O mundo pós pandemia: Os impactos causados pela COVID-19

Por: Guilherme Leite e Monica Klepacz
17.11.2020

Conceitos: O objetivo desse estudo, é aprofundar sobre os impactos causados pela pandemia, e discutir quais as principais mudanças o mundo apresentará nos próximos anos; baseados em pesquisas e artigos mencionados neste estudo. Os principais temas discutidos serão: Histórico de quarentenas, cenário atual, cenário pós pandemia em relação aos impactos na área de arquitetura e os benefícios e malefícios do avanço da tecnologia durante a quarentena.
“A quarentena é um espaço intermediário – inconclusivo e indefinido, obrigando à criação de barreiras destinadas a separar um grupo de pessoas, animais ou coisas . Um purgatório: um escritório de triagem definido pela espera e incerteza, onde a distinção entre seguro e inseguro, saudável e doente se desfaz.”- Quarantinology, Strelka Mag.


Palavras Chave: Pandemia; Sociedade; Mudanças; Distância; Sustentabilidade; Estilo de vida; Consumo; Arquitetura;

Sumário:
1 – Histórico de Quarentenas
2 – Cenário Atual
3 – Impactos na área de Arquitetura
4 – Prós e contras da tecnologia durante a quarentena
5 – Bibliografia



1. Histórico de Quarentenas
A palavra quarentena foi inventada na Veneza medieval: Quaranta giorni, que significa em italiano “quarenta dias”. O termo refere-se ao período de tempo em que os navios eram obrigados a ancorar em uma ilha próxima da costa, para provar que estavam livres de doenças e com permissão para desembarcar na República Marítima que se estendia ao longo da costa do Adriático, ponto de entrada chave para o comércio entre Ásia e Oriente Médio.
Como forma de conter a propagação de doenças, foram instalados postos de quarentena, próximo ao porto, conhecidos como lazaretos. Esses tipos de edificações seguiam um sistema de segurança para evitar o risco de exposição; algumas das medidas implantadas: corredores de mão única, câmaras isoladas com portas que abrem para fora, olho mágico, entre outros.
Esse sistema arquitetônico acabou virando modelo para algumas espaços conhecidos, como o caso dos centros de imigração, nas ilhas de Angel e Ellis nos EUA, e as estações de biossegurança e quarentena da Austrália.

Os lazaretos de Dubrovnik, a origem do conceito da quarentena - MDig

Lazaretos em Dubrovnik, na Croácia

A cidade de Dubrovnik, no sul da Croácia, conhecida como Republica de Ragusa, foi o primeiro local, onde houve o primeiro decreto oficial de introduzir a reclusão de indivíduos pelo período de incubação da doença.
Durante a Idade Média, a Europa e a Ásia foram devastadas por surtos mortais de peste e varíola, e no entanto, a única solução para conter a propagação, era isolar os infectados do restante da população, já que os médicos não tinham ideia e conhecimentos sobre vírus e bactéria.
Muitas das lições da historia da quarentena devem ser reaprendidas no cenário global atual; Em 3 de março, o maior grupo de casos COVID-19 fora da China estava a bordo de um navio de cruzeiro, cujos passageiros foram colocados em quarentena no porto de Yokohama. Seus espaços públicos mal administrados e o sistema HVAC filtrado de maneira inadequada, resultaram em 712 casos e 11 mortes.
Para todos os casos de epidemias vistos ao longo da história em todo o mundo, a possibilidade de vazamentos e alguma forma limitada de circulação são características presentes em todas as quarentenas. Até mesmo o Laboratório de Recebimento Lunar, estabelecido pela NASA em 1969 para colocar em quarentena tanto as pessoas quanto as amostras da lua que retornavam das missões Apollo, foi comprometido. “Vimos esta rachadura no chão, havia formigas entrando e saindo” – Buzz Aldrin.
Quando a peste bubônica atingiu Londres em 1665, as autoridades da cidade convocaram vigilantes para impor o distanciamento social, pesquisadores para rastrear a cadeia de transmissão e médicos para realizar avaliações e fornecer dados confiáveis. O Diário do Ano da Peste de Daniel Defoe (1720) é intercalado com tabelas que listam mortes e recuperações para cada paróquia – modelos a partir dos quais conclusões sobre a curva podem ser tiradas.
Para imunizar a cidade, devemos antes de mais nada nos afastar dela. A quarentena é isso: um sacrifício coletivo administrado no nível individual, seja sintomático ou não, para imunizar o todo.



2. Cenário Atual
Embora a lógica da quarentena permaneça a mesma, as tecnologias pelas quais ela é implantada mudaram. Um exemplo disso é o aplicativo TraceTogether voluntário do governo de Singapura usa Bluetooth para alertar aqueles que entraram em contato com um caso COVID-19 confirmado.
A capacidade das cidades em todo o mundo de responder à emergência de saúde acelerada foi colocada em análise. Desde março deste ano, apartamentos, quartos de hotel, navios de cruzeiro e até mesmo estacionamentos tornaram-se instalações improvisadas de quarentena
A pandemia provocada pelo COVID-19 marcou 2020, um ano de incertezas em todo o mundo. O que era comum antes, passou a ser desafiador no cenário atual, devido ao isolamento social; como é o caso do ensino a distância e diversas outras atividades. Diante a todas as mudanças, o mundo se adapta a uma nova realidade, o chamado “novo normal”, e cabe a sociedade e as organizações mundiais, mudarem suas visões e se adaptarem a esta nova realidade.
O meio digital passou a ser muito procurado nos meses de isolamento social, como forma enriquecedora de conhecimento e sobrevivência. Diversas empresas apostaram no online para se reinventarem durante a crise; e diversas Instituições, se adaptaram no ensino a distância, para dar continuidade ao ano letivo.
No momento, é fato que o isolamento antecipou novos hábitos e outros ganharam escala em diversas áreas, que levariam anos para se consolidar. Novos comportamentos foram validados por experimentação forçada.
A pandemia veio para provocar mudanças profundas no comportamento e nos valores das pessoas, nos obrigando a nos unir em escala global, assim como ocorre em gerações que viveram guerras, uma revisão de crenças e valores. A crise financeira decorrente da pandemia por si só será um motivo para que as pessoas economizem mais e revejam seus hábitos de consumo.
Os cuidados com a saúde, em relação a medo e ansiedade, já estão recebendo mais visibilidade. A preocupação referente a locais públicos, especialmente fechados também está sendo uma questão, devido ao receio de locais com aglomeração, gerando assim, uma reconfiguração dos espaços, tanto de comércio, quanto residenciais.
Os restaurantes também sofreram e sofrerão mudanças em relação ao atendimento e a função delivery, com a possibilidade de novas ondas da pandemia num futuro próximo, o setor de restaurantes deve ficar atento a mudanças no seu modelo de negócios.
É possível desde já notar a diminuição nas distâncias entre vida profissional e vida cotidiana e o avanço da internet como forma facilitadora, como o caso de trabalhos (home office), consultas médicas (atendimento online), etc.


3. Impactos na área de Arquitetura
Um novo cenário começa a ser desenhado e surge uma nova perspectiva de mercado.
Historicamente é possível apontar algumas mudanças no design das casas depois de algumas epidemias como a gripe espanhola em 1918, tuberculose e disenteria. Os últimos duzentos anos de mobiliário estão muito relacionados às questões de saúde. No final do século 19, por exemplo, a Europa começou a passar por medidas sanitaristas, uma vez que os cientistas tinham acabado de fazer algumas descobertas sobre a transmissão das doenças da época. O debate acerca da origem das doenças começa a ganhar mais força.
Do urbanismo para o espaço doméstico, essas medidas foram adaptadas na arquitetura e na decoração. Alcovas, isto é, quartos sem nenhuma janela, eram algo muito comum na Europa até o século 19. No entanto, com as descobertas científicas, percebeu-se que a falta de ventilação nas casas colaborava com a propagação das doenças. Na cozinha, os azulejos foram incorporados a partir do século 19 pois eram associados à ideia de limpeza e de ambientes livres de germes.
Do ponto de vista de decoração, o modernismo retornará com força pelos mesmos motivos que influenciaram seu desenvolvimento no século passado: higiene e minimalismo.
Dando início a era do “NOVO NORMAL”:
A reconfiguração de espaços de comércio e ambientes corporativos começarão a reavaliar determinadas questões como de presença física de seus funcionários e isso terá reflexo diretamente no campo residencial, que desta forma deixará de ser somente um espaço para convívio com a família e deverá ter também um espaço produtivo, já estão sendo redesenhados.
O mercado imobiliário já começa a planejar a transformação de prédios comerciais em residenciais, se aproveitando da infraestrutura de transporte, saneamento e telecomunicações que as áreas centrais das cidades já possuem.
Muitos dos escritórios continuarão com o modelo online, visto como algo positivo, durante a pandemia. Algumas práticas adotadas que irão se manter são: investimentos nas redes sociais, atendimento online (orçamentos), parcerias com demais profissionais, entre outras, como aponta o professor de arquitetura da FAAP, Fabio Zeppelini: “As empresas estão mudando e perceberam que os funcionários podem trabalhar efetivamente de casa. Agora, as pessoas precisarão ter um espaço adequado para isso”, diz. Fabio acredita também que a demanda por projetos com escritórios dentro de casa irá aumentar.
Uma outra tendência que continuará futuramente serão os atendimentos online com clientes e fornecedores, sem que haja necessariamente reuniões presenciais, como é o caso do Estúdio ZAR dos arquitetos Nelson Kabarite e David Arias Ferreira, que criaram o Quarentine Project que consiste em consultorias online. “Os clientes mandam o máximo de informações possíveis, como fotos, vídeos, medidas e a planta do imóvel. Com os dados, os arquitetos criam modelos 3D com sugestões de alterações.” Conta os arquitetos.
Nesse momento, o profissional de arquitetura e design terá um papel ainda mais importante, pois é deles a responsabilidade por humanizar os espaços em todos os setores da sociedade. O arquiteto tem a obrigação de entender o momento e entregar para a coletividade um mundo onde as necessidades fundamentais e afetivas dos seres humanos sejam respeitadas e valorizadas.
Devido à permanência prolongada nesta fase de confinamento, as pessoas atentaram-se a detalhes antes não percebidos, que lhes causam bem estar ou não à apropriação deste espaço. Estão mais sujeitas a modificações, à substituição da decoração, do acabamento, da pintura, do mobiliário, de modo a terem um melhor relacionamento com estes espaços.
Em relação ao planejamento urbano o conceito de morar perto do trabalho se tornou um objeto de desejo para muitas pessoas; Com o receio de novas ondas de contágio, morar perto do trabalho, a ponto de ir a pé e não usar transporte público, deve se tornar um ativo ainda mais valorizado.
A forma como planejamos nossas cidades determina em grande parte o quão resilientes elas são. Densidade populacional sem espaços públicos adequados ou oferta de habitação popular leva a problemas. Foi por isso que muitas leis e regulamentações habitacionais foram implementadas na Europa no início do século 20, freando muitas doenças. A redução da desigualdade no acesso a serviços e infraestruturas urbanas deve ser uma prioridade para as cidades no futuro.
Um dos poucos lugares que tiveram aumento de circulação durante os bloqueios do COVID-19 são os parques urbanos. Uma nova abordagem para o planejamento da cidade deve trazer espaços abertos, bacias hidrográficas, florestas e parques para o coração de como pensamos e planejamos nossas cidades.


4. Prós e contras da tecnologia durante a quarentena
A internet foi a principal ferramenta para conectar novamente as pessoas, e ensinar novos métodos cotidianos, como é o caso do trabalho home office, das aulas de ginástica, do entretenimento, das reuniões virtuais, dos restaurantes no aplicativo… (a digitalização de aspectos da rotina)
“Teremos vários ‘novos normais’. A nossa casa não vai ser mais como era. Nós vamos ter que redesenhar os espaços. Vamos trabalhar a partir de casa. Nós mudamos os nossos hábitos. O digital chegou de vez para ficar. Vamos ter que mudar o modelo de negócios, a forma de produção, que vai ser híbrida: físico e digital, presencial e a distância. A convivência desse modelo híbrido de gestão do negócio é o maior desafio que temos”, disse o engenheiro Claudio Marinho, especializado em planejamento urbano e economia do setor público.
Como resposta ao isolamento social, os artistas e produtores culturais passaram a apostar em shows e espetáculos online (determinadas lives), assim como os tours virtuais a museus ganharam mais destaque. Esse comportamento deve evoluir para o que se pode chamar de experiências culturais imersivas, que tentam conectar o real com o virtual a partir do uso de tecnologias que já estão por aí, mas que devem se disseminar, como a realidade aumentada e virtual. Como é o caso do projeto “MICRO – UTOPIA; The Imaginary Potential of Home” da designer arquitetônica Paula Struden (Amsterdam/Londres), co-fundadora da Soft Bodies e Virtual Fruits; O projeto propõe uma versão compartilhada, imersiva e interativa de uma casa, onde o espaço nasce da interação sensorial afinada entre o corpo e objetos virtuais / físicos conectados à Internet das Coisas.
Assim como o home office, que vem crescendo cada vez mais. Com a pandemia, mais empresas —de diferentes áreas — passaram a se organizar para trabalhar com esse modelo. Além disso, o trabalho remoto evita a necessidade de estar em espaços com grande aglomeração, como ônibus e metrôs, especialmente em horários de pico. Acelerando processos que já vinham se desenhando há anos, como o uso intensivo da internet nos negócios, o teletrabalho e o encolhimento dos escritórios. Vamos ter que mudar o modelo de negócios, a forma de produção, que vai ser híbrida: físico e digital, presencial e a distância. Com o conceito de home office se mostrando bem-sucedido por causa da pandemia, muitas empresas decidiram reduzir ou até mesmo fechar os escritórios, como forma de reduzir custos.
“Aprendemos muito nos últimos meses, e vimos nossas equipes se unirem de suas casas para manter a empresa avançando. Essa situação mudou drasticamente a maneira como visualizamos o futuro do trabalho, e estamos certos de que tudo o que passamos influenciará nossas decisões nos próximos meses e anos. Trabalhar a partir de qualquer lugar é ressignificar como priorizamos o nosso tempo”, afirma Guilherme Benchimol, fundador e presidente da Xp Investimentos. Para o executivo, seria um desperdício não transformar a experiência recente da empresa em nova maneira de encarar a vida corporativa.
O shopstreaming também já está sendo mais valorizado e essa tendência só tende a crescer (as vendas pela Internet passando a ser uma opção para lojas que até então se valiam apenas do local físico.)
A busca por novos conhecimentos também faz com quem as pessoas passem a ter mais contato com cursos online com o objetivo de aprender coisas novas, se divertir e/ou se preparar para o mundo pós-pandemia. Afinal, muitos empregos estão sendo fechados, algumas atividades perdem espaço enquanto outros serviços ganham mercado.
Embora a tecnologia seja útil em todas essas tarefas, seu uso excessivo pode comprometer o bem-estar físico e a saúde mental. Depois de quase cinco meses de quarentena, o excesso de conectividade já se tornou um problema para muita gente.
Segundo especialistas da área da saúde, o cansaço é um dos sinais de que o uso da tecnologia passou da conta, assim como problemas posturais que causam incômodos físicos. Dores de cabeça, desconforto nos olhos e dificuldade para dormir são outros sintomas físicos comuns. “Esses problemas são acentuados quando as pessoas não têm um local de trabalho adequado dentro de casa”, afirma a psicóloga Anna Lucia Spear King, fundadora do Laboratório Delete-Detox Digital e Uso Consciente de Tecnologias do Instituto de Psiquiatria da UFRJ.
Além disso, o uso exagerado dos dispositivos pode aumentar a ansiedade e favorecer o desenvolvimento ou a progressão de transtornos mentais.
Esses problemas são agravados pelo contexto social vivido por grande parte das pessoas. Afinal, além da hiper conectividade, a maioria enfrenta o receio de contrair o novo coronavírus e as preocupações financeiras trazidas pela pandemia. “A somatória de medo, doença e crise econômica gera um quadro angustiante”, diz o psicólogo Cristiano Nabuco, coordenador do Grupo de Dependências Tecnológicas do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo.

5. Bibliografia

• Artigo 01 – Publicação El País
10 Tendências para o mundo pós-pandemia
https://brasil.elpais.com/opiniao/2020-04-13/como-o-coronavirus-vai-mudar-nossas-vidas-dez-tendencias-para-o-mundo-pos-pandemia.html
• Artigo 02 – QUARANTINOLOGY – Hyperfunctional Logics for the Quarantined City – STRELKA MAG
https://strelkamag.com/en/article/quarantinology-hyperfunctional-logics-for-the-locked-down-city
• Artigo 03 – COMO A PANDEMIA DE CORONA VIRUS MUDOU O MERCADO DE ARQUITETURA
https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Jardim/Arquitetura/noticia/2020/05/como-pandemia-de-coronavirus-mudou-o-mercado-de-arquitetura.html
• Artigo 04 – Os impactos da Covid-19 no futuro do design e da arquitetura – TAB
https://lidiazuin.blogosfera.uol.com.br/2020/05/22/os-impactos-da-covid-19-no-futuro-do-design-e-da-arquitetura/
• Artigo 05 – COMO SERÁ O UNIVERSO DA ARQUITETURA E DO DESIGN PÓS-PANDEMIA? – FOR/MOBILE
https://digital.formobile.com.br/colunistas/como-ser-o-universo-da-arquitetura-e-do-design-ps-pandemia
• Artigo 06 – PANDEMIA MUDARÁ CONCEITOS DE TRABALHO E MORADIA, DIZEM ESPECIALISTAS – AGÊNCIA BRASIL https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-07/pandemia-mudara-conceito-de-trabalho-e-moradia-dizem-especialistas
• Artigo 07 – Home office muda a dinâmica dos escritórios, que devem ficar menores
https://veja.abril.com.br/economia/home-office-muda-a-dinamica-dos-escritorios-que-devem-ficar-menores/
• Artigo 08 – XP pode ganhar sede no interior de São Paulo e home office para sempre – VALOR INVESTE
https://valorinveste.globo.com/mercados/renda-variavel/empresas/noticia/2020/06/11/xp-pode-ganhar-sede-no-interior-de-sao-paulo-e-home-office-para-sempre.ghtml
• Artigo 09 – “MICRO – UTOPIA; The Imaginary Potential of Home”
https://micro-utopia.org/
• Artigo 10 – Planejamento urbano e epidemias: os efeitos da Covid-19 na gestão urbana – WRI BRASIL
https://wribrasil.org.br/pt/blog/2020/04/planejamento-urbano-e-epidemias-os-efeitos-da-covid-19-na-gestao-urbana
• Artigo 11 – 18 LESSONS OF QUARANTINE URBANISM – STRELKA MAG
https://strelkamag.com/en/article/18-lessons-from-quarantine-urbanism
• Artigo 12 – Excesso de tecnologia na quarentena cria problemas físicos e emocionais– Você S/A
https://vocesa.abril.com.br/carreira/excesso-de-tecnologia-na-quarentena-cria-problemas-fisicos-e-emocionais/





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