Confluências e Divergências dos Conceitos da Arquitetura Tradicional Japonesa nas Obras do Sanaa

Texto por Tayná Koren

O presente trabalho surge da busca para entender o que eu sentia de tão especial na arquitetura japonesa. De forma geral, a cultura japonese sempre me pareceu ser mais profunda do que nós, ocidentais, conseguíssemos compreender sem muito estudo e aprofundamento na cultura. Minha curiosidade, me fez virar uma grande fã dos filmes do Hayao Miyazaki e através dessa pesquisa pude entender alguns conceitos japoneses que o Miyazaki expressa em seus filmes. Mais tarde, estudando arquitetura, um querido professor me apresentou o escritório Sanaa, me explicou sobre a incrível espacialidade a sensibilidade estética do escritório.
Diante disso, surgiu uma vontade de pesquisar quais conceitos tradicionais japoneses ainda estariam muito presentes na arquitetura japonesa contemporânea. A pesquisa se apoia no estudo dos conceitos em duas obras: a Casa Moriyama, do Ryue Nishizawa e a Casa S, do Sanaa.O escritório Sanaa tem grande relevância no cenário internacional e isso é evidenciado pelo prêmios que o escritório recebeu, entre eles como, Leão de Ouro da Bienal de Veneza (2004);o Premio Rolf Schock de Artes Visuais em Estocolmo(2005); o Kunstpreis Berlin da Academia de Artes de Berlin(2007) e o Prêmio Pritzker(2010)

A arquitetura projetada por Kazuyo Sejima e Ryue Nishizawa possui, em predominância o uso de vidro e da cor branca e através dessa materialidade e da disposição do espaço, eles discutem a questão dos limites entre interior e exterior, fazendo com que esses limites se confundam. A transparência é trabalhada através de reflexão e opacidades diferentes, isso cria uma obra leve e etérea, somando a isso a volumetria e organização dos espaços propostos por eles criam uma arquitetura com complexidade espacial. Essa arquitetura foi descrita por Toyo Ito como arquitetura diagrama, pois o projeto desenvolvido pelo Sanaa é uma materialização de um diagrama. Sejima e Nishizawa pensa a arquitetura em forma de diagrama e isso é descrito por Marina Acayaba:

“Por meio das plantas o diagrama converte-se em realidade, utilizando-se, em sua construção, dos matérias e as cores do diagrama inicial. A espacialidade resultante desse processo é abstrata – sem textura , massa ou cheiro -, e representa exatamente o mesmo tipo de experiência espacial que vivenciaríamos se fosse possível caminhar dentro das cidades e dos edifícios de um jogo de computador, ainda de acordo com a analogia de Toyo Ito”

ACAYABA (2019)

  O interesse pela complexidade nas obras do Sanaa foi o que deu origem a esse trabalho, mas para ir além e entender os conceitos tradicionais japoneses foi necessário estudar sobre como esses conceitos eram aplicados na arquitetura. A habitação tradicional japonesa foi o principal objeto de estudo, visto que é nele onde a maioria dos conceitos estão evidenciados. O objetivo desse trabalho é entender os as confluências e divergências dos conceitos da arquitetura tradicional japonesa nas obras do Sanaa. O texto é estruturado para responder a perguntar: o que tem de tradicional na arquitetura do Sanaa que é considerada tão contemporânea?

Diante disso, o segundo capítulo aborda conceitos tradicionais japoneses como Ma e Wabi Sabi e como estes são aplicados na arquitetura antiga. Além dos elementos Koshi, Shoji e Yoshizu que possui um fio unificador: a luz e sombra na arquitetura japonesa. O terceiro capitulo é uma apresentação sobre a Casa S e a Casa Moriyama e como esses conceitos são aplicados em casa uma delas.

2.Conceitos arquitetura tradicional japonesa

A cerimonia do chá, conhecida com chanoyu é um encontro entre pessoas para se beber o “matcha”, um chá verde pulverizado. O mestre Sem no Rikyu foi responsável por uma grande mudança na cerimônia e na cultura japonesa. Até o período Momoyama, antes do Sem Rikyu, os rituais eram extravagantes, em espaços com arquiteturas luxuosa, utilizando utensílios caros. Contrário a isso, nasceu o wabi-cha, criada pelo Murata Juko, essa cerimonia busca apreciar a beleza e simplicidade das coisas e viver a efemeridade. Sen no Rikyu foi quem difundiu amplamente esse conceito, pois estava em uma posição política favorável e isso mudou profundamente a visão estética dentro da cultura japonesa. Esse primeiro conceito de Wabi-sabi citado na cerimônia do chá foi essencial para o entendimento da arquitetura japonesa. Além disso, estudei também o conceito de Ma e de três elementos arquitetônicos que trabalham a luz e sombra de maneira única na arquitetura japonês, o Koshi, Shoji e Yoshizu, esses conceitos são fundamentais para o entendendo da arquitetura tradicional japonesa

2.1 WABI SABI

A palavras Wabi significa o reconhecimento da beleza encontrada na simplicidade, seria aceitar e ver beleza nas coisas como elas são. Já Sabi pode ser definido como algo que mostra sinais de envelhecimento, patina, aparência antiga. Assim, mentalidade Wabi Sabi é a valorização da beleza revelada no uso e no desgaste dos materiais. No livro Em Lovour a Sombra de J. Tanizaki, ele descreve essa beleza dos desgastes do material:

“Problema maior foi escolher o aparelho sanitário. Como todos sabem, os disponíveis no mercado são todos imaculadamente brancos e têm detalhes metálicos brilhantes. Por meu gosto, optaria por vasos de madeira, um exclusivamente masculino e outro feminino. A madeira encerada seria ainda melhor, mas mesmo sem nenhum acabamento esse tipo de material adquire tonalidade escurecida com o passar do tempo, e o atraente desenho dos veios proporciona curioso efeito relaxante.”

(TANIZAKI, 2017)

“De modo geral, nós, os japoneses, sentimos desassossego diante de objetos cintilantes. No ocidente, prata, ferro ou cobre são usados na fabricação de aparelhos de jantar e talheres, os quais são polidos até brilhar, coisa que não apreciamos. Às vezes, fazemos chaleiras, taças e frascos de saquê de prata, mas não os lustramos. Ao contrário, apraz-nos observar o tempo marcar sua passagem esmaecendo o brilho do metal, queimando e esfumaçando sua superfície.”

 

(TANIZAKI, 2017)

É interessante perceber que Tanizaki descreve como a passagem do tempo se manifesta fisicamente nos objetos, refletindo assim a mentalidade Wabi sabi. A técnica japonesa Kintsugi, seria outra forma de Wabi sabi, pois ela consiste em reparar as peças de cerâmica quebradas, utilizando cola misturada com pó de ouro, prata ou platina. Mostrando assim a importância de valorizar imperfeições nos materiais e a passagem do tempo.

Na arquitetura Wabi sabi, pode-se entender o Wabi sabi pelas materialidades que marcam essa passagem do tempo, a imagem abaixo de uma casa tradicional japonesa exemplifica isso. O primeiro elemento seria o Doma, chão de terra batido, que mostra toda a passagem do tempo, o segundo seria as madeiras, já descritas no trecho do livro em louvor a sombra. Diante disso, entende-se que esse conceito seria um convite para refletir sobre o passado, a impermanência das coisas e a mortalidade, isso fica evidente no livro do Tanizaki, pois ele descreve todos esses materiais Wabi sabi refletindo sobre o passado e a impermanência.

Fonte: Tese MICHIKO OKANO

2.2.MA

O Conceito japonês Ma é muitas vezes descrito como espaço vazio, isso dificulta o entendimento dos ocidentais, pois vazio seria algo que tem falta , que não contem nada. Mas o Ma vai muito além disso.  Na tese do Michiko Okano ele descreve essa diferença do vazio oriental e ocidental e caracteriza o Ma.

Deve-se lembrar que há uma contradição na acepção mais comum do termo “vazio” na língua portuguesa: onde não tem nada, e contém ar. Ora, se o ar é um elemento essencial e necessário para a nossa sobrevivência, não se pode considerá-lo como nada. O espaço “vazio” do Ma, no sentido ocidental, refere-se normalmente apenas à sua fisicalidade ou à sua visualidade (como a coisa aparece aos olhos) no modo de estar objetivada, mas não no sentido da visibilidade, que inclui o sentido semiótico (como aparece aos olhos da mente) (…)Desse modo, o espaço vazio físico, apesar de invisível, pode conter possibilidades de ser pleno na sua semântica. Talvez seja mais apropriado no Ocidente, para evitar mal-entendidos, afirmar que Ma é um espaço radicalmente disponível, em vez de denominá-lo como vazio. Ou seja, uma disponibilidade a mutações, num entendimento do mundo como sistema, onde há um entrecruzamento entre diversas variáveis e dinâmicas e a sua organização atualiza-se na sua construtibilidade, que é sempre passageira.

OKANO (2017)

Exemplo que ilustra esse espaço radicalmente disponível são os filmes do Hayao Miyazaki. Os filmes dele têm uma pausa na trama, um momento poético. Esse fenômeno foi descrito pelo crítico Robert Ebert como movimento gratuito. Em uma entrevista com o Miyazaki, Ebert descreve esse momento:

Em vez de todo momento ser ditado pela história, as vezes os personagens vão apenas sentar por um momento, ou vão suspirar ou olhar um córrego, ou fazer algo extra. Não para avançar a história, mas apenas para dar uma sensação de tempo, de espaço e de quem eles são.

EBERT(2002)

Após Robert Ebert dizer isso, Hayao Miyazaki respondeu que se tem uma palavra no Japão para isso, é chamada de MA. No filme, a Viagem de Chihiro, existe uma cena que se encaixa perfeitamente na definição do Ma, quando o Sem Rosto e a Chihiro entram no trem para uma viagem. Durante esse trecho não acontece nada que continue a história, é a apenas uma viagem que passa o espaço-tempo.

Na arquitetura, o Ma também está presente, ele é bem representando pela coexistência entre interno e externo, são os espaços de transições sem nenhum uso muito definido. Uma Engawa, varanda tradicional das casas japonês, simboliza bem o Ma. Ela possui uma espacialidade ambígua sendo ao mesmo tempo interno e externo, na foto ao lado é possível ver a Engawa. A cobertura cria uma espacialidade interna, mas por de baixo da cobertura temos dois pisos, um externo e o outro externo, criando, assim, essa espacialidade ambígua. Além disso temos o shoji, porta de correr translucida, que faz o papel do fechamento vertical que limita o que é dentro e fora, mas essa porta pode ser aberta permitindo uma interação entre externo e interno.

Engawa apresenta-se como uma extensão do ambiente interno, mas invadida pelos elementos externos: pela luz, pelo vento e pela visão da paisagem externa. Cria-se, assim, uma zona ambivalente de conexão, entendida tanto como externa quanto como interna, prenhe de possibilidades de ações, isto é, uma espacialidade Ma.

OKANO (2017)

Fonte: Tese MICHIKO OKANO

Para OKANO, uma espacialidade Ma na arquitetura seria um espaço “ de disponibilidade, flexibilidade e continuidade espacial. ”

“Ma é simultaneamente intervalo, vazio e entre-espaço. Ele separa, ata e instala uma respiração, uma flutuação e uma incompletude que engendra essa relação do tempo ao infinito própria ao Japão. O intervalo instaura, simultaneamente, uma distância e uma dinâmica, um vazio e uma pluralidade de sentidos. ”

                                                                      (BUCI-GLUCKSMAN, 2001)

2.3 Luz e sombra (Koshi, Shoji e Yoshizu )


A estética japonesa se baseia muito no jogo de luz e sombra, isso fica evidente nos trechos citados a cima do livro em louvor a sombra. A sombra na arquitetura tem capacidade de transformar um ambiente e despertar curiosidade para desvendar a arquitetura. A três elementos arquitetônicos que reforçam esse gosto pela sombra Koshi, Shoji e Yoshizu

O Koshi é uma treliça tradicional das casas urbanas, tem como principal função trazer essa luz difusa entre o espaço externo e interno das casas, ao lado uma imagem. O shoji é um painel corrediço de madeira preenchidos com papel translúcido, muito usado em diversas partes da casa tanto em área externas como em áreas internas. Esse elemento permite entrada de uma luz filtrada. O Yoshizu é uma persiana de bambu usada no entorno das varandas das casas, também são utilizadas no interior das casas para delimitar espaços temporariamente. Esses elementos trazem além da questão da luz e sombra, a visibilidade e permeabilidade, delimitando espaços e visuais. A partir disso, foi necessário entender mais sobre as duas obras escolhidas para análise e depois entender como esses conceitos se aplicam nessa arquitetura

Koshi | Fonte: Tese Lívia Rebellato
Shoji | Fonte: Tese Lívia Rebellato

Yoshizu| Fonte: Tese Lívia Rebellato

3. Confluências e divergências dos conceitos da arquitetura tradicional japonesa nas obras do Sanaa

3.1 Casa Moriyama

Localização: Tóquio, Japão

Data de construção: 2005

Autor: Ryue Nishizawa

Área: 263.08 m²

Programa: sala para convidados, cozinha, sala de família, sala de festas, dormitório, estúdio, sala de estar

Fonte: Tese Marina Acayaba

Blocos brancos soltos em um terreno, uma casa aberta para rua, isso chama muito atenção ao ver pela primeira vez a casa Moriyama. Diferente das casas tradicionais que conhecemos e destoando do seu entorno imediato, a casa Moriyama lembra um pequeno vilarejo no meio da floresta. Ela é implantada através blocos soltos em um terreno de 22x 13 m e possui de 55% do seu terreno livre. A vegetação e a disposição dos volumes garantem privacidade da casa em relação a rua e em relação com os diferentes blocos. Isso permite que o morador use a casa de forma autônoma ou de forma agrupada, podendo assim alugar algumas partes da casa e modificar os usos dos espaços, pois os blocos garante privacidade e independência. O projeto desafia as normas familiares e a ideia de propriedade.
Com isso, é possível perceber o conceito de Wabi-sabi, que se manifesta pelo conceito da casa. Segundo Mariana Acayba, o projeto é flexivel: “ se no verão ele precisa ( o morador) de uma sala maior, ele amplia sua área privada, se no inverno prefere se restringir a um único espaço, ele pode locar as demais construções. O projeto trabalha com a noção de impermanência e com a possibilidade infinita de mudança e de transformação”

Ficando assim evidente o conceito de Wabi-sabi, pois há aceitação da transitoriedade.  Além disso, o conceito do Wabi-sabi também está presente na materialidade. O Doma, chão de terra batida, é um espaço de transição entre o externo e interno, que na arquitetura tradicional japonesa abrigavam funções cotidianas domesticas como limpeza de alimentos e cozimentos, o piso de tataki elevado fazia a transição para o interior. É notável a semelhança desse jardim(ver imagem abaixo) com o doma  e o volume com o piso de tatame. Além disso o Doma representa uma materialidade Wabi-sabi, pois demostra a passagem do tempo nele.

Fonte: Metaloucos Fonte: Tese MICHIKO OKANO
Fonte: Metaloucos Fonte: Tese Lívia Rebellato

Outro conceito presente é o Ma, Nishizawa articula os blocos através do vazio e esse vazio permite que muitas atividades se manifestem, sendo ora parte da casa e ora parte do mundo. A coexistência entre interno e externo cria essa espacialidade ma. As divergências nessa casa são a falta de elementos que trabalham a luz e sombras. A cor dos blocos é branca e isso reflete a luz de maneira uniforme, além do vidro estar muito presente em toda a casa. Vendo a imagem abaixo, do interior da casa Moryama, fico pensando se a questão da luz e sombra não é tratada pela posição das janelas, a claraboia e a sombra dos próprios volumes, mas com somente essa imagem não foi possível chegar em uma conclusão.

Fonte: Tese Mariana Acayba

3.2Casa S

Localização: Okayama, Japão

Data de construção: 1995

Autor: Sanaa

Diferente da casa Moriyama, a casa S se assemelha mais as casas do entorno com um grande com poucas janelas que desenha a rua, mas a grande supressa da casa s está no seu interior. O que vemos por fora é somete um envoltório, os cômodos estão depois de um offset dessa pele. Essa ideia do cubo dentro do cubo se cria uma espacialidade Ma. Esse local que pode ser visto apenas com uma circulação no entorno da casa vai muito além disso, ele é um grande vazio que permite que algo se manifesta, a transição entre o interno e externa. Esse espaço Ma representa uma leitura contemporânea do espaço tradicional do ewagama.
A casa tem um programa para atender três gerações, possui três quartos, uma grande sala de jantar e estar. Essa sala tem o objetivo de conectar essas três gerações, além disso ela é vedada por brises em seu perímetro que se abre para a espacialidade Ma. Em contraponto a isso, uma pequena parte do segundo andar avança em direção a pele de vidro e cria uma espécie de varanda fazendo uma conexão direta com o exterior.

Fonte: Arquitecturaviva

A vedação externa da casa é feita por policarbonato. E esse material pode ser entendido como uma releitura do shoji. Durante o dia, a visibilidade através do policarbonato é filtrada e durante a noite a casa torna-se caixa iluminada, se assemelhando ao efeito do papel do shoji. Nessa casa, não foi possível encontrar sobre a wabi sabi, toda materialidade vai contra a ideia de passagem do tempo.

Fonte: Arquitecturaviva Fonte: Tese Lívia Rebellato

4.Conclusão

Diante disso, pode entender que o escritório Sanaa utiliza bastante dos conceitos tradicionais japoneses em suas obras. Porém, esses conceitos aplicados tem uma leitura contemporânea. Como foi feito com a vedação da Casa S, o policarbonato é uma leitura da ideia do shoji e não o shoji em si. Vários pequenos gestos da Sanaa trazem esses conceitos. É interessante perceber que a arquitetura tradicional japonesa é esteticamente muito destoante da arquitetura projetada pelo Sanaa, sendo necessário um olhar mais atendo e um aprofundamento na obra para o entendimento dessa relação. Com esse estudo foi possível responder a pergunta “ o que tem de tradicional na arquitetura do Sanaa que é considerada tão contemporânea? ”. Pois mostrou que os conceitos Ma, Wabi sabi e as questões da sombra estão sempre presente na obra do Sanaa, mas é sempre uma leitura contemporânea dos conceitos. Se afastando da estética das casas tradicionais japonesas, mas se aproximando dos conceitos.

Além dessa relação com as obras do Sanaa, é sabido que a arquitetura reflete muito da cultura. Como esses conceitos estão presentes na cultura japonesa, também está presente na arquitetura produzida por lá.

5.Bibliografia

HATANAKA, Paulo .KINTSUGI: ACEITAR E VALORIZAR AS IMPERFEIÇÕES. Japan House, 2020 Disponível em: <https://www.japanhousesp.com.br/artigo/kintsugi/&gt; Acesso em : 19 de setembro de 2021

Hayao Miyazaki: A Importância do Vazio . Youtube, 2016. Disponível em :<https://www.youtube.com/watch?v=Kyp3YV2t0gQ>Acesso em: 11 de setembro de 2021

OKANO, Michiko . MA: ENTRE-ESPAÇO DA COMUNICAÇÃO NO JAPÃO Um estudo acerca dos diálogos entre Oriente e Ocidente.Tese de Doutorado em Comunicação e Semiótica. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo,São Paulo, 2017

ROSENBERG, Juan Pablo. A construção do território. Abstração e natureza nas obras de Luis Barragán, Álvaro Siza e Tadao Ando.São Paulo: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, 2016. Dissertação de Mestrado em Projeto de Arquitetura;

REBELLATO, Livia. Arquitetura Japonesa entre tradição e contemporaneidade: o escritório Sanaa. Tese de mestrado. UniversidadeMackenzie. São Paulo, 2021

TANIZAKI, Junichiro. Em Louvor da Sombra. 1a edição. São Paulo: Companhia das Letras, 2017

MORIYAMA HOUSE. Metalocus, 2010 . Disponível em : <https://www.metalocus.es/en/news/moriyama-house&gt; Acesso em: 11 de setembro de 2021

S-House, Okayama – SANAA. Arquitecturaviva, 2021. Disponivel em: <https://arquitecturaviva.com/works/casa-s-okayama-9>Acesso em 21 de setembro de 2021

MILAN ACAYABA, Marina. Estratégias de projeto: estudos de três casas contemporâneas. Dissertação de mestrado, Faculdade de arquitetura e urbanismo São Paulo. São Paulo, 2019

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