sendo esvaziado sob expectativa da reforma. A rádio desocupou seu espaço.

“É importante que [a reforma] não perca o ‘timing’ das transformações que acontecem ali”, disse Fajardo.

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Fachada do edifício A Noite, comproteção para que o reboco não caia nos pedestres

EDIFÍCIO MARTINELLI – SP

Martinelli começa a resgatar o rosa original da década de 1920

 

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O primeiro arranha-céu da América Latina, o Edifício Martinelli, em obras de restauro desde 2008, terá o rosa original da sua fachada recuperado. 
            
 Localizado no Centro de São Paulo, entre as ruas São Bento, Líbero Badaró e a avenida São João, o prédio é um dos principais símbolos arquitetônicos do Brasil. O Edifício foi projetado em 1924 pelo seu idealizador, o italiano Giuseppe Martinelli, e inaugurado em 1929, com 20 andares. A construção foi alvo de polêmicas, pois, na época, as edificações com mais de 10 andares eram consideradas muito altas.

A visita ao Edifício Martinelli faz parte do roteiro ARQ!TOUR.

EDIFÍCIO PIRATINIGA SÃO PAULO

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Como num movimento em queda de peças de dominó enfileiradas, o escritório de arquitetura português OODA propôs unir dois blocos distintos num único volume para desenvolver o projeto do edifício Piratininga São Paulo, com 40 andares, que integre apartamentos de luxo, um hotel, espaços comuns, jardins e grandes varandas com vistas para a cidade de São Paulo.

Para desenvolver o projeto, os arquitetos pensaram em dois volumes com alturas diferentes encostados um ao outro, num formato que lembra uma pirâmide cortada ao meio. A sua forma orgânica, com lajes em balanço feitas de concreto armado aliadas a elementos translúcidos, cria diferentes pés direitos numa brincadeira visual entre cheios e vazios da fachada.

A sua estrutura permite a entrada de luz natural aos ambientes e direciona a ventilação para traduzir um melhor conforto térmico. O novo arranha-céu possui três diferentes componentes divididos por grandes vãos de áreas verdes.

Localizado numa área nobre, na zona sul da cidade de SP, o projeto procura fundir uma unidade destinada a apartamentos de alto padrão e a outra para abrigar uma área destinada ao turismo, ligados por espaços comuns, áreas permeáveis e destacar diferentes vistas da cidade.

O projeto tem previsão para iniciar as obras no ano de 2013 e para ficar pronta em 2017.

EDIFÍCIO PIRATINIGA SÃO PAULO
Arquitetura

OODA – Diogo Brito, Rodrigo Vilas-Boas, Francisco Lencastre, Duarte Fontes, Francisca Santos, Vania Coelho 

Data 2017
Área 70.000 m²
Local São Paulo, SP

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 Como num movimento de queda de peças de dominó enfileiradas, o escritório OODA propôs unir dois blocos distintos num único volume

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O projeto do edifício Piratininga São Paulo, com 40 andares, integra apartamentos de luxo, um hotel, espaços comuns, jardins e grandes varandas com vistas para SP

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O arranha-céu é estruturado por lajes em balanço feitas de concreto armado aliadas a elementos translúcidos

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A sua forma orgânica cria diferentes pés direitos numa brincadeira visual entre cheios e vazios da fachada

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O projeto foi iniciado no ano de 2012 e a obra tem previsão para ficar pronta em 2017

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A sua estrutura permite a entrada de luz natural aos ambientes e direciona a ventilação para traduzir um melhor conforto térmico

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O projeto funde um bloco de apartamentos de alto padrão a outro destinado ao turismo, ligados por espaços comuns, áreas permeáveis e destacar diferentes vistas da cidade

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O escritório português se inspirou em grandes obras arquitetônicas da cidade de São Paulo

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Estudo de volumetria

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Perspectiva ilustrada

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Perspectiva ilustrada

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Os arquitetos pensaram em dois volumes com alturas diferentes encostados um ao outro, num formato que lembra uma pirâmide cortada ao meio

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Corte

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Planta

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Planta

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Planta

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Planta

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O projeto está localizado numa área nobre, na zona sul da cidade de SP

 

Scrap Skyscraper

Arquitetos curitibanos do Projeto Coletivo apresentam proposta de arranha-céu feito de material reciclado

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Na beira dos rios Tietê e Pinheiros, um projeto traz diferentes tipos de arranha-céus modulares que se tornam marco urbano na cidade de São Paulo. Detalhe: a estrutura será construída através de material recolhido no lixo, é auto-sustentável e abrigará moradores de rua. Intrigante? Essa é a intenção dos arquitetos curitibanos do escritório Projeto Coletivo na proposta apresentada para o concurso internacional de ideias “2012 Skyscraper Competition”.

 
A concepção foi inspirada no estudo do arquiteto e urbanista da Universidade de São Paulo, Alexandre Delijaicov, que defende a proposta de uma São Paulo fluvial repleta de barcos transportando cargas até ecoportos com usinas de reciclagem de lixo, por meio de um anel hidroviário de 600 km de extensão.

Com os problemas latentes de uma grande metrópole, tais como desigualdade social, poluição e tráfego intenso de veículos, o projeto procura uma solução que irá afetar todos estes problemas através do lixo.

Segundo um dos idealizadores do projeto, arquiteto Giovanni Medeiros, o arranha-céu toma forma de protesto perante o descaso do uso da reciclagem. “Recebemos algumas críticas, alguns até acharam que seria uma favela verticalizada, mas nossa intenção é provar o contrário, mostrando que a reutilização de materiais pode criar muitas coisas”, disse.

Na proposta, a torre de uso misto terá moradias em seu corpo e uma espécie de usina de reaproveitamento de lixo na parte inferior. O objetivo é abrigar as pessoas que trabalham na fábrica, focados no perfil dos sem-tetos que vivem da coleta de lixo pela cidade.

O tronco central será a base para o crescimento vertical do arranha-céu, para o acesso aos pavimentos e da instalação do fornecimento de energia e água. Através dele, diferentes módulos habitacionais são acoplados e intercalam a volumetria da fachada, com alguns pontos em balanço em meio a um sistema estrutural de aço externo (exoesqueleto). 

A estrutura é constituída de peças abandonadas ou descartadas por antigas instalações industriais. Cada peça é catalogada e alimenta por um software que as organiza. O programa, baseado em algoritmos genéticos com retorno estrutural, encontra a combinação de peças disponíveis para formar a estrutura que melhor explora a verticalidade.

O módulo habitacional é feito de materiais pelo conceito upcycled – utiliza o que foi descartado e desperdiça o mínimo de energia – como pára-brisas, portas de carros ou geladeiras, que determinam a exclusividade da forma de cada edifício.

Scrap Skyscraper
Arquitetura
Projeto Coletivo – Giovanni Medeiros, Guilherme de Macedo, Rafael Ferraz, Rodolfo Parolin Hardy e Thiago Augustus Prenholato Alves

 

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A torre de uso misto terá moradias em seu corpo e uma espécie de usina de reaproveitamento de lixo na parte inferior

 

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A estrutura é constituída de peças abandonadas ou descartadas por antigas instalações industriais, cada peça é catalogada por um software que as organiza

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O programa encontra a combinação de peças disponíveis para formar a estrutura que melhor explora a verticalidade

 

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O tronco central será a base para o crescimento vertical do arranha-céu, para o acesso aos pavimentos e da instalação do fornecimento de energia e água

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O módulo habitacional é feito de materiais pelo conceito upcycled como pára-brisas, portas de carros ou geladeiras, que determinam a exclusividade da forma de cada edifício

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